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Cinema

Rogue One – Uma história Star Wars

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O primeiro filme Spin-Off da multimilionária franquia de Star Wars teve a missão de sanar várias dúvidas do seu próprio universo. Quem são os “Rogue One” que aparecem no letreiro inicial de “Uma Nova Esperança” ? Como os rebeldes roubaram os planos da Estrela da Morte? Por que construíram a Estrela da Morte com um falha tão grotesca? E outras mais. Portanto “Rogue One” responde essa e outras mais perguntas.

Nessa aventura ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.

Assim como em todo filme da franquia, as tensões políticas são logo explicadas e explicitadas, os personagens vão surgindo e sendo apresentados em decorrência de suas posições políticas, sejam elas A, B ou neutra. A ambientação é pela primeira vez convincente de verdade, aqui, existe demonstrações em diálogos, tomadas aéreas e ações dos personagens de que em Star Wars existe sim, uma sociedade organizada, com questões morais, hierárquicas, e até religiosas. Há muito cuidado em mesmo sendo um filme de 2016, e as tecnologias serem de tal ano, para que o filme ainda pareça ser imerso ao universo apresentado em 1977.

O início do filme funciona para compor as motivações de cada personagem dentro da trama, e também para a união do grupo. E, diga-se de passagem, é formado um pouco às pressas, até por que o foco nessa história é a missão, e dentro dela não há tempo para um real desenvolvimento de personagem, tampouco para a criação de relações fortes e fidedignas. Como há um senso de missão e de dever a ser cumprido muito presente, o tempo de tela a insuficiente para nos apegarmos as relações, exemplo de Jyn Erso e Saw Garrera, a história de ambos é proposta no filme, mas não mostrada, apenas subentendida, fazendo com que você não se comova com uma possível separação entre eles.images (1)

A melhor coisa de “Rogue One”, com toda certeza é a sua direção, o diretor Gareth Edwards se mostra como um verdadeiro fã de Star Wars. O uso da câmera colocada entreposta a objetos, montanhas, pessoas, faz com que ela seja participativa, em alguns momentos ela de certa forma interage com a cena em questão, sem contar a cinematografia grandiosa, tomadas aéreas de desertos, praias e vilas inteiras deram de fato a sensação de uma sociedade galáctica, coisa que nenhum dos outros 7 (sete) filmes conseguiram de fato.

O roteiro aqui apresentado tem algumas pequenas falhas, porém a maior virtude do mesmo é conseguir se amarrar completamente a cronologia regular deste universo, não sobram pontas para serem aparadas futuramente, ele é um filme fechado, começa e termina dentro dele mesmo. O que de fato faz todo sentido, quando pensamos em ampliar o nosso olhar sobre a história. !!!!!! (SPOILER ALERT) !!!!!!!!!!! (SPOILER ALERT) !!!!!Se eles não tivessem morrido, onde estariam personagens tão importantes ? Então, de certa forma a morte de todos os personagens formadores da missão Rogue One não nos soa em vão. Aliás, por mais que imaginássemos a morte deles, elas são muito bem feitas, e colocadas no filme, há uma atmosfera triste em volta delas, a maioria das mortes são de fato sentidas. ( FIM DO SPOILER)

Elementos artísticos aqui presentes são bem utilizados, a paleta de cores amarronzadas das superfícies dos planetas e nas roupas dão o tom certo de sujeira que uma guerra tem, além disso, na mudança dessa paleta para uma paleta mais fria, acinzentada, quando estamos falando das instalações do Império, demonstrando a frieza e amargura dessas pessoas. A trilha sonora de Michael Giacchino é mais uma vez orquestral, o que se tornou clássico em Star Wars e muito bem encaixada nas cenas.

Como não poderia ser diferente, Rogue One é um show de Easter Eggs, alguns maiores e outros menores, mas todos com a função de agradar os fãs fervorosos da franquia. Há também participações especiais, a maior delas, a de Darth Vader, que nunca apareceu tão malvado, obstinado e impondo tanto medo aos outros personagens, sejam eles do Império ou Rebeldes. Diferente do episódio VII, Rogue One não tem o interesse de atrair novos fãs, é claramente destinado aos fãs adultos, até mesmo pela sua carga emocional.images (2)

Rogue One – Uma história Star Wars é talvez o único filme que faça jus a palavra WAR (Guerra em inglês), são muitos elementos de filmes de guerra, o 3° ato é todo um ato de guerra, lembrando muito a batalha da Normandia, já encenada em outros filmes no cinema. Há pouco apego emocional com sua protagonista, ela não é tão forte ou carismática como outras, as relações pessoais não são tão bem aproveitadas devido ao pouco tempo de tela e ao foco narrativo, porém novamente temos um robô (2-KSO) que rouba a atenção, servindo muito bem de alívio cômico.

Dizer que esse é o melhor filme da história da franquia, é não entender a franquia em si, já que esse filme só existe pela qualidade e sucesso da trilogia
original. Temos sim um ótimo filme, com falhas é claro, há uma parte de mais ou menos 15 minutos no meio do filme que deixa-o longo demais, porém o filme irá deixar qualquer fã muito alegre, pra mim, temos aqui o melhor blockbuster do ano.

Nota: 8,0

Lançamento: 15 de dezembro de 2016

Gênero: Ação/Guerra/Space Opera

Diretor: Gareth Edwards

Roteiro: Gareth Edwars/Diego Luna/Forrest Whitaker/Jiang Wen/Gary Whitta

Distribuidora: Walt Disney Studios Motion PicturesRoug

Cinema

DJ Amorim vive filho do comediante Paulo Mathias Jr em sua estreia no cinema

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O elenco de “Os Espetaculares” também conta com Rafael Portugal, Luísa Perissé e Victor Meyniel

O carioca DJ Amorim, de 13 anos faz sua estreia no cinema no filme “Os Espetaculares”, uma comédia com Rafael Portugal e Paulo Mathias Jr. O filme acompanha um grupo de comediantes que precisa ganhar um concurso e tenta se afirmar no mercado dos espetáculos, revelando os bastidores do stand-up. Na trama, Ed Lima (Paulo Mathias Jr.) é um egocêntrico comediante de stand up que tem uma amorosa relação com o filho de 12 anos (o estreante DJ Amorim). Em cena, tem ainda uma jovem nerd que conta “piadas intelectuais” (Luísa Perissé), e o divertido, mas lunático, atendente de uma padaria (Victor Meyniel). “Os Espetaculares” chegou ao streaming (Apple TV, Now, Google Play, Youtube, Vivo Play e Sky Play). DJ Amorim, nome artístico escolhido pelo menino Deivis Júnior estará na próxima novela das 6 da Rede Globo, “Nos Tempos do Imperador”, adiada por conta da pandemia da Covid-19. O menino, que também é dublador e dançarino, já soma diversos trabalhos na TV e no teatro. Em “Jesus” novela da TV Record viveu Simão Zelote e participou da produção “O Rico e Lárazo”, também da emissora. Além das séries “Renascidos”, “Impuros” e “Bom Dia, Verônica”, que tem previsão de estreia na Netflix em outubro. Um garoto tranquilo e dedicado ao que faz, DJ Amorim se diz muito apaixonado pela atuação e pela dança, onde se especializa em hip hop, ballet clássico e sapateado.
Assessoria: 12ML comunicação

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Cinema

Camila Curty protagoniza série internacional “La Llamada”

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Dentro de todos os projetos de quarentena estrelados, a atriz Camila Curty foi convidada para participar de uma série internacional com atores do mundo todo. “La Llamada”, do diretor mexicano Octavio Maya Rocha, narra a história de personagens ao redor do mundo, diretamente relacionados à pandemia do COVID-19. Todos os episódios foram gravados por chamada de vídeo e tratam de cenários e assuntos muito importantes.

Com atores do Japão, Rússia, Nova York, Bolívia, entre outros, Camila é quem representa o Brasil na série. Sua personagem Sophia Queiroz, é uma antropóloga brasileira que tenta fazer contato com o companheiro de trabalho para dar a notícia de que o outro companheiro de ambos havia morrido e que as comunidades indígenas do Amazonas estão infectadas.

O convite para interpretar Sophia surgiu e Camila aceitou prontamente. “Octavio Maya estava dando início ao projeto com atores de todo mundo e Claudia Eid, diretora boliviana e grande amiga, me indicou quando ele começou a procurar uma atriz que representasse o Brasil. Octavio entrou em contato comigo e eu adorei o projeto, é muito a minha cara. Topei na hora”, afirma Camila. A atriz ainda revela o quão especial é para ela ser a única representante brasileira no projeto. “É muito especial para mim estar em um projeto que eu acredito e me identifico tanto, podendo ser a voz do Brasil em uma série que se passa no mundo inteiro”, completa.

Camila protagoniza o episódio do qual participa, uma vez que os episódios são independentes uns dos outros. A abordagem do cenário brasileiro na trama, trata diretamente de assuntos políticos que assolam o país desde o início da pandemia, como a omissão do governo frente ao caos. Ao fim do episódio, é feita ainda uma relação entre a situação brasileira e boliviana, o que o torna ainda um divisor de águas para a série.

Pôster de “La Llamada”

Em uma série exibida em todo mundo, o texto que trás toda a indiferença que o povo brasileiro enfrenta, torna-se uma documentação do que está acontecendo em um momento que entrará para os livros de história futuros. Além de entretenimento, “La Llamada” ganha uma importância ainda maior.

“Como é uma série internacional e que abrange uma área tão grande (já que envolve vários países), falar sobre a situação atual do Brasil na pandemia, sobre a situação da Amazônia, é como registrar um documento histórico, já que é uma história totalmente baseada em fatos reais. Acredito no poder que a arte tem de comunicar, denunciar e abrir os olhos que estão fechados. Poder ser porta voz desse assunto, que mexe tanto comigo, é muito importante pra mim” relata Camila.

A série foi inteiramente gravada por meio de chamadas de vídeos com os atores de outras nacionalidades e dirigida por Octavio Maya. O modelo que tem sido muito utilizado em produções audiovisuais por todo o mundo durante o isolamento social. E, além do episódio interpretado por Camila, toda a série é repleta de simbologias e mitos, servindo também como denúncia para situações reais que estão acontecendo no mundo durante todo o período de pandemia.

Para Camila, a produção de “La Llamada” aconteceu estando diretamente em contato com Octavio. O diretor em chamada de vídeo no México com a atriz no Brasil, produziu todo o episódio, que foi gravado dentro da casa de Camila.

“Octavio e eu produzimos tudo por vídeo chamada, ele no México e eu no Brasil. Trocamos vários áudios, evoluímos para o vídeo e tudo aconteceu assim. O Octavio desenvolve um movimento no cinema chamado MetaCine, que é a reinterpretação do que você pode ver na realidade e ele é super ligado na tecnologia. Casou perfeitamente com a produção do projeto, já que o episódio foi gravado na minha casa mesmo, pelo meu celular”, conta Camila.

E sendo produção de caráter realístico dentro de uma trama muito bem construída e, acima de tudo, sendo o primeiro projeto internacional da atriz, “La Llamada” já conquistou um espaço especial na carreira de Camila.

“É a primeira vez que faço parte de um projeto internacional e é um projeto a minha cara. Me identifico muito enquanto artista com essa pegada realista, documental e política. É especial demais estar trabalhando em um projeto tão grande e com pessoas tão talentosas e generosas. E é ainda mais especial acreditar nesse projeto”, conclui.

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Série “The Stripper” é exibida hoje no Fest Cine Pedra Azul

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E foi dada a largada para o Fest Cine Pedra Azul. Vivendo ainda a pandemia que afetou todo o país, o festival internacional de cinema precisou adaptar a programação para a versão digital, exibindo as mostras pelo site oficial. “The Stripper”, que conta com o ator Rodrigo Tardelli integrando o elenco, concorre ao festival e será exibido hoje Fest Cine Pedra Azul.

A trama foi indicada na categoria “Webséries” no festival internacional de cinema que decidiu abrir neste ano um espaço especial para as produções voltadas para internet. “The Stripper” concorre com mais oito produções. A série é da Ponto Ação Produções, produtora de conteúdo independente do ator em sociedade com as atrizes Priscilla Pugliese e Natalie Smith.

O ator ainda comenta sobre a expectativa para o festival. “As expectativas são as melhores. Demos toda nossa energia a The Stripper e agradeço muito ao Fest Cine Pedra Azul por ser o primeiro festival a abrir espaço para essa série”, afirma Tardelli.

Também ficou com vontade de assistir “The Stripper” no Fest Cine Pedra Azul? Basta clicar AQUI e preparar a pipoca. As exibições começam hoje, a partir das 20h!

Confira o trailer de “The Stripper” para já se preparar para a exibição:

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