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State of Decay 2 – Análise

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State of Decay supera seu antecessor, mas continua cometendo os mesmos erros do passado.

State of Decay foi lançado em 2013 para Xbox 360 como Arcade, ou seja, um jogo curto e por um preço baixo, e sua sequência foi lançada no dia 22 de maio de 2018.

Para começar esta análise vamos comentar um pouco do primeiro jogo para que assim possamos entender a “história” do jogo. Em State of Decay você é literalmente jogado no meio de um apocalipse zumbi e nem o “protagonista”, sob o nome de Marcus, sabe o que está acontecendo, e nisso ele encontra Ed, que é outra pessoa que não faz ideia do que está acontecendo e após uns instantes, vocês fogem e encontram um abrigo com alguns humanos que pedem para vocês irem em busca de recursos e nisso vocês encontram outro sobrevivente e voltam até a cabana, mas adivinhem só! Quem ali estava viraram zumbis, e vocês os matam e vão em busca de refúgio, inclusive para ajudar o seu mais recente amigo, o Ed. Com isso você conhece Lily Ritter, único personagem não jogável no primeiro jogo e é nesse ponto que queria chegar para começar a análise do segundo jogo.

Em State of Decay 2, da mesma forma que no 1, você é jogado no meio de um apocalipse zumbi, mas dessa vez você sabe o que está acontecendo e vai em busca de abrigo, onde conhecem um militar e uma médica que lhes ajudam e juntos vocês iram formar sua comunidade, com a liberdade de escolher um dos 3 mapas disponíveis.

No jogo o grande foco está no gerenciamento da sua comunidade, e nisso sem dúvidas State of Decay se coloca como um dos melhores jogos de sobrevivência da atualidade, inclusive se destaca dos jogos de zumbis que já saturam o mercado. Aqui você tem seus sobreviventes iniciais que possuem habilidades especificas ou não, vamos explicar isso, cada personagem possui 4 características básicas e uma que ele pode ter ou não ter, se ele não tiver, isso pode ser aprendido através de livros de habilidades, todas as 5 podem ser upadas para um segundo nível que você escolherá entre 2 especializações, a não ser que a personagem possua algum problema que a impeça a evolução de alguma habilidade, por exemplo, ela ou ele pode ter catarata o que prejudica a sua visão, logo não será possível upar a habilidades de tiro. Na sua comunidade além dos sobreviventes você tem que gerenciar seus recursos, o que faz com que você tenha que sair pelo mapa em busca recursos a todo momento, e tudo isso afeta a moral da comunidade, por falar nela, administre bem isso, pois afetará o andamento da sua base, os sobreviventes da sua base também podem afetar positivamente ou negativamente a moral da sua base de acordo com seus atributos, e se a moral da base estiver baixa, sobreviventes podem brigar ou ameaçar deixar a sua comunidade.

Ao lodo direito é possível ver as habilidades

Quanto a história do jogo, é de certa forma inexistente, ela se encontra mais conforme você vai escutando a rádio, o que são diálogos de 2 grupos, a Rede e Garra Vermelha, que obviamente tem opiniões diferentes e seus sobreviventes volta e meia concordam ou discordam com eles, é até interessante de ouvir, e nesse ponto que volto a Lily Ritter, onde se você fizer uma pequena ligação com a história do primeiro jogo, você chega uma triste conclusão que do seu grupo sobrou apenas a Lily como sobrevivente, pois era a única não jogável no primeiro jogo, ou seja, não haveria como você morrer com ela no primeiro jogo. O seu objetivo principal é deixar o legado da sua comunidade que ocorre após a destruição dos núcleos pestilentos, mas o porquê esses núcleos existem? Tem um protagonista no jogo? São perguntas que certamente você fará. Desde do primeiro jogo você não possui um protagonista, pois constantemente você tem que trocar de personagem, pois eles sentem fome, ficam com sono, ou estão muito feridos para continuar, e isso faz com que você não crie um laço com eles, eu particularmente na minha jogatina, gostei de 2 sobreviventes, mas não porquê eu me liguei a história deles, mas sim porque eles possuem atributos e características boas para minha comunidade. Uma coisa que não posso deixar de falar é que alguns personagens possuem uma história própria o que irá gerar em missões sobre essa história, pena que na minha jogatina, um bug impediu a conclusão dessa história.

O multiplayer do jogo é um ponto forte do jogo, um acréscimo muito interessante para o jogo, onde você com até +3 amigos podem sobreviver em meio a esse apocalipse, o que torna as coisas muitos mais divertidas e inclusive dá itens para o seu jogo.

Por fim, o maior ponto negativo do jogo são os bugs e é nesse ponto que o jogo não melhorou, pois no primeiro jogo existiam inúmeros bugs, mas que não chegavam a atrapalhar o progresso do jogo, onde nessa continuação passou a afetar, como por exemplo a missão secundária de um personagem, onde o item que eu precisava se encontrava dentro da escada (só descobri, pois, um sobrevivente possui a habilidade de ver onde estão os itens dentro de um ambiente fechado). Fora esse bug existem bugs de personagens entrando no chão, ficando presos em locais que obviamente ele conseguiria sair, existem bugs de zumbis que saem numa velocidade surreal, zumbis invisíveis que te atacam, sobreviventes que você precisa falar que ficam presas no teto, zumbis que você precisa matar que não aparecem ou estão presos no teto. Existem problemas de performance onde a faixa de quadros por segundo oscilam muito, cenário que não carrega no momento certo, você frequentemente verá zumbis aparecendo na sua frente do nada (pior quando é o inchado, que você acaba tendo que abandonar o carro e ter diversos zumbis no lado de fora te aguardando), texturas que não carregam, ou demoram a carregar. Por sinal os bugs ficam ainda mais evidentes no multiplayer.

Não foi possível sair de dentro de um caixa, o personagem apesar de pular barreiras, foi incapaz disso ‘-‘

A textura no chão não carregou completamente.

Conclusão

State of Decay 2 é um jogo muito bom e divertido, mas atenção não é jogo para todos os públicos, pois ele tem um foco imenso no gerenciamento da base, se você não gosta disso, você irá achar o jogo repetitivo e chato. Ele é claramente uma evolução significativa do primeiro, onde tiraram alguns recursos existente no primeiro jogo que poderiam permanecer neste jogo, como por exemplo, os seus sobreviventes saem pelo mapa, mas eles nunca ficam em apuros, ao contrário que no 1 que você de vez em quando tinha que resgatá-los, um outro recurso interessante era de poder mandar sobreviventes irem buscar os recursos que você não conseguisse carregar, mas ao mesmo tempo melhoraram os sistemas do primeiro jogo e deram características para cada sobrevivente que influenciam diretamente na sua base. Entretanto, os gráficos do jogo foram melhorados, a movimentação no geral, está bem melhor de jogar este State of Decay.

Enfim, recomendo este jogo, mas a partir da assinatura do Xbox Game Pass, e caso você realmente goste do jogo, aí sim compre.

Pontos Positivos

  • Gerenciamento da Base
  • Multiplayer

Pontos Negativos

  • Bugs em excesso
  • Falta de Dublagem/Erros de português em algumas legendas
  • História fraca
  • Otimização e performance ruins

State of Decay 2 está disponível para Xbox One e PC.

Análise feita a partir do Xbox One (Primeira Versão).

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7 jogos bons, mas sem continuação

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Quem nunca jogou ou assistiu um desenho ao qual ficou aguardando uma continuação que até hoje não veio, me recordo de um desenho chamado Megas XLR produzido pela Cartoon Network, teve 2 temporadas muito boas e sem explicação acabou, inclusive o desenho deixou de ser exibido pela Cartoon Network parecendo que ele nunca foi produzido, esse é apenas um exemplo sobre o assunto desta matéria, que serão alguns jogos bons que tiveram no máximo 1 sequência, mas que após anos não se viu mais nenhum jogo da franquia.

Black

Média de 8,3 no IMDB

Clássico jogo produzido Criterion Games e distribuído pela Eletronic Arts, lançado em 2005 para PlayStation 2 e Xbox. Quem não se recorda de ter jogado Black? Jogo que é elogiado por muitos jogadores até o dia de hoje, por suas mecânicas, história, dificuldade, Black é sem dúvidas um dos melhores jogos da 6ª geração. O jogo inclusive competiu para melhor jogo do ano em 2006 na BAFTA Video Game Award, mas infelizmente até hoje não ouvimos nada sobre uma continuação, a não ser um suposto Black 2 que foi cancelado, entretanto aparentemente não seguiria o mesmo estilo do primeiro título.

Uma dica para quem tem Xbox One e deseja matar saudades é que o título está disponível através da retrocompatibilidade com o primeiro Xbox, inclusive com umas melhorias, mas não só isso, nesse mês de janeiro a EA adicionou o título ao seu serviço de assinatura, o EA Access, então é só baixa-lo, entretanto os títulos do primeiro Xbox não estão disponíveis na Live BR, mas basta trocar a região do console para EUA, baixar e depois voltar para BR e jogar.

Bully

Média de 8,6 no IMDB

Mais um clássico da 6ª geração de consoles, outro jogo amado por seus jogadores, produzido e distribuído pela Rockstar Games em 2006, lançado para Xbox, Xbox 360, PlayStation (2, 3 e 4) e PC, o jogo representa um ambiente escolar, e de fato pode ser um dos motivos por encantar os jogadores, por ser diferente do que vemos tradicionalmente nos jogos. Existem rumores sobre uma sequência, mas nada concreto, então não custa sonhar com uma continuação.

Split/Second

Média de 7,9 no IMDB

Jogo produzido pela Black Rock Studio e Sumo Digital, distribuído pela Disney em 2010, lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC, no qual o jogador se encontra dentro de um reality show, com carros e muita, mas muita destruição, o objetivo é ganhar as corridas, podendo com isso literalmente destruir seu oponente, seja através de interações com o cenário ou fazendo-o perder o controle, é um jogo parecido com Bornout, onde se você não jogou, fica minha indicação para jogar.

Urban Chaos: Riot Response

Média de 8,5 no IMDB

Antes da Rocksteady produzir a série Arkham de Batman, ela já havia produzido um excelente jogo chamado Urban Chaos: Riot Response (continuação de Urban Chaos, lançado para PlayStation 1), o jogo foi distribuído pela Eidos em 2006, lançado para PlayStation 2 e Xbox. No jogo você é o policial Nick Mason, onde você tem a dura missão de manter a paz na cidade, acabando assim com um caos urbano, o jogo possui gráficos excelentes e uma jogabilidade muito boa.

Alan Wake

Média de 8,7 no IMDB

Aqui temos um dos melhores exclusivos do Xbox, produzido pela Remedy Entertainment e distribuído pela Microsoft em 2010 para Xbox 360 e PC, resumidamente nesse jogo de suspense você é Alan Wake que está passando férias em uma cidade pequena do EUA, onde ele tem que encarar a escuridão, então entre as armas que você usa no jogo, a lanterna é a mais importante, pois com elas você conseguirá atingir seus inimigos após ilumina-los tornando-os alvos para suas armas. Esse é um pequeno resumo, sem detalhes da história, mas é um dos títulos do Xbox que você que possui o console deve jogar, não é atoa que todos os anos ao se aproximar da E3 o público espera por um anúncio da Microsoft por uma sequência de Alan Wake, então faltando cerca de 6 meses para E3 2018 não custa sonhar com um sequência para esse jogo.

Shadow of the Colossus

Média de 9,5 no IMDB

Jogo desenvolvido pelo Team Ico e distribuído pela Sony inicialmente em 2005 para PlayStation 2, inicialmente, pois o jogo possui um remaster lançado em 2011 para PlayStation 3 e ganhará um “remake” com lançamento para algum momento de 2018 para PlayStation 4, não irá se tratar de um jogo novo, e sim o mesmo jogo, só que com os detalhes e gráficos para a atual geração de consoles. O jogo é lembrando por quase todos aqueles que tiveram PlayStation 2, sem dúvidas um dos melhores títulos do console, aqui você é Wonder e tem como objetivos derrotar 16 colossos utilizando sua espada e seu cavalo Agro que o ajudará a deslocar-se até o local da luta, ele enfrenta esses colossos para restaurar a vida de sua amada.

Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories

Média de 6,6 no IMDB

Jogo produzido e distribuído pela Konami em 1999 para PlayStation 1. Aqui temos um jogo que podia não está na lista, pois Yu-Gi-Oh! possui diversas sequências, inclusive Duel Links lançado inicialmente iOS e Android, chegando recentemente ao PC também, mas especificamente esse jogo está na lista, pois nenhuma sequência de Yu-Gi-Oh! seguiu as mecânicas desse jogo, todas as sequências são diferentes deste jogo, Forbidden Memories segue a história dos mangás, e que você encontrará personagens que certamente você irá lembrar do anime, mas qual a diferença desse jogo em relação aos outros, já se imaginou ter 3 Dragões Brancos de Olhos Azuis, mas não conseguir fazer a fusão por falta de uma carta de polimerização? Então aqui você precisa apenas levantar as cartas e jogá-las para realizar a fusão, você pode inclusive arriscar levantar várias cartas para quem sabe assim conseguir uma fusão que irá salvar seu duelo, essa é uma mecânica que gostaria que fosse repetida em algum jogo, quem sabe em um Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories.

Essa é minha lista de alguns bons jogos que mereciam uma continuação, concorda com a lista? Tem algum jogo que você acha que merecia destaque?

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The Game Awards 2017

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Dezembro chegou e é nesse momento que você percebe que 2017 está chegando ao fim e que não falta muito para o natal e o ano novo, mas dezembro também traz contigo a premiação mais importante do mundo do games, a The Game Awards, que em 2016 elegeu como melhor jogo o tão popular Overwatch.

Os jogos mais premiados do evento foram CupheadHellblade: Senua’s Sacrifice, e o grande vencedor da noite, como esperado por muitos foi o exclusivo da Nintendo:  The Legend of Zelda: Breath of the Wild, sendo coroado assim como o jogo de ano de 2017.

Game of the Year – The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

A premiação deu espaço para alguns anúncios, incluindo uma nova heist para o Grand Theft Auto V que chega dia 12 de dezembro, Sea of Thieves ganha data de lançamento para 20 de março de 2018, desenvolvimento exclusivo de Bayonetta 3 para Nintendo Switch e o anúncio do sexto jogo da franquia SoulCalibur, você confere o trailer logo abaixo:

Segue abaixo a lista dos vencedores:

Game of the Year (Jogo do Ano) –  The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Narrative (Narrativa)What Remains of Edith Finch desbancou jogos como NieR: Automata e Horizon: Zero Down e ficou com o prêmio melhor narrativa.

Action Game (Jogo de Ação) Wolfenstein II: The New Colossus.

Action/Adventure Game (Jogo de Ação e Aventura) – The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Audio Design (Design de Áudio)Hellblade: Senua’s Sacrifice.

Art Direction (Direção de Arte)Cuphead.

Debut Indie Game (Estreia Indie)Cuphead.

Fighting Game (Jogo de Luta)Injustice 2.

Game Direction (Direção)The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Game for Impact (Jogo de Impacto) – Hellblade: Senua’s Sacrifice.

Independent Game (Jogo Independente)Cuphead.

Sports/Racing Game (Jogo de Esporte)Forza Motorsport 7.

Atualizado dia 08/12/2017 às 10:05.

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BGS: Um pouco sobre o surpreendente e empolgante Black Iris

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Passando pela parte indie na BGS encontrei um jogo chamado Black Iris, um jogo o qual eu não consegui passar e não olhar, e mais além, não consegui passar e não voltar para jogar, e digo para vocês, que jogo fantástico.

Em Black Iris, você é a Irís, ela está em busca de sua memória para descobrir as razões de sua existência, tendo que sobreviver em meio a um mundo caótico repleto de inimigos poderosos que no menor deslize lhe mantaram, uma coisa que é importante ressaltar é que o jogo não é fácil, em momentos é necessário que você leve alguns golpes para aprender e ai sim derrotar o inimigo.

Irís, protagonista em Black Irís.

Os desenvolvedores inspiraram-se em títulos como Dark Souls, The Witcher e Devil May Cry, então se você gosta de RPG e de alguns dos títulos citados anteriormente, certamente você irá se apaixonar por Black Iris.

Em uma rápida conversa com Abraham Kim, idealizador do jogo e desenvolvedor do jogo, nós perguntamos algumas coisas para ele e uma das coisas mais interessantes dessas perguntas é o motivo de optar por um sistema de dash e não de rolagem e ele respondeu: “O Black Irís apesar de ser inspirado em Dark Souls III, a gente tem muita garra de tirar um pouco dessa influência de Dark Souls III do gameplay, o que queremos é que o player olhe, pegue a inspiração, comprem e quando joguem não lembre mais de Dark Souls, uma das diferenças é que o jogo é mais fast experience e não de pacience time, é de ação e reação e o fato de o dash ser mais rápido que rolar, da a oportunidade dele atacar mais rápido, de interromper as animações de desviar mais rápido, tudo no Black Irís é mais rápido que no Dark Souls, então a gente pretende criar uma experiência um pouco diferente, um pouco mais frenética e com uma história mais triste também.”

O jogo tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2018 e estará disponível para PlayStation 4 e PC, com preço entre 30 a 40 reais, um preço especial para o público brasileiro.

A entrevista completa você confere em breve em nosso canal no YouTube.

E ai, se interessou? Pensa em adquirir, deixe sua opinião ai nos comentários!

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