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Annual Meeting Cosmetic é realizado com presença de empresários de todo o Brasil

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No último dia 27 de abril de 2019, foi sediado na cidade de São Paulo, o Annual Meeting Cosmetic. Idealizado por Janaina Hassim, especialista em Comunicação, Marketing e Vendas e CEO da ConsultMKT e Rede Beauty Brasil, e Lásaro do Carmo Júnior, CEO da Capital Upgrade e reconhecido no mercado por sua experiência no varejo na indústria brasileira, o evento recebeu mais de 100 empresários da indústria de cosméticos de várias regiões do país.

O encontro começou com Janaina e Lásaro explicando o objetivo do evento e o que o público podia esperar. Logo o CEO da Capital Upgrade começou sua palestra para falar de inovação, atualidade e negócios. Ele explicou o que é um empreendedor corporativo, a importância do foco, perfil e rotina, além disso, estimulou os empresários a criarem rotinas produtivas e inovadores para obter performance de alto nível. “Critique suas atitudes e hábitos, mais do que critica os de terceiros. É mais fácil mudar você, do que o resto do mundo”, comentou Carmo.

Bate-papo sobre tendências o mercado digital

Por volta das 11h da manhã, aconteceu um talk para falar sobre as tendências do mercado digital. A mediadora Janaina Hassim conversou com as convidadas Ana Caroline de Holanda, (Snapchat/Twitch), Ana Jacobs (CBB Digital), Deise Garcia (HM em Revista) e Carolina Martinez (Cabelos e Cia).  Todas comentaram do crescimento dos influenciadores digitais, como o mercado editorial tem se adequado a esse novo cenário, dentre outros pontos.

Paulo Vitor Porto da Capital Upgrade e PWR Gestão também realizou uma palestra para falar da importância da cultura empresarial consistente e orientada pelo propósito da organização, sempre considerando a importância do bem-estar do colaborador para crescimento progressivo de resultados. Colaboradores engajados apresentam desempenho 147% melhor. “Talento e intensidade não ganham o jogo sozinhos. A consistência ganha o jogo, fazendo o básico bem feito”, disso o profissional.

Palestra do Paulo Vitor Porto

‘O que significa a cultura de obsessão pelo cliente’ foi o tema da palestra de Gordon Murphy, Team Lead – Brazil Marketplace Amazon. O profissional levantou dados relevantes acerca da Amazon, uma das maiores empresas do mundo e também uma das que mais cresce, com mais de 300 milhões de contas de clientes ativos no mundo. Além disso, explicou como funciona essa cultura em que o cliente é o centro de toda a operação da empresa, demonstrando como um cliente que teve uma experiência positiva gera um ciclo virtuoso para a empresa e, consequentemente, mais resultados.

Hélio Tatsuo do Grupo Hoken palestrou sobre Mononível e Multinível. Além de expor sua trajetória profissional, Hélio mostrou a relevância do multinível para diversos mercados. Além disso, logo em seguida aconteceu um talk sobre o mesmo assunto. Janaina Hassim mediou os convidados, Luiz Piccoli (Cless), Lásaro do Carmo, Marcio Michelasi (ProBeleza) e o próprio Hélio. Os presentes exploraram diversos pontos a respeito do mononível que já é um mercado bilionário e que atrai cada dia mais empresas. Durante o bate papo, vários números foram apresentados, mostrando todos os lados da indústria.

Bate-papo sobre Mononível e Multinivel

Abaixo confira alguns dos números apresentados no painel: 

  • Em 2017 foram comercializados mais de 1,9 bilhão de itens (produtos e serviços) por venda direta no Brasil. Isso gerou um volume de negócios de R$ 45,2 bilhões, valor que representa 8% do PIB da indústria de transformação;
  • A força de vendas é formada por 4,1 milhões de empreendedores que atuam como revendedores diretos das empresas, seja em modelo de marketing multinível ou mononível;
  • Os produtos de cosméticos no Brasil representam 54,7% contra 32% de representatividade de vendas diretas no mundo;
  • O Brasil ocupa a 6ª posição global e a 2ª nas Américas (Norte, Sul e Central), com 5% de participação nas vendas diretas de todo o mundo.

    Fernando Cavalcanti – Palestra sobre inovação

O professor Fernando Cavalcanti ainda trouxe ao público as novas tendências mundiais nas quais a indústria da beleza deve se espelhar para garantir a inovação em seus negócios. Já Raduan Melo falou sobre o processo de venda e a importância de estruturá-la com base em propósito “A venda acontece quando você se conecta com o porquê do seu cliente. Vender não é mais só relacionamento, é propósito”, finalizou.

Além de se atualizarem e ganharem novos conhecimentos, os empresários puderam se conhecer, sanar dúvidas e também receberam o material do evento que continha exercícios práticos para serem feitos na hora. Agora, basta esperar pela próxima edição do evento.

Crédito das Fotos: Elton Araujo Fotografia

Palestra do Lásaro do Carmos Jr, Ex- CEO da Jequiti

Bate-papo sobre Mononível e Multinivel

Palestra da Amazon, ministrada pelo TeamLead do MarketPlace do Brasil, Gordon Murphy

Zezinho Divanah

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Ator Daylon Martineli afirma: Masculino ou Feminino? Tanto faz!

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Daylon Martineli - Foto Acervo Pessoal

Nada mais comum do que adentrar uma loja de vestuário e encontrar as peças masculinas e femininas separadas em ambientes diferentes para que o público possa escolher a que melhor na agradar. Tal imagem, tão comum até certo tempo atrás, pode se tornar uma imagem do passado. Afinal, como destaca o ator Daylon Martineli, os tempos estão mudando, e o modo de vestir também.

Não é segredo para ninguém que ao longo de toda a formação da sociedade o vestuário assumiu parte fundamental na construção da identidade. Afinal, diversas características foram essenciais para construir o que hoje se denomina moda masculina e feminina e suas exclusividades. Afinal, quem nunca ouviu que homens usam calça e mulheres só devem usar vestido? Pensamentos assim povoaram durante anos a sociedade, mas estão se tornando coisa do passado.

Estes novos tempos quando se fala no vestuário são vistos com bons olhos pelo ator Daylon Martineli: “Em pleno século XXI ainda existem pessoas que fazem questão de diferenciar o que é moda masculina e feminina. Para mim isso é um ultraje. Afinal, a roupa é de quem compra, paga, veste e se sente bem. Uma mulher pode usar tranquilamente calça e camisa de botão, por exemplo. E por que um homem não pode vestir um camisete com uma pantacourt ou pantalona?”, questiona.

Até mesmo aqueles itens que comumente são associados à um gênero em específico podem muito bem ter seu uso reinventado, destaca o jovem artista: “Até mesmo saia ou vestidos curtos ou longos, tão comumente encontrados no guarda-roupa das mulheres, podem muito bem ser adaptados para novas situações cotidianas, por exemplo. É possível adaptá-los com uma calça legging, por exemplo, para ir à academia ou montar uma combinação para sair”, reforça.

Daylon Martineli - Foto Acervo Pessoal

Ou seja, para entender estas mudanças, Daylon é taxativo: “Estamos em 2021, e por isso este tabu de que tal roupa é só de mulher e aquela é só de homem não deve mais existir. Eu mesmo passo maquiagem, visto uma saia, uso calça pantacourt pantalona e me sinto muito bem com isso”, reforça o ator.

Mas afinal, qual deve ser o estilo ideal? A resposta de Daylon é uma boa dose de otimismo para qualquer um que deseja vencer os antigos padrões impostos pela sociedade: “Deve ser de quem o faz e pronto. Cada um veste o que quer e o que faz se sentir bem. Vale lembrar, por exemplo, que quem ‘definiu’ que as mulheres devem usar calça foi uma das maiores estilistas e influenciadoras de moda que já existiu o mundo: a parisiense Gabrielle Bonheur Chanel, a popularmente conhecida como Coco Chanel”, destaca.

Até antes deste movimento, Daylon lembra que “era um grande tabu as mulheres usarem jeans ou qualquer outro tipo de calça, porque naquela época tais peças eram exclusivamente voltadas para os homens”. Diante disso, o ator acredita que o mesmo acontece com roupas cujo estereótipo lembrem apenas o universo feminino e que sejam desejadas por homens: “È por isso que já passou da hora da quebrar estes preconceitos que ficaram impregnados ao longo de tanto tempo e dar a liberdade a cada um vestir aquilo que lhe faz bem”, completa.

Não é uma tarefa fácil. Mas, mudar a mentalidade tão enraizada ao longo de séculos de evolução da sociedade não é uma tarefa fácil. Para se ter ideia, até no programa Big Brother Brasil este assunto foi um dos comentados ao longo da última semana.

Em uma das festas realizadas para os participantes, o ator e cantor Fiuk chamou a atenção de moradores da casa e do público em geral por usar um vestido naquele momento de diversão. Foi o estopim para que o cantor Rodolffo, também na disputa pelo prêmio do programa, e o público em geral debatesse se o artista estava certo ou errado ao usar aquela vestimenta.

Fiuk contou naquele ter ficado mal por não ver sentido na piada do brother, que debochou da forma como ele estava vestido. “Já deu de fazer essas piadas, né? É 2021, já deu, né? Na própria prova (do líder), ele já tinha feito as piadas do meu cabelo”, revelou o filho de Fábio Jr.
Ao acompanhar esta situação, Daylon Martineli postou uma mensagem nas redes sociais em que defendia Fiuk e todos aqueles que desejam as roupas de acordo com seu bem-estar: “Rodolffo, deixa eu te falar: homem pode usar saia sim, pode se maquiar e ir nas festas de Goiás ou Goiânia de saia, maquiagem e salto alto sim. Gay não é uma criatura. Pense e repense. E não somos obrigados a te fazer sorrir. Ser gay é uma coisa, palhaço é outra”.

O desabafo de Daylon foi acompanhado por seus 302 mil seguidores nas redes sociais e deixa uma lição bem clara, destaca o ator: “Assim como disse o Fiuk, estamos em 2021, não é tempo mais para piadas desse tipo. É necessário sim uma reflexão sobre o assunto e ver que a mentalidade hoje é outra, mais aberta, e cabe à cada um de nós valorizar e reforçar isso”, finaliza o jovem ator.

Daylon Martineli - Foto Acervo Pessoal

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Videomaker Daniel Cajal dá dicas de como se tornar um profissional das imagens

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Daniel Cajal - Foto Acervo Pessoal

Se tem um setor que está crescendo, mesmo que a pandemia ainda esteja presente, é o setor de produção de vídeos. Daniel Cajal é uma das grandes referências deste assunto no Brasil, e explica como se tornar um profissional desta área pode ser um caminho valioso para quem deseja sair da crise.

Que a pandemia trouxe inúmeros prejuízos para o setor econômico no Brasil, isso não é segredo para ninguém. Por outro lado, nem tudo está perdido, e existe uma oportunidade de crescimento. Sim, o setor de produção audiovisual está em ritmo de crescimento, e por isso a dica é clara: Pegue sua câmera, se prepare e capte boas imagens. Afinal, seu bolso agradece!

Desde a popularização da televisão, o vídeo se tornou o meio ideal para anunciantes diversos venderem produtos e ideais. Atualmente, uma das formas de conquistar público e fidelização de clientes é publicar estes conteúdos na internet. Por isso, um filme bem feito consegue chamar a atenção e atingir seu objetivo. Neste sentido, o Videomaker é aquele profissional responsável por captar, editar e finalizar estes materiais, o que torna destacada esta profissão.

Referência no Brasil quando se fala neste assunto, o Videomaker Daniel Cajal detalha como a pandemia abriu de vez as portas para estes profissionais na internet: “Não há dúvidas de que o YouTube se tornou a plataforma de vídeos online, com a maior quantidade diária de acessos. Os vídeos passaram a se tornar companheiros daqueles que estão isolados em casa e precisam de uma forma de entretenimento. Ou então se torna o espaço ideal para quem deseja fazer publicidade de alguma marca, afinal, sabe que tem um público em especial para alcançar ali. As pessoas não assistem mais televisão como antes, preferem dedicar a atenção ao mundo web”, destaca o videomaker.

Videomaker - Foto Divulgação

Com diversos tipos de vídeos publicados diariamente nas redes sociais, é fundamental que o videomaker esteja por dentro de todas as novidades de cada uma delas: “Cabe ao profissional acompanhar as novas linguagens, novos estilos de edição e até estudar a duração ideal de cada material”.

Para se ter ideia, o crescimento expressivo desta marca se confirma em quatro estatísticas divulgadas no ano passado na Video Marketing Statistics 2020: 85% dos negócios usam vídeo como uma ferramenta de marketing. 99% daqueles que usaram vídeo em 2019, afirmaram que em 2020 continuaram a fazê-lo. 92% dos publicitários afirmam que o vídeo é importante para a estratégia de marketing. E, 85% das estratégias com vídeo utilizam o YouTube.

No entanto, ser um videomaker requer conhecimento de uma série de requisitos. Cajal lembra que “as atividades de um videomaker não estão concentradas apenas na filmagem. Ele é peça importante em toda a criação do vídeo. Na fase da pré-produção, por exemplo, ele deve participar de reuniões focadas no brainstorm e na seleção de locações. Logo após, cabe ao vdeomaker realizar os ajustes para obter o melhor resultado, como: iluminação em locações internas e externas, câmera de vídeo e captação de áudio. Depois disso, a edição e a finalização ficam por conta da pós-produção, juntamente com a conversão e o upload do material. Toda atenção é importante nesta fase, pois é aqui que os recursos audiovisuais são incluídos para que o vídeo esteja de acordo com o objetivo traçado lá no início”.

Como pode se perceber, as tarefas são muitas. Mas Cajal destaca a importância de um bom diferencial para quem deseja investir neste ramo: “Fundamental lembrar que o Videomaker seja inovador e saiba avaliar as melhores formas de apresentar seu trabalho. É essencial ter uma boa bagagem de referências e ter noções de diferentes estilos de arte. Do ponto de vista técnica, os principais conhecimentos técnicos necessários são edição, finalização, tratamento de imagem, captação de imagens, manuseio de equipamentos de câmera e áudio. Além disso, esta pessoa também deve ter plenos conhecimentos de softwares específicos para cada etapa. Alguns deles, o Photoshop e Lightroom, por exemplo, auxiliam no tratamento de imagens. Já o Illustrator e o After Effects são úteis para criação e inserção de motion designs. A edição de imagens pode ser feita utilizando o Premiere Pro ou o Final Cut Pro”.

Videomaker - Foto Ilustração

Como se não vê não é uma tarefa fácil, mas existem caminhos que podem ajudar, reforça Cajal: “Hoje em dia existem formações em cursos como Publicidade e Propaganda, Rádio e TV, Cinema, Edição de Vídeos ou Multimídia. Aliás, os cursos na área de Motion Design são um grande diferencial para o currículo”.

E uma dica valiosa: “Não deixe de montar um arquivo com todos seus trabalhos para apresentar quando for preciso. A produção de conteúdo em vídeo segue crescendo. Aliás, cada vez mais empresas apostam em vídeos para que a audiência gere bons resultados no futuro. Então, mesmo com a pandemia, é possível encontrar oportunidades em várias áreas diferentes além dos tradicionais canais e agências de comunicação. O videomaker pode gravar aulas online, receitas para canais no YouTube, vídeos com foco em treinamentos, entre outros”, completa Cajal.

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Parapsicóloga afirma que população brasileira deverá se preparar para lidar com restrições até 2023

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Parapsicóloga Dricca Rhiel - Foto: Acervo Pessoal

A parapsicóloga Dricca Rhiel afirma que as restrições ainda vão continuar, mas que a doença já chegou em sua expressão máxima e que o otimismo é importante para o mundo se reerguer

O que se pode definir como uma estafa generalizada na população é o resultado da soma do longo período de restrições, confinamento e da falta de resultados efetivos em relação à retomada da vida normal. Apesar da vacinação já ter começado no planeta, os passos ainda são lentos para quem não aguenta mais esperar poder voltar à vida normal e retomar atividades e encontros sociais. A parapsicóloga Dricca Rhiel afirma que as pessoas precisarão aprender a lidar com o isolamento e com elas mesmas até 2023. “É necessário descobrir formas de se conectar com o seu eu, cultivar seus momentos em que está sozinha de forma produtiva, com atividades como leituras, estudos e meditação”, aconselha.

Dricca Rhiel trabalha em mais de uma frente: aconselhamentos e orientações sobre futuro para casos específicos, atendimentos em situações de crise, em que seus pacientes chegam a ligar até de madrugada diante de algum acontecimento trágico, e os atendimentos na linha da psicoterapia, em que ela escuta e orienta constantemente as pessoas em situações do cotidiano. Em situações como a atual, em que milhares de brasileiros estão ansiosos e cansados de esperar pela normalidade, um dos caminhos que pode ser seguido por quem sofre é ter alguém para escutar suas preocupações. “Quando a pessoa está desesperada ela precisa falar, pode falar a mesma coisa trinta vezes, mas ela precisa se expressar, pois está em meio a uma tristeza e não consegue se ver de fora, meu trabalho é escutar e conseguir mostrar uma saída para o problema”, explica Dricca.

Dricca Rhiel - Foto: Acervo Pessoal

A parapsicologia é o estudo dos fenômenos incomuns da mente humana, a aptidão de captar o que não é visto e sentido pela maioria, é o popular sexto sentido. Dricca explica que é algo genético e recessivo, em que a glândula pineal é mais desenvolvida. “Assim como uns têm talentos para música e outros para a pintura, eu consigo me colocar no lugar dos outros e sentir o que eles sentem, é uma percepção extra sensorial, além dos cinco sentidos, não tem a ver com religião, é a intuição que se manifesta de diversas formas”. Seus tratamentos são holísticos e levam em consideração aspectos comportamentais e energéticos.

Diante disso, ela percebe que o mundo atualmente está com uma energia diferente, impulsionada pelos acontecimentos causados pela pandemia e os medos de todos. “A emoção mais densa e prejudicial é o medo, pois ele paralisa e libera hormônios que podem ser maléficos em excesso”, explica. Além disso, ela destaca que quando estão todos vibrando de maneira negativa, é criado um campo energético que abarca esse tornado de pessimismo e gera uma atmosfera negativa, capaz de prejudicar ainda mais a todos.

“O pânico não vai ajudar em nada, o que você precisa fazer é resgatar sua própria conexão, com você mesmo e com o divino, seja qual for a sua fé, inclusive destaco que fé não é apenas algo religioso, fé pode ser em você mesmo, nas pessoas, nos seus planos e na vida”.  Resumindo, por mais difícil que pareça, a parapsicóloga pede que se mantenha o otimismo. “Nós temos que manter o sentimento de otimismo. Já estamos enfrentando o pior momento da pandemia. Vai passar!”.

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