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Geek City 2018 – Guilherme Briggs e Kiko

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Guilherme Briggs

Responsável por vozes como a do BuzzLightyear, Freakzoid e Mickey, dublador contou um pouco sobre suas motivações profissionais e de vida

O painel “A dublagem brasileira no mundo”, com Guilherme Briggs, foi um dos mais esperados da noite deste sábado (1°), no Geek City. No palco principal, o dublador deu voz a personagens famosos como Mickey, Buzz Lightyear e Yoda, compartilhou curiosidades sobre o cenário internacional e emocionou o público com sua história de vida.

“Vocês sabiam que o Corcunda de Notre Dame, dirigido pelo Garcia Jr., foi considerada a melhor versão dublada do mundo? E que a Nova Onda do Imperador teve um impacto muito grande pra dublagem brasileira? Lá fora eles adoraram”, disse Briggs. Ele contou ainda que foi convidado para fazer a voz do Yoda também em espanhol e que ficou espantado quando viu Toy Story pela primeira vez.

“Dublo o Buzz Lightyear desde o primeiro filme e lembro de ver a primeira cena e pensar o que é isso que a Disney fez? É computação gráfica?”, disse. Entre curiosidades, aplausos e perguntas da plateia, Briggs emocionou o público ao falar sobre suas motivações pessoais. “Sempre fui apaixonado pelo meu avô. Com 12 anos, ele me chamou pra morar com ele. Meu padrasto era muito rigoroso e disse que, se eu saísse, não voltava mais. Depois de dois anos, meu avô faleceu de um problema no coração, pedi para voltar para casa e meu padrasto não deixou”, contou.

Morando de favor na casa de um amigo, Briggs decidiu que era hora de se dedicar ainda mais à leitura e ao desenho – o que foi essencial para que o Guilherme artista surgisse. “Nesse momento, com o avô falecido, não podendo voltar pra casa, foi que minha vida mudou. Para não chorar, comecei a ler tanto e desenhar tanto. Tive um trauma muito severo e podia ter escolhido as drogas. Mas o que importa não é o que a vida faz com você. É o que você faz com o que a vida faz com você. Levanta e não desiste, porque sempre tem uma esperança, pode acreditar”, concluiu.

Carlos Villagrán, o Kiko de Chaves

Painel foi feito em duas partes: na primeira, o ator foi ele mesmo; na segunda, encarou o personagem e arrancou gargalhadas da plateia

 Na tarde deste sábado (01), uma das atrações mais esperadas do Geek City 2018, produzido pela Seven Entretenimento, subiu ao palco e foi recebido sob aplausos e gritos de felicidade. Carlos Villagrán, conhecido como o Kiko, do seriado mexicano Chaves, veio a Curitiba para participar da edição do evento e, primeiramente, atendeu os jornalistas em uma coletiva de imprensa lotada e depois subiu ao palco para ser acolhido pelo público que lhe aguardava.

Mesmo não caracterizado, Villagrán não seguiu o padrão tradicional de talk show – em que o entrevistador e entrevistado ficam sentados conversando – e diferentemente disso, levantava a todo o tempo e conversava diretamente com a plateia. Além disso, ele arriscou falar português em quase todo momento numa forma de se aproximar ainda mais dos fãs.

Villagrán contou diversas histórias de sua carreira desde antes de estrear no Chaves. Uma delas tem o Brasil como destaque, já que foi repórter fotográfico durante a Copa de 1970, quando a seleção brasileira derrotou o México e conquistou o tricampeonato mundial. Provando ter uma ótima memória, ainda citou o nome de todos os jogadores que vestiram a ‘amarelinha’.

Quando decidiu mudar de profissão e entrar na série de TV, que a princípio tinha 10 minutos de duração, Villagrán teve de criar um personagem infantil, de menino, e quando encontrou apenas uma roupa de marinheiro, decidiu virar duas mechas do cabelo para cima e projetar uma nova voz. Assim nasceu o Kiko, personagem que marca gerações há quase 50 anos.

Carlos x Kiko, um paralelo de admiração

          No Brasil, o seriado começou a ser transmitido em 1984, e logo conquistou inúmeros seguidores. A música de abertura, no entanto, é diferente da original, uma versão clássica de Beethoven. Aqui, quem ouve ‘Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves’, já sabe que a diversão garantida vai começar.

No talk do Geek City, sua presença foi marcada em duas partes: a primeira, Villagrán foi ele mesmo, atencioso e fraterno com o público; na segunda, demonstrou toda sua generosidade como personagem ao se trocar e aparecer como Kiko, satisfazendo todos que aguardavam para ver o ídolo de perto. Nesse momento, o ator encarnou o papel e passou a agir somente como o menino mexicano da Vila, criado por Dona Florinda e amigo (ou colega) de todos os visitantes ou moradores do local.

Kiko cantou canções como ‘Que Bonita a Sua Roupa’, ‘Se Você é Jovem Ainda’ e ‘Mamãe Querida’, interpretada com a ajuda do mediador, que o interrompia sempre antes de começar a recitar o poema, fazendo referência ao episódio em que a cena ocorreu. Ainda, respondeu a perguntas sobre o porquê de sempre querer uma bola quadrada, se já chegou o disco voador e de como foram as férias em Acapulco.

Para finalizar, o ator imitou seu choro peculiar, a maneira engraçada como se locomovia e a risada inconfundível. Disse, também, subjetivamente, o porquê de ter aposentado o personagem: “Deus perdoa, mas o tempo não”. Após cumprimentar fãs que foram à frente do palco para tocar em suas mãos, ‘Kiko Villágran’ deu adeus ao público de Curitiba e, sem dúvidas, satisfez a todos que se deliciaram com sua amada personalidade.

 

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HOMELESS – Um game intenso e profundo sobre o significado “LAR”

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Homeless

Homeless é um game de suspense e terror psicológico que foge dos clichês de jumpscares. O que desejamos, é a imersão e o envolvimento com a conjuntura em que o protagonista está vivendo, e não forçar aqueles gritos altos para simplesmente te assustar. O jogo, cem por cento brasileiro, que está em desenvolvimento pela Blaster Lizard Co., é um prato cheio para os fãs das clássicas franquias como Silent Hill e Alone In The Dark.

O roteiro é baseado na história de Jackson Thomaz, diretor e roteirista do jogo. “Durante toda a minha vida, visitar minha avó materna era um momento de refúgio. Um momento de paz e tranquilidade, uma espécie de fuga da agitada vida na cidade grande”, diz Thomaz sobre Mococa, a cidade que inspira Santa Cecília.

Além do clima de suspense estar inserido de forma orgânica em todo o jogo, Homeless traz à tona temas atuais e relevantes – que se desenrolam conforme o protagonista recupera sua memória, tais como a importância do cuidado com a saúde mental, violência doméstica, relações abusivas e muito mais.

As referências estéticas – visuais e sonoras – nos anos 90, trazem o sentimento nostálgico. A trilha sonora foi composta exclusivamente, e traz como inspiração os sintetizadores dos anos 80 e o mesmo clima dos filmes de terror “trash” da época. A mistura destes elementos é dosada na medida certa, tornando-o misterioso, desafiador e despertando o interesse de qualquer geração.

Os jogadores exploraram a pacata e misteriosa cidade, tentando desvendar o próprio personagem principal. A trama se desenvolve após o retorno de ‘Nelson Santana’ à casa onde passou sua infância. Nelson tem problemas de memória e sofre de ansiedade e, por isso, volta a Santa Cecília, em busca de informações que possam revelar a verdadeira história sobre seu passado.

Os personagens tem peculiaridades únicas, e por isso, contamos com um elenco de dubladores experientes. Rafael Santin dá voz ao protagonista; Lu Chagas e Ricardo Schnetzer são Selma e Ernesto Santana, os pais que Nelson tanto procura. Contamos também com Pedro Pauleey, Victória Vergamine, Lara Cardoso e João Pedro Sikora.

O jogo está no Catarse com campanha de arrecadação de R$6.000,00 para o pontapé inicial da produção, que foi afetada pela pandemia do novo coronavírus. Para saber mais sobre Homeless acesse o link https://www.catarse.me/homeless, divulgue e contribua para esta produção, incentivando a cultura local e a produção criativa de games no Brasil.

Outros canais Homeless: https://linktr.ee/homelessjogo

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Game Chaves Kart é lançado no Brasil para smartphones

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Em uma nova e divertida aventura, o piloto favorito da vizinhança está pronto para competir no game mobile Chaves Kart.

Basta selecionar seus personagens favoritos da série televisiva e competir nas incríveis pistas de corrida.

Ao entrar no carrinho de churros e começar a colecionar os cartões do Chaves, é possível desbloquear novos personagens, karts e pneus. Quanto mais corridas forem concluídas, aumentam as habilidades para se tornar mais rápido.

O game também permite personalizar seu avatar, com diferentes cortes e cores de cabelo, trocas de roupas e teste de acessórios para criar o piloto dos sonhos.

O jogo está disponível para Android e iOS gratuitamente.

https://www.youtube.com/watch?v=sS-EXj3sEG0&feature=emb_title 

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Pesquisa mostra que PlayStation 4 é o console mais popular do Brasil

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Os brasileiros têm consumido cada vez mais jogos eletrônicos: 73,4% da população já o faz, o que indica um crescimento de 7,1% em relação a 2019. É o que indica a Pesquisa Game Brasil 2020, que traçou o perfil do gamer brasileiro, e entrevistou 5.830 pessoas de todas as regiões do país entre 1 e 16 de fevereiro.

Crédito: Reprodução/ Pesquisa Game Brasil 2020

Jogar por meio de consoles ainda é um território dominado pelo público masculino (63,2%), mesmo que as mulheres tenham uma significativa presença na plataforma (33,7%). Elas ainda preferem jogar pelo celular (69,9%).

O público dos consoles tende a ser de adultos de 25 a 34 anos (37,5%), seguido de idades entre 35 e 54 (32,9%). Mas os jovens, de 16 a 24 anos, também são relevantes (29,6%), o que mostra que a plataforma é bem versátil.

Em relação a marca, Playstation é a mais popular. Dos entrevistados, 38,4% responderam que tem o PlayStation 4 em casa, seguido de Xbox (29,4%), Playstation 2 e 3 (23,6% e 22,6%, respectivamente), Xbox One (22,5%) e Playstation 4 Pro (11%). Para 39,7%, o Playstation 4 é o preferido, seguido do Playstation 4 Pro (22,5%).

As cinco categorias mais jogadas são ação (89,9%), aventura (88%), estratégia (86,1%), corrida (86%) e atirador (85%). E as cinco menos são tabuleiro, cartas, quebra-cabeça, música e cross-platform.

Mais da metade já costuma jogar on-line com outros jogadores, correspondendo a 58,2% dos entrevistados, ante a 41,8% que não joga dessa forma. Comparada às outras categorias, a imersão do jogo on-line nos consoles é maior. As sessões duram de uma a três horas (49,2%) e a rede mais usada é a Playstation Network (53,7%).

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