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Personal Trainer de celebridades, Rafael Protein, é referencia no mercado utilizando tecnologia de eletroestimulação

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Rafael Protein é especialista em Bioquímica, Fisiologia, Treinamento e Nutrição Desportiva, pelo instituto Labex da UNICAMP.

Entre atletas e celebridades que treinam com Rafa estão Hortência MarcariRodrigo PandolfoLaura MullerJoão Vicente (Portas dos Fundos) e Manú Gavassi.

Rafael tem vasta experiência em treinos de força e funcional, com diversas especializações, dentre elas no método Flow de treinamento. Ele é também um dos embaixadores de miha, tecnologia de eletroestimulação líder mundial de mercado, a nova febre do cenário fitness brasileiro.

O treinamento com Miha é capaz de ativar até 300 músculos de uma só vez, em apenas vinte minutos. O equipamento permite criar treinos personalizados e ainda mais eficazes para cada aluno. Pode ser utilizado em treinos de força, performance, perda de medidas, reabilitação física, relaxamento muscular, dentre outros.

“Miha me permite ser eficaz em resultados e trazer treinos inovadores, mais dinâmicos e divertidos para os meus alunos. Os resultados são rápidos e evidentes. A chegada da eletroestimulação de corpo inteiro revoluciona a forma que oferecemos treinos nas academias, parques, condomínios. Possibilita levar saúde e bem-estar para qualquer lugar”, afirma Rafa Protein, que lidera com a Miha o projeto “Miha for you”, levando o treino de EMS para a casa dos alunos, com privacidade e praticidade.

Os treinos de Rafael envolvem diversas disciplinas, como mobilidade, musculação, treino de EMS, core e estabilização. De acordo com as preferências de cada aluno, outras modalidades podem ser adicionadas ao treino, como lutas, yoga e dança.

Rafael para melhor atender seus clientes, fundou o Estúdio Motriz que já possui duas unidades em São Paulo tendo a principal localizada na  Av. Brasil, 564 – Jardim America, São Paulo capital. O espaço é altamente confortável e agradável. 

Para mais informações, entre em contato com Rafael por WhatsApp através do número (11) 98671-3472

Visite  também suas redes sociais: instagram.com/rafaelprotein

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Tecnologia

A Conecta Lá é Patrocinadora do South Summit

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A Conecta Lá, empresa especialista em operações em marketplaces, é uma das patrocinadoras do South Summit, evento de inovação que, neste ano, acontece a partir de hoje até o dia 6 de maio, em Porto Alegre. Serão cinco palcos simultâneos e mais de 400 palestrantes reunidos.

As equipes comerciais do Selle Center e da loja Conecta Lá estarão presentes no local com um estande. A South Summit é uma plataforma de inovação que conecta empreendedores, empresas e investidores para gerar negócios.

Serviço

Ingresso: https://www.ingressos.southsummitbrasil.com/

Local: Cais Mauá, Porto Alegre

Datas: 4,5 e 6 de maio

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Tecnologia

“Talvez existam coisas sendo enviadas a nós por outras civilizações”, diz o professor de Harvard Avi Loeb, sobre objetos espaciais não identificados

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Em entrevista ao podcast Future Hacker, o professor fala sobre o projeto Galileo, a busca por equipamentos extraterrestres, inteligência artificial e sobre o que seria um possível encontro entre terráqueos e civilizações fora do nosso planeta.

Na última semana, o podcast Future Hacker entrevistou o professor Avi Loeb, idealizador do Projeto Galileo, diretor fundador da Harvard University – Black Hole Initiative, diretor do Institute for Theory and Computation do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics e ex-presidente do departamento de astronomia da Harvard University ( 2011 – 2020). Ele é o autor best-seller de “Extraterrestrial: The First Sign of Intelligent Life Beyond Earth” e coautor do livro “Life in the Cosmos”, ambos publicados em 2021. Na entrevista o professor Avi fala sobre seu projeto, e a busca por respostas para a pergunta “estamos sozinhos no universo?”

Avi Loeb encabeça o projeto Galileo, um projeto que conta com um capital de 2 milhões de dólares e com mais de 100 cientistas no mundo todo e visa usar as informações de várias fontes de pesquisa para desenhar um algoritmo que, por meio da inteligência artificial (IA), deverá identificar viajantes interestelares, satélites não construídos por humanos e outros fenômenos aéreos não identificados (UAPs, na sigla em inglês termo, aliás, que o professor deseja eliminar do léxico tentando esclarecer com o projeto a real natureza destes fenômenos ) . “Estamos planejando construir um sistema de telescópio no telhado da Harvard College Observatory nos próximos meses e assim que ele estiver funcionando a ideia é identificar objetos que o governo notifica”, comenta.

“Nós faremos vídeos do céu de diversas maneiras usando infravermelho, luz invisível, rádio, gravando os sons emitidos e depois com tudo isso computado acionamos um sistema de inteligência artificial para ver que categoria de objeto estamos vendo”. Ao falar sobre o projeto, professor Loeb argumentou que os humanos têm muita dificuldade em lidar com a possibilidade de não estarmos sozinhos: ele citou o caso do Oumuamua um objeto interestelar conhecido detectado passando pelo Sistema Solar e que devido às suas características não se consegue explicar com 100% de certeza a sua origem podendo ser até para o professor um objeto extraterrestre, mas que essa hipótese nunca foi muito considerada pela comunidade científica.

Ele também relembrou o fato de que em 2020/2021 o governo dos Estados Unidos admitiu existir uma série de objetos observados no espaço cuja natureza é inconclusiva e que ele não seria capaz identificá-la. Foi diante dessas questões que o professor idealizou o projeto. “ Aquilo foi um ponto de despertar científico para mim. Naquele momento ficou muito claro que podíamos estar recebendo pacotes na nossa caixa de entrada e não estarmos checando isso. Talvez tenha coisas sendo enviadas a nós por outras civilizações, objetos fabricados porque a natureza não produz objetos com essas características.”

Ao ser questionado sobre que espécie de tecnologia conseguiria fazer a terra entrar em contato com civilizações de outro planeta, o professor Avi acredita que robôs astronautas conduzidos inteligência artificial que serão os primeiros a ir mais longe e entrar em contato com civilizações “alienígenas” por conta de sua durabilidade , muito superior a uma vida humana e sobretudo de sua capacidade de se reconstruir caso danos ocorram em sua estrutura ao longo do trajeto.

Ao longo da entrevista professor Loeb também foi questionado sobre a hipótese, da Terra encontrar um equipamento de origem comprovadamente alienígena se existiria um protocolo global caso isso ocorresse, a quem esse equipamento pertenceria. O Professor respondeu que não existe um protocolo global no mundo para materiais alienígenas, no entanto, o ideal seria que esse assunto fosse cuidado por um grupo de pessoas especialistas independentes que não fossem submissos a nenhuma instituição ou nação.

O Professor também respondeu uma pergunta sobre uma eventual comunicação entre os terráqueos e uma civilização alienígena, se uma dessas sociedades estiver muito mais desenvolvida que a outra, será como o que ele mesmo afirma uma formiga conversando com um pedestre , o pedestre ditaria as regras da conversa e a formiga correria o risco de ser esmagada. “ Seria como um homem das cavernas ser transportado para Nova york e seus gadgtes, o homem das cavernas poderia até ficar fascinado com isso, mas ao retornar para caverna isso se tornaria um mito, pois na caverna não existe engenharia ainda para reproduzir esses equipamentos”.

Mesmo diante da possibilidade “ assustadora” de nós sermos as formigas de um possível encontro, o professor Avi, no entanto acredita que não deveríamos nos preocupar com essa hipótese no momento, pois se existir uma civilização milhões mais desenvolvida determinada a nos fazer mal já teriamos sofrido algum ataque e a verdade é que o planeta Terra provavelmente não é assim tão relevante para o universo a ponto de ser considerado uma ameaça muito significativa.

Durante a conversa, o professor Loeb também falou sobre a diferença entre lixo espacial e arqueologia de tesouros espaciais e respondeu aos que creditam o projeto Galileo como um projeto de natureza especulativa. Avi argumenta que muitos projetos que atraem até muito mais financiamento e estrutura em Harvard também são de natureza especulativa, mas que são encarados com mais naturalidade pela sociedade e pela comunidade científica como, por exemplo, o estudo da matéria negra. Avi também ressalta que mesmo estudos sobre buracos negros ha algumas decadas pareciam algo completamente distantes e até mesmo ridículos e hoje são extremamente considerados, tanto que os dois últimos nobels de físicas foram dado a cientistas que estudam esse assunto.

Por último, o professor diz que o telescópio do projeto Galileu tem previsão de ser inaugurado na primavera e que a ideia é que réplicas dele fiquem em nome do projeto em diversos lugares do mundo ajudando no monitoramento, mas para isso seria necessário mais financiamentos e incentivo.

Sobre o Future Hacker

O programa Future Hacker é um convite para embarcarmos numa viagem para o futuro, explorando novos caminhos, novas descobertas, novos pensamentos e debates que deverão tornar-se realidade em 10, 20 e 30 anos. Renomados profissionais nacionais e internacionais irão discorrer sobre temas como singularidade, experiências imersivas, inteligência artificial, energia limpa, economia circular, medicina genômica, futuro da educação , Silicon Humanism, cryptoeconomy e diversos temas relacionados.

Link da entrevista: https://lnkd.in/eFa649q

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Tecnologia

Programas desenvolvidos pela Wylinka em parcerias com a iniciativa pública e privada contribuíram com mais de mil soluções tecnológica no Brasil

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Em apenas um ano, mais de 2 mil cientistas empreendedores e agentes de inovação foram capacitados em ações da Wylinka

A Wylinka, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inovação e o empreendedorismo de base científica no Brasil, capacitou milhares de pesquisadores e agentes de inovação em apenas um ano. O resultado foi a idealização de mais de mil soluções de base tecnológica, das quais mais de trinta se encontram em fase de startup, bem como mais de setenta ações de inovação estão desenhadas junto a empresas e governos. Além disso, mais de trezentas tecnologias foram mapeadas. Os resultados encontram-se no relatório desenvolvido pela instituição.

O objetivo das ações é fortalecer o ecossistema de inovação e aumentar a participação da ciência e tecnologia no desenvolvimento econômico e ambientalmente sustentável do país, promovendo uma mudança de mentalidade e aprimoramento de competências. Conforme a diretora-presidente da Wylinka, Ana Calçado, as atividades são planejadas visando a a replicação como aprendizado adquirido pelos participantes e a continuidade das soluções e projetos. “Outro benefício sem precedentes das ações de capacitação realizadas pela Wylinka é o network e a geração de oportunidades de negócios”, resume Ana.

“Queremos dar às pessoas que atuam no ecossistema a capacidade para criar soluções inovadoras, melhorar seu nível de conhecimento e se tornarem mais orientadas à ação. Com isso, poderão desenvolver soluções de negócio, produtos viáveis e startups para atuar no meio competitivo da inovação brasileira”, pontua a diretora-presidente da Wylinka.

Caminho da inovação

O caminho do desenvolvimento de soluções inovadoras a partir da ciência no Brasil envolve o acompanhamento das necessidades do mercado e o engajamento de cientistas e pesquisadores com demandas da sociedade e das empresas. A Wylinka dedica-se a entender esse sistema estudando os pontos que podem alavancar e acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras.

“Mais cientistas e pesquisadores com comportamento empreendedor e visão de mercado podem facilitar a conexão da sua produção nos laboratórios com as necessidades de empresas, governos e da sociedade como um todo. O empreendedorismo é um caminho para a geração de impacto da ciência na vida das pessoas”, acredita Ana Calçado, diretora-presidente da Wylinka.

Porém, é necessário que sejam investidos mais recursos – financeiros, intelectuais e de infraestrutura – nas fases de desenvolvimento dessas soluções. Em termos de ciência e tecnologia, o investimento público do Brasil vem sendo reduzido desde 2015, conforme nota técnica do IPEA e, em 2020, alcançou o menor patamar da última década.

A iniciativa privada também tem participação muito pequena em relação ao investimento público, sendo responsável por apenas 30% do que se investe em ciência e tecnologia no Brasil, de acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O país é o 12º do mundo em produção de conhecimento científico, segundo o Global Innovation Index, mas em termos de inovação ocupa a 57ª posição no ranking.

“Mudar o cenário com novos investimentos de todas as naturezas ajudaria os empreendedores e as startups de base científica a atingirem maturidade para a inserção no mercado. Muitas políticas de inovação – em empresas ou governos – não alcançam os resultados almejados por falta de uma visão e ação de longo prazo e por baixa adequação ao contexto dos seus públicos-alvo, colaboração e atuação em rede. Esses são alguns dos fatores que identificamos como prioridade hoje. Eles estão no centro das estratégias da Wylinka”, finaliza Ana.

Estímulo à inovação de base científica e tecnológica

As ações desenvolvidas pela Wylinka em 2021 envolveram a capacitação de alunos de graduação e pós-graduação para desenvolver soluções com foco em problemas voltados à sustentabilidade, saúde, alimentação, impacto social, bem como o engajamento de pesquisadores para criação de tecnologias com potencial de inovação.

Por meio de workshops e atividades de capacitação em todo o Brasil, a Wylinka colaborou com atividades que permitiram selecionar mais de mil projetos de pesquisa com potencial de se tornarem soluções viáveis para o mercado.

Outras ações também incluíram a transformação de startups científicas paulistas em estágio inicial e de tração para converter conhecimento em soluções para o mercado. Agentes de inovação públicos também foram público-alvo de ações de qualificação na Amazônia (com foco em regulação fundiária) e no Distrito Federal (com foco em políticas públicas).

Para gerar esse impacto em 2021, a Wylinka contou com parceiros da iniciativa pública e privada, como Sebrae Nacional, Sebrae-SP, Inova HC, núcleo de inovação do Hospital das Clínicas, FAP-DF, Fundação Cargill, Instituto Sabin, Instituto Clima e Sociedade, entre outros que levam o know-how e as metodologias de inovação da organização para suas ações e estratégias.

“Nossas jornadas de aprendizado possibilitaram o conhecimento de ferramentas para ideação e desenho de negócios elaboradas especialmente para a transformação da ciência em soluções de interesse para o mercado”, finaliza Ana.

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