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Cinema

Kong: A Ilha da Caveira – O MAIOR King Kong de todos

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King Kong é uma história recorrente no cinema, porém sempre foi um filme que dependia muito dos efeitos especiais para dar certo e convencer o público de que aquilo demonstrado em tela poderia ser real em alguma outra realidade. Foram 7 filmes ao longo da história, King Kong (1933), King Kong VS. Godzilla (1962), A fuga de King Kong (1967), King Kong (1976), King Kong 2 (1986), King Kong (2005) e UFA! Kong: A ilha da caveira (2017) e nenhum até agora tinha registrado um King Kong tão abissal e gigantesco como esse, graças à tecnologia disponível temos nesse filme O MAIOR (em tamanho realista) KING KONG do cinema.

Como já falado anteriormente o enredo de Kong, já foi muito utilizado por Hollywood e cabia a produção do filme buscar uma nova forma de contar a história do gorila mais famoso do mundo. E é exatamente isso que o filme do diretor Jordan Vogt-Roberts faz, com uma nova roupagem, uma nova ambientação, não precisando trazer Kong até Nova Iorque mais uma vez, o filme nos mostra, em 1944 durante a Segunda Guerra mundial, dois aviões caindo em uma ilha e lá seus pilotos descobrindo a existência de um macaco gigante. Já em 1973, o pesquisador Bill Randa (Jonh Goodman), em plena Guerra Fria, tenta obter recursos para explorar uma ilha no pacífico sul, até então inexplorada pelo homem. A expedição é aprovada e junto com alguns pesquisadores, o exército americano, comandado pelo Coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson) também se envolve na jornada, o rastreador James Conrad (Tom Hiddleston) e a fotografa Mason Weaver (Brie Larson) também se juntam a missão.

Logo no início do filme somos prontamente apresentados à queda de avião supracitado. A tendência é acharmos que o filme apenas criou uma alegoria para nos apresentar ao protagonista do filme, mas não, essa pequena cena irá ter consequências narrativas no futuro. Porém, é aqui que o nosso querido macaco gigante tem sua primeira aparição, demonstrando imponência e força, marca registrada do Kong.

Diferentemente de filmes anteriores, onde o surgimento do Kong era guardado a sete chaves, onde um plano de corpo inteiro demorava certa de 30 minutos de um filme, ou era envolto em sobras, encoberto por árvores e rochas, nesse filme não. Assim que os homens chegam à ilha misteriosa, Kong já é visto de corpo inteiro arremessando um tronco dentro de um helicóptero, tal como uma lança, já o vimos destruindo helicópteros, jogando corpos de soldados e pesquisadores para todos os cantos, ressaltando o potencial destrutivo que ele tem, fazendo com que o Coronel Packard, um homem já sádico, tivesse nele despertado um sentimento de ódio e vingança, jurando a morte de Kong para quem quisesse ouvir, e é isso que alimenta a trama.

O filme não consegue fugir de alguns clichês que fazem parte da mitologia do gorilão, como o fato de misteriosamente ele se afeiçoar pela protagonista do filme, como também a necessidade de termos outra espécie animal tão gigante quanto ele, mas com um viés claramente vilanesco, criatura aqui criada e apresentada sem a menor explicação lógica dentro da própria mitologia.

Os maiores erros de Kong: A ilha da Caveira estão no seu desenvolvimento. Ao elenco parece faltar química. Mesmo com nomes e rostos famosos como Samuel L. Jackson, o Tom Hiddleston (O Loki da Marvel), Brie Larson (Já venceu o Oscar de Melhor Atriz), em momento algum eles te convencem de que estão todos engajados na mesma história, e muitas das suas interações são breves demais ou artificiais. Simplesmente não há desenvolvimento de personagem, todos ali são puramente elementos narrativos ou então quantitativos para se tornarem presas dos perigos da Ilha, o que prejudica consideravelmente o trabalho de atuação dos atores. Tom Hiddleston e Brie Larson fazem papeis genéricos de mocinho e mocinha, Samuel L. Jackson tenta entregar algo a mais, um pouco de um olhar sádico, mas o seu personagem é só mais um lunático buscando vingança, nada que o cinema já não viu antes. O maior destaque são os atores responsáveis pelo humor do filme. Shea Whigham e Jason Mitchell fazem uma dupla de amigos muito cômica e o sucesso total é de Jonh C. Reily, em quase todos os momentos ele rouba a cena, sempre com uma ótima piada.

Os maiores acertos foram com toda certeza os Efeitos Visuais, quem são competentíssimos, brilhantes até, criam um King Kong em uma escala absurdamente grande, um realismo nas expressões que fazem qualquer criança questionar a veracidade do que está assistindo, tão realista que questiono que talvez pessoas que se sensibilizem demais com a dor animal, não consigam separar a dor do Kong, um enorme macaco feito no computador para a dor de um macaco real, o filme mexe com essas emoções. Outro acerto é a ambientação perfeita, o tom das cores, os personagens sempre com uma aparência suja, suados o que dá verossimilhança a ação, são composições belíssimas que montam as várias aparições de King Kong.

O trabalho do diretor Jordan Vogt-Roberts é estupendo na ação envolvendo o macaco, são cenas bonitas e ao mesmo tempo são brutais em alguns momentos, auxiliado por CGI incrível, Vogt-Roberts faz uso de silêncios absolutos para reforçar a agonia e a sensação de perigo. Além do que, a batalha final entre Kong e a criatura do mal é algo muito legal de se ver.

O filme TEM UMA CENA PÓS-CRÉDITOS, que deixa em aberto a possibilidade de continuações com outros monstros famosos.

Kong: A Ilha da Caveira é bom filme, que tenta fugir do comum, mas que recorre a clichês em alguns momentos falta um peso mais dramático, porém para alguns a ação irá superar todos os defeitos. É inegavelmente o King Kong mais poderoso do cinema, graças à tecnologia disponível em 2017, uma experiência bacana, mas não espere um filmaço aqui.

NOTA: 6,5

 

Nome Original: Kong:Skull Island
Estreia: 9 de Março de 2017
Roteiro: Derek Connolly / Dan Gilrory / Max Borenstein
Diretor: Jordan Vogt-Roberts
Distribuidora: Warner Bros.

 

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DJ Amorim vive filho do comediante Paulo Mathias Jr em sua estreia no cinema

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O elenco de “Os Espetaculares” também conta com Rafael Portugal, Luísa Perissé e Victor Meyniel

O carioca DJ Amorim, de 13 anos faz sua estreia no cinema no filme “Os Espetaculares”, uma comédia com Rafael Portugal e Paulo Mathias Jr. O filme acompanha um grupo de comediantes que precisa ganhar um concurso e tenta se afirmar no mercado dos espetáculos, revelando os bastidores do stand-up. Na trama, Ed Lima (Paulo Mathias Jr.) é um egocêntrico comediante de stand up que tem uma amorosa relação com o filho de 12 anos (o estreante DJ Amorim). Em cena, tem ainda uma jovem nerd que conta “piadas intelectuais” (Luísa Perissé), e o divertido, mas lunático, atendente de uma padaria (Victor Meyniel). “Os Espetaculares” chegou ao streaming (Apple TV, Now, Google Play, Youtube, Vivo Play e Sky Play). DJ Amorim, nome artístico escolhido pelo menino Deivis Júnior estará na próxima novela das 6 da Rede Globo, “Nos Tempos do Imperador”, adiada por conta da pandemia da Covid-19. O menino, que também é dublador e dançarino, já soma diversos trabalhos na TV e no teatro. Em “Jesus” novela da TV Record viveu Simão Zelote e participou da produção “O Rico e Lárazo”, também da emissora. Além das séries “Renascidos”, “Impuros” e “Bom Dia, Verônica”, que tem previsão de estreia na Netflix em outubro. Um garoto tranquilo e dedicado ao que faz, DJ Amorim se diz muito apaixonado pela atuação e pela dança, onde se especializa em hip hop, ballet clássico e sapateado.
Assessoria: 12ML comunicação

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Cinema

Camila Curty protagoniza série internacional “La Llamada”

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Dentro de todos os projetos de quarentena estrelados, a atriz Camila Curty foi convidada para participar de uma série internacional com atores do mundo todo. “La Llamada”, do diretor mexicano Octavio Maya Rocha, narra a história de personagens ao redor do mundo, diretamente relacionados à pandemia do COVID-19. Todos os episódios foram gravados por chamada de vídeo e tratam de cenários e assuntos muito importantes.

Com atores do Japão, Rússia, Nova York, Bolívia, entre outros, Camila é quem representa o Brasil na série. Sua personagem Sophia Queiroz, é uma antropóloga brasileira que tenta fazer contato com o companheiro de trabalho para dar a notícia de que o outro companheiro de ambos havia morrido e que as comunidades indígenas do Amazonas estão infectadas.

O convite para interpretar Sophia surgiu e Camila aceitou prontamente. “Octavio Maya estava dando início ao projeto com atores de todo mundo e Claudia Eid, diretora boliviana e grande amiga, me indicou quando ele começou a procurar uma atriz que representasse o Brasil. Octavio entrou em contato comigo e eu adorei o projeto, é muito a minha cara. Topei na hora”, afirma Camila. A atriz ainda revela o quão especial é para ela ser a única representante brasileira no projeto. “É muito especial para mim estar em um projeto que eu acredito e me identifico tanto, podendo ser a voz do Brasil em uma série que se passa no mundo inteiro”, completa.

Camila protagoniza o episódio do qual participa, uma vez que os episódios são independentes uns dos outros. A abordagem do cenário brasileiro na trama, trata diretamente de assuntos políticos que assolam o país desde o início da pandemia, como a omissão do governo frente ao caos. Ao fim do episódio, é feita ainda uma relação entre a situação brasileira e boliviana, o que o torna ainda um divisor de águas para a série.

Pôster de “La Llamada”

Em uma série exibida em todo mundo, o texto que trás toda a indiferença que o povo brasileiro enfrenta, torna-se uma documentação do que está acontecendo em um momento que entrará para os livros de história futuros. Além de entretenimento, “La Llamada” ganha uma importância ainda maior.

“Como é uma série internacional e que abrange uma área tão grande (já que envolve vários países), falar sobre a situação atual do Brasil na pandemia, sobre a situação da Amazônia, é como registrar um documento histórico, já que é uma história totalmente baseada em fatos reais. Acredito no poder que a arte tem de comunicar, denunciar e abrir os olhos que estão fechados. Poder ser porta voz desse assunto, que mexe tanto comigo, é muito importante pra mim” relata Camila.

A série foi inteiramente gravada por meio de chamadas de vídeos com os atores de outras nacionalidades e dirigida por Octavio Maya. O modelo que tem sido muito utilizado em produções audiovisuais por todo o mundo durante o isolamento social. E, além do episódio interpretado por Camila, toda a série é repleta de simbologias e mitos, servindo também como denúncia para situações reais que estão acontecendo no mundo durante todo o período de pandemia.

Para Camila, a produção de “La Llamada” aconteceu estando diretamente em contato com Octavio. O diretor em chamada de vídeo no México com a atriz no Brasil, produziu todo o episódio, que foi gravado dentro da casa de Camila.

“Octavio e eu produzimos tudo por vídeo chamada, ele no México e eu no Brasil. Trocamos vários áudios, evoluímos para o vídeo e tudo aconteceu assim. O Octavio desenvolve um movimento no cinema chamado MetaCine, que é a reinterpretação do que você pode ver na realidade e ele é super ligado na tecnologia. Casou perfeitamente com a produção do projeto, já que o episódio foi gravado na minha casa mesmo, pelo meu celular”, conta Camila.

E sendo produção de caráter realístico dentro de uma trama muito bem construída e, acima de tudo, sendo o primeiro projeto internacional da atriz, “La Llamada” já conquistou um espaço especial na carreira de Camila.

“É a primeira vez que faço parte de um projeto internacional e é um projeto a minha cara. Me identifico muito enquanto artista com essa pegada realista, documental e política. É especial demais estar trabalhando em um projeto tão grande e com pessoas tão talentosas e generosas. E é ainda mais especial acreditar nesse projeto”, conclui.

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Série “The Stripper” é exibida hoje no Fest Cine Pedra Azul

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E foi dada a largada para o Fest Cine Pedra Azul. Vivendo ainda a pandemia que afetou todo o país, o festival internacional de cinema precisou adaptar a programação para a versão digital, exibindo as mostras pelo site oficial. “The Stripper”, que conta com o ator Rodrigo Tardelli integrando o elenco, concorre ao festival e será exibido hoje Fest Cine Pedra Azul.

A trama foi indicada na categoria “Webséries” no festival internacional de cinema que decidiu abrir neste ano um espaço especial para as produções voltadas para internet. “The Stripper” concorre com mais oito produções. A série é da Ponto Ação Produções, produtora de conteúdo independente do ator em sociedade com as atrizes Priscilla Pugliese e Natalie Smith.

O ator ainda comenta sobre a expectativa para o festival. “As expectativas são as melhores. Demos toda nossa energia a The Stripper e agradeço muito ao Fest Cine Pedra Azul por ser o primeiro festival a abrir espaço para essa série”, afirma Tardelli.

Também ficou com vontade de assistir “The Stripper” no Fest Cine Pedra Azul? Basta clicar AQUI e preparar a pipoca. As exibições começam hoje, a partir das 20h!

Confira o trailer de “The Stripper” para já se preparar para a exibição:

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