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Cinema

TOP 10 – Melhores filmes de Super-Heróis.

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Eu achei que o método de apenas ficar criticando os filmes um pouco pobre, então tive a idéia de fazer algo um pouco mais descompromissado e um pouco mais divertido, tanto para mim, como para vocês. Daí surgiu à opção de fazer um “inovador” TOP 10. Caso fique legal e vocês gostem posso voltar a fazer outros futuramente.
Os critérios usados para esse ranking não são lá tão cinematográficos, é claro que levarei isso em conta, mas eu apenas listei todos os filmes de super-heróis que eu gosto e acho bem feito, depois disso os coloquei lado a lado numa folha de papel e fui ranqueando de acordo com meu gosto pessoal, meu nível de empolgação e o grau do número de vezes que eu poderia assistir a esse filme sem enjoar. Nada muito técnico, novamente frisando, eu não ignorei tais aspectos e fatores, eu apenas não os coloqueis como fator determinante para esse TOP 10.
Outro dado importante é que eu desconsiderei Animações como, por exemplo, “Os Incríveis” .E é uma lista de SUPER-HERÓIS, bons filmes baseados em histórias em quadrinhos, mas que não tem nenhum personagem sendo um super-herói não entram na minha lista, apesar de gostar muito de alguns deles, como por exemplo “V de Vingança”.

Vamos os DEZ melhores filmes de super-heróis de todos os tempos:

10 – X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO (2014) X-men - 10
Diretor: Bryan Singer
O filme é indiscutivelmente o melhor envolvendo o grupo de mutantes da Marvel Comics. Com uma ótima dose de coragem logo no início, esse filme tem camadas envolvendo um relacionamento amoroso, mas em momento algum perde o foco narrativo. Com cenas de ação muito boas (Como se esquecer da primeira cena do Mercúrio da Fox nos cinemas?) e um roteiro bem estruturado com todo o Universo cinematográfico dos X-men, esse é o nosso décimo lugar da lista.

9 – WATCHMEN (2009)watch
Diretor: Zack Snyder
Muito provavelmente temos aqui a melhor direção de Zack Snyder, o diretor que futuramente iria dirigir outros filmes de super-herói, (Homem de Aço e Batman VS. Superman) tem em Watchmen uma ótima ambientação, ele sabe usar a censura um pouco mais alta para que as cenas de ação, nudez e violência sejam importante para a história que o filme quer contar. Aliás, uma história com muitas reflexões morais e conflitos existencialistas, tudo muito bem feito e organizado, conjuntamente a ambientação temporal em que o filme se passa. O filme também conta com personagens muito bons e atores em trabalhos inspirados.

8 – DEADPOOL (2016) Deadpool - 8
Diretor: Tim Miller
Junte os elementos a seguir: um “gênero” cinematográfico já estabelecido, e então adicione muita coragem e temos Deadpool. O ator Ryan Reynolds se apresenta aqui como se de fato fosse o Deadpool, a afinidade de roteiro, atuação e personagem é tão grande que é essa a sensação que temos. O filme traz um humor completamente subversivo ao até então apresentado no gênero, usando de muitos artifícios para tal objetivo, até mesmo a quebra da quarta parede. O pouco orçamento do filme, comparado aos seus concorrentes deixa essa obra cinematográfica ainda mais interessante, já que até isso é levado em consideração no roteiro. Há um entendimento total, de direção, atores e roteiro sobre qual material eles estavam trabalhando.

7 – KICK-ASS (2010) kick-ass - 7
Diretor: Matthew Vaughn
A melhor descrição que eu já vi alguém fazer sobre Kick-Ass se resume em apenas três palavras: Debochado, violento e divertido. O enredo do filme em si parece algo completamente sem pé, nem cabeça, como assim um adolescente esquisito (Kick-Ass) que escolheu ser herói, uma menina de 11 anos que comete assassinatos (Hit Girl) ao lado do seu pai (Big Daddy), também assassino, pode dar certo? Não é que deu? O filme é ácido nos seu humor e principalmente em seus diálogos. São muitas paródias sobre heróis tradicionais como Batman e Homem-Aranha, além de contar com inúmeras referências sobre a cultura pop. O roteiro completamente descompromissado com algo a mais do que apenas divertir, fazem desse filme uma ótima comédia de super-herói e digno do sétimo lugar da lista.

6 – CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL (2016) Guerra Civil - 6 %5b
Diretor: Anthony Russo e Joe Russo
Esse filme paradoxalmente é muito engraçado, talvez o mais engraçado do Universo Cinematográfico da Marvel, porém é o marco do amadurecimento das produções do estúdio para o cinema. O longa une na mesma história Capitão América (dono do filme), Homem de Ferro e Homem-Aranha, talvez hoje os principais heróis da editora estadunidense, portanto falamos de um filme de altíssima responsabilidade. E que cumpre seu papel, a idéia de por vários heróis lutando entre si é atrativa desde os primórdios das HQ’s, e esse filme executa como brilhantismo tal façanha, mesmo que tenhamos que ignorar lógicas físicas para assimilar o roteiro. As apresentações de novos personagens soam naturais e roubam a cena, o humor muito afiado, a ação muito bem coreografada e a cumplicidade entre os heróis fazem muitos chamarem Guerra Civil de “Vingadores 2.5”, o que não é verdade absoluta, já que a trama circula em torno do dono da festa, o Capitão América.

5 – HOMEM ARANHA 2 (2004)homem-aranha 2 - 5
Diretor: Sam Raimi
Para muitos fãs do cabeça de teia esse é o melhor filme de todos os tempos, sobre o herói aracnídeo (pelo menos por enquanto, em 2017 estréia Spider-Man:Homecoming). Primeiro por que conta, para mim, com um ótimo vilão, que demonstra certa loucura e uma motivação avassaladora que não o fará parar, também o fato de herói e vilão terem basicamente o mesmo nível de força, deixando as cenas de ação mais palatáveis aos expectadores. O humor é outra tática utilizada pelo seu diretor, ele flutua entre as tensas cenas de ação, não sendo pausas obrigatórias para uma piadinha, mas funciona naturalmente quase que organicamente. Em uma época onde não havia tantos outros filmes de super-heróis, Homem-Aranha 2 preparou o terreno para futuras produção do gênero, portanto vale o quinto lugar.

4 – CAPITÃO AMÉRICA: SOLDADO INVERNAL (2014)O soldado invernal - 4
Diretor: Anthony Russo e Joe Russo
O Soldado Invernal é o primeiro filme solo do UCM (Universo Cinematográfico da Marvel) em que temos a real noção de que estamos tratando de um universo compartilhado, mais complexo e conectado do que em Homem de Ferro por exemplo. Somos apresentados a inúmeros personagens nesse filme, todos ligados ao passado da SHIELD, mas não nos sentimos perdidos na narrativa e no desenvolvimento da história. Os irmãos Russo nos trazem uma ação policial, são muitas perseguições, tiroteios e cenas de luta, que, aliás, são otimamente feitas e produzidas. O ritmo do filme nos deixa sem fôlego, o carisma dos protagonistas e a profundidade dos acontecimentos e suas possíveis conseqüências dão o tom certo ao nosso quarto colocado da lista.

3 – OS VINGADORES (2012) Os vingadores - 3
Diretor: Joss Whedon
Temos em “The Avengers” a melhor e mais completa interação de heróis que o cinema já viu. O filme pode basicamente se resumir ao recrutamento dos heróis, a união deles, a aparição de uma grande ameaça, a união deles, ao combate a essa ameaça e ai essa ameaça por algum fator qualquer multiplica a sua potencialidade de destruição. Enredo esse que pode ser retirado de um episódio qualquer de Power Rangers, a diferença aqui é que todos os heróis já haviam sido apresentados ao público em seus filmes solos, então há pouco tempo gasto em apresentações, o filme migra de sua introdução para a ação com muita fluidez. Além disso, o filme mescla muito bem ação e humor, marca registrada da Marvel nos cinemas. A batalha final, ambientada em Nova Iorque fecha com chave de ouro a grandeza que esse filme tem para a Marvel.

2 – GUARDIÕES DA GALÁXIA (2014)Guardiões da galáxia
Diretor: James Gunn
Já estávamos acostumados a equipes de heróis no cinema, porém Guardiões da Galáxia subverte qualquer lógica antes apresentada no cinema. É a união de um humano, dois seres de outros planetas, uma árvore e um guaxinim. A reação mais óbvia seria a rejeição do público, mas o carisma dos personagens, a forma de como a “fórmula Marvel” é elevado a sua máxima potência, é sensacional, temos o melhor humor apresentado em filmes de super-heróis, é a mistura de um filme de ação, de comédia com elementos de romance e filme de assalto. Os efeitos especiais magníficos dão o tom de realidade que poderia faltar na produção. Temos também uma trilha sonora não só muito boa, mas que é parte atuante da história do nosso protagonista, são muitos sucessos dos Anos 80. Enfim, nada até agora foi igual ao que Guardiões da Galáxia nos apresentou, por isso a vice colocação no TOP 10.

1 – BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS (2008)batman primeiro
Diretor: Christopher Nolan
Uma das maiores afirmações que eu faço quando me perguntam sobre esse filme, é que nele temos o melhor vilão de todos os tempos. Em minha opinião não o melhor vilão de filme de super-heróis, mas o melhor vilão da história do cinema. Cavaleiro das trevas conta com o Coringa como vilão, somos presenteados com uma atuação irretocável de Heath Ledger, que lhe gerou o Oscar póstumo, já que o ator faleceu aos 28 anos de idade, antes mesmo da cerimônia de premiação. A direção afiada e precisa de Nolan, o uso de efeitos práticos e a realização de muitas cenas em que limite entre o comum e o chocante era muito tênue, além também de um roteiro em que exaltava as qualidades de todos os personagens e faziam com que suas interações fossem memoráveis. O fato do filme não parecer um filme de super-herói também eleva consideravelmente sua qualidade e o seu alcance de público, há questões abordadas que vão muito além de combate ao crime. Por essas inúmeras qualidades que considero “The Dark Knight” o campeão da nossa lista.

E ai? Gostaram? Deixem nos comentários as suas listas, concordam ou discordam? Lembre-se o intuito aqui é se divertir e debater sobre cinema, nada de guerrinhas ou picuinhas.

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Confira o Teaser de “Vidro”, novo filme do Shyamalan

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O novo longa do diretor estreia nos cinemas do Brasil em janeiro de 2019

O diretor M. Night Shyamalan une a narrativa de duas de suas histórias originais: “Corpo Fechado” (2000), da  e “Fragmentado” (2016), em um explosivo e novo thriller: “Vidro”.

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De “Corpo Fechado”, Bruce Willis retorna como David Dunn e Samuel L. Jackson como Elijah Price, também conhecido por seu pseudônimo: Mr. Glass. James McAvoy , que reinterpreta seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem nele, e Anya Taylor-Joy como Casey Cooke, a única prisioneira que sobreviveu a um encontro com a Besta.

Após a conclusão de “Fragmentado”, “Vidro” encontra Dunn perseguindo a figura sobre-humana Besta em uma série de encontros cada vez mais intensos, enquanto a presença sombria de Price emerge como um articulador escondendo segredos fundamentais para ambos personagens.

Completando o elenco, Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard de “Corpo Fechado”, que retomam seus papéis do filho de Dunn e mãe de Price, assim como a vencedora de um Globo de Ouro Sarah Paulson (da série “American Horror Story”).

Essa fascinante culminância de filmes que são hits mundiais são produzidos por Shyamalan e Jason Blum da Blumhouse Production, que também produziu os dois primeiros filmes do autor e diretor para a Universal. Novamente, Ashwin Rajan e Marc Bienstock também se juntam como produtores, e Steven Schneider é o produtor executivo.

Uma produção de Blinding Edge Pictures e Blumhouse, “Vidro” será lançado internacionalmente pela Buena Vista International.

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“Lady Bird – É hora de voar” Crítica

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Conhecido também como “o típico filme sobre a adolescência de uma americana” que concorre ao Oscar, Lady Bird – Hora de voar, é um longa que fala, sobretudo, de amadurecimento.

Bem dividido em três atos, o filme nos apresenta “Lady Bird”, uma menina de cabelos cor-de-rosa e cheia de personalidade. Logo nos primeiros minutos, nos é provado, de um modo até bastante drástico, aonde ela pode chegar com seus impulsos e atitudes intensas.

No primeiro ato, vemos a personagem em seu cotidiano. Nada muito diferente da habitual vida de uma adolescente classe média dos Estados Unidos. Porém, é nesse primeiro ato que conhecemos, aos poucos, todas as repressões e toda a angústia recolhida na menina. Obrigada a ir para uma escola católica, Lady Bird busca, em todos os seus gestos, desregrar o universo a sua volta – seja fazendo uma escandalosa apresentação no teste para uma peça teatral ou pregando um trote em uma das autoridades da instituição.

E assim, o filme é costurado com sequências rápidas e com um ritmo que nos deixa, por vezes, ofegantes. Tudo acontece de um modo muito intenso – compactuando com o psicológico da personagem – e vivo. Porém, é possível notar que todas essas cores escondem situações difíceis: um pai depressivo, problemas financeiros e, como é muito bem enfatizado pela narrativa – uma delicada relação materna.

“Você gosta de mim?” nossa personagem pergunta à sua mãe. Diálogos profundos aqui não faltam. “Você não acha que amor e atenção são a mesma coisa?”.

Conforme o tempo vai decorrendo, vemos o primeiro ato se fechar, e os núcleos de problemas vão se multiplicando e costurando, aos poucos, o que podemos chamar de as experiências que tornarão Lady Bird uma pessoa mais amadurecida. Entretanto, é longe de ser o objetivo do filme traçar uma jornada do herói bem formatada e redonda. Ela ainda está em construção. O que são mostrados aqui são apenas alguns passos da jornada de uma vida – com seus desejos, erros, conflitos e perdão, seja em relações familiares, amorosas ou de amizade.

Tecnicamente, o filme possuí um visual muito bonito. As paletas de cor são, geralmente, compostas de tons vivos e fortes, como vermelho sangue, azul esmeralda e rosa. Os planos são registrados de ângulos curiosos, e a fotografia parece querer quebrar com regras de composição geralmente observadas em, por exemplo, filmes de massa, como que com o objetivo de – inconscientemente – quebrar uma noção de plano.

A trilha sonora também é muito boa: são observadas músicas da época, além de ritmos que ajudam a compor a atmosfera de cenas em específico, tudo sem exageros. Além da montagem, que tem como característica central sua rapidez e dinamicidade, que ajuda a criar um filme tecnicamente singular e de suma importância.

Assim, Lady Bird se mostra um dos melhores candidatos à estatueta, não só pela sua construção técnica original, mas, sobretudo, por uma trama humana, dotada de atuações fortes e uma rede de temas trabalhados de uma maneira fluída e leve que, no final das contas, formam uma costura complexa e envolvente sobre o amadurecer.

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Crítica: Eu, Tonya

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Aqui temos um filme que conta a história de uma competidora de patinação de gelo artística, que vê sua carreira decair, tendo um dia o título de melhor patinadora dos Estados Unidos para um envolvimento criminal e escândalo na mídia.

De cara, temos duas atuações poderosas em questão. Na pele de Tonya Harding, nossa polêmica personagem principal, temos Margot Robbie, brilhantemente transmitindo toda a raiva, frustação, desejo, tristeza e fúria presentes e contidos na patinadora. Interpretando sua agressiva mãe, Allison Janney também consegue, em cada gesto, direcionar nossas emoções para um sentimento de repulsa por sua personagem.

Sustentando-se com base nessas fortes interpretações, o longa costura sua narrativa paralelamente entre cenas em que a história está de fato acontecendo e gravações, em um tom documental, de diversas personagens que participaram da trama, anos após, dando depoimentos e opinando sobre aquilo tudo. Dessa forma, nós já somos induzidos a pensar de tal forma, adotar uma versão da história. Porém, quanto mais cenas do “presente” são rodadas, mas o público é cativado a interpretar os acontecimentos de sua maneira. De início, esse artifício de revezamento entre tipos de narração é fluído. Entretanto, com o passar do tempo isso se torna um pouco maçante, considerando que em alguns casos o ritmo dos fatos e a sucessão de ações são quebrados por uma fala ou outra dos personagens. Assim os planos da narrativa em si nos que engajam a acompanhar cada respiração de Tonya em sua jornada, da mesma forma que os depoimentos nos ajudam a ter uma percepção diferente e resgata detalhes e reflexões da história. Também existem quebras da quarta parede (onde o personagem olha diretamente para tela) que a ajudam a dinamizar o filme.

Apesar dessa dificuldade na progressão e montagem, Eu, Tonya é, sem dúvida, um dos melhores filmes do ano. Além das atuações verdadeiras e fortes, o uso da câmera, iluminação, maquiagem (a direção de arte é incrivelmente trabalhada, reconstruindo toda uma época, e ajudando a transmitir as emoções ali repassadas, como em um momento específico em que Tonya se vê em uma situação difícil e pesada: a maquiagem acompanha essa atmosfera, com tons escuros e pouca suavidade).

 

O roteiro é forte, e apresenta cenas surpreendentes e que prendem a atenção. Todo o drama vivido por Tonya é sentido, representado e desenvolvido de forma consistente, fazendo-nos torcer cada vez mais para que tudo dê certo. O nível de envolvimento das atrizes com as personagens nos faz perceber como até o tom de voz é calculado para transmitir certa ideia: a ideia de um patriotismo pessimista acerca de si mesmo. Sendo uma mulher que não corresponde as expectativas impostas sobre sua atuação de patinadora artística, o filme também aborda o imenso machismo (tanto na patinação em si quanto nas relações interpessoais de Tonya, principalmente com seu ex-marido) e intenções por trás daquilo que, numa primeira camada, é apenas um esporte.

Dotado de qualidades técnicas incríveis, atuações incontestáveis, um roteiro forte e algumas falhas narrativas, Eu, Tonya deve ser considerado um filme obrigatório para aqueles que se dizem apreciadores da sétima arte ou para qualquer um que deseje explorar o universo dos esportes e da mídia de uma perspectiva mais profunda e real.

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