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Orange is the New Black (5ª temporada) – “Welcome to Litchfield 2.0”

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Mais de um mês depois de toda a polêmica envolvendo hackers e episódios vazados na internet, que acabou virando estratégia de marketing, finalmente a 5ª temporada de Orange is the New Black foi lançada pela Netflix. É engraçado que toda essa situação de ter os episódios roubados e a tentativa de negociação por parte dos hackers de certa forma se assemelha a trama da série nesta temporada.

A história é retomada exatamente do ponto onde parou, com as prisioneiras começando a se rebelar, e se desenvolve pelo decorrer da rebelião. De início vemos as prisioneiras se unirem em prol de um interesse comum, mas aos poucos isso vai perdendo a força tudo acaba virando uma bagunça geral.  Muitos outros plots são desenvolvidos, mas a maioria acaba não levando a lugar nenhum.

O grande destaque da série continua sendo Taystee (Danielle Brooks). Seu processo de luto pela morte da melhor amiga, Poussey (Samira Wiley), é realmente comovente e dá força à personagem para lutar por justiça. As cenas dela negociando as exigências para liberar os guardas feitos de reféns são excelentes e um dos pontos altos da temporada. E por falar nos guardas feitos de reféns, essa parte da história foi bem interessante de se explorar, principalmente, para lembrar que essas personagens são criminosas e estão presas por um motivo. A forma com que lidam com esses guardas deixa evidente o rancor impiedoso que elas têm em relação a eles.

Outros pontos altos foram: a homenagem feita a Poussey; o dilema vivido por Gloria (Selenis Leyva); a forma como a rebelião afetou Suzanne (Uzo Aduba); e o desenvolvimento da relação entre Nicky (Natasha Lyonne) e Lorna (Yael Stone). Entre os pontos fracos ficaram: a resolução da história de Jude King (Blair Brown); a rixa entre Red (Kate Mulgrew) e Piscatella (Brad William Henke); o disfarce de Linda (Beth Dover) como prisioneira e todo desenvolvimento em torno disso; e a insistência de Pennsatucky (Taryn Manning) em se envolver com o guarda que a estuprou.

Outra coisa que não funcionou bem foram os Flashbacks. Com exceção do que contava a história de Piscatella, todos os outros flashbacks não acrescentaram em nada a história. O mesmo serve para as cenas do guarda Bayley (Alan Aisenberg), responsável pela morte de Poussey, vagando feito menino arrependido, reforçando algo que já havia sido estabelecido na temporada anterior.

Em relação à Piper (Taylor Schilling), nessa temporada, ela acabou sendo mais coadjuvante do que nunca. Apesar de se envolver na rebelião, sua história focou mais em seu relacionamento com Alex (Laura Prepon), o que achei que foi realmente necessário, pois desde o fim da primeira temporada parecia que o casal não tinha mais conexão. Dessa vez a relação aparenta ser mais natural.

No geral, a temporada nos proporcionou alguns bons momentos, principalmente na parte da comédia, mas por se tratar de uma trama desenvolvida em um espaço temporal de três dias, acaba parecendo que a história não andou muito e o que desenvolvimento dos personagens foi quase nenhum. A sensação que fica é a de que esta foi uma temporada de transição. Já sabemos como era antes da rebelião e os motivos que levaram para se chegar a esse ponto, e agora fica o questionamento do que será que vai acontecer depois. O encerramento da temporada deixa bem em aberto essa próxima fase de Orange is the New Black e, aparentemente, muita coisa vai mudar.

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Marlene Querubin participa de programa do Ronnie Von em homenagem ao Dia do Circo

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A CEO e influencer Marlene Querubin participou do programa Todo Seu comandado pelo Ronnie Von na TV Gazeta.

A pauta do programa foi toda em homenagem ao “Dia do Circo”. A empresária ainda reencontrou o amigo Casuo que participou do programa na mesma data.

“Eu amei reencontrar o príncipe Ronnie Von. Ele sempre demonstrou muito carinho pelo Circo Spacial e agora voltar ao programa a frente da Vice Presidência do Oscar do Circo, o 1º Festival Internacional Contest foi uma alegria imensa.” declara Marlene Querubim.

Em tempo a empresária inaugura seu stand Cavalluce by Marlene Querubin no hotel Holliday Inn na Zona Norte de São Paulo no dia 23 de abril. Na ocasião estarão expostos os produtos de uma linha de produtos que leva sua assinatura como jóias, óculos, produtos de cama e banho e livros de sua autoria.

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One Day At A Time (2ª Temporada) – “Dale, Papito, Dale!”

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One Day At A Time foi uma das grandes surpresas de 2017. A série, estrelada por Justina Machado, se destacou por abordar de forma leve e engraçada, temas como empoderamento feminino, sexualidade, diversidade cultural, imigração, etc. Agora, em sua segunda temporada, a série voltou um pouco mais madura, ainda seguindo sua característica principal de tocar em assuntos relevantes de forma leve, mas, dessa vez, sem medo de proporcionar momentos mais dramáticos e sérios.

A nova temporada abordou temas como identidade de gênero, xenofobia, depressão, armamento, poder de voto, nacionalidade, entre outros.  Isso tudo de forma natural, sem deixar de lado o humor característico da série.

one day at a time - segunda temporada

O desenvolvimento dos personagens também foi muito bem trabalhado, não deixando nenhuma ponta solta entre as duas temporadas. Além disso, essa temporada conseguiu dar mais espaço para personagens que antes acabavam ficando como secundários à conturbada relação entre mãe, filha e avó desenvolvida na primeira temporada.

Alex (Marcel Ruiz), por exemplo, ganhou um episódio focado no personagem. E Schneider (Todd Grinnell), o vizinho sem noção, protagonizou grandes momentos ao longo da temporada. Seu discurso para Lydia (Rita Moreno) no episódio final foi de tirar lágrimas do espectador.

A série também buscou construir novas dinâmicas. Um dos destaques sendo a amizade entre Penelope (Justina Machado) e Schneider. Foi bem interessante ver como ele a relação entre os dois cresceu e ele acabou se tornando um amigo e confidente para a personagem principal.  Apoiando-a no momento em que ela mais precisava.  O elenco pareceu estar ainda mais entrosado do que na temporada anterior. A dupla formada por Elena (Isabella Gomez) e Schneider, também conseguiu render bastante, além de aproximar os dois personagens.

one day at a time - segunda temporada

Essa temporada, ainda, introduziu dois novos personagens Max (Ed Quinn), paramédico, veterano do exército, interesse amoroso de Penelope. E Syd (Sheridan Pierce), personagem não-binário, interesse amoroso de Elena. Os dois personagens se encaixaram muito bem na série, contribuindo para o desenvolvimento da história e dos personagens principais. Além disso, a série contou com a participação especial de Ivonne Coll, a Alba da série Jane The Virgin.

De modo geral, a segunda temporada de One Day At A Time, deu a série maior profundidade e dimensão, não só em relação ao conteúdo. É preciso dizer, também, que a série cresceu em sua construção espacial. Adicionando mais cenários, como o hospital, o colégio das crianças, a casa de Max, entre outros.

Dessa forma, One Day At A Time continua se mostrando uma série inteligente, atual e relevante. Sendo, provavelmente, uma das melhores comédias da Netflix.

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Por que “Crisis on Earth-X” é o melhor crossover do Arrowverse?

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Crisis on Earth-X

Não é de hoje a emissora americana The CW se propõe a juntar suas séries de herói em um grande evento de crossover. Aliás, essa não é uma questão específica da emissora e sim do universo de heróis criado por Greg Berlanti, já que foi produzido um crossover entre The Flash e Supergirl, enquanto esta última ainda era exibida pela CBS.

Esse ano o evento foi intitulado Crisis on Earth-X e os heróis de Arrow, The Flash, Supergirl e DC’s Legends of Tomorrow, tiveram que enfrentar a ameaça de nazistas da Terra-X atacando a Terra-1.  Essa premissa já de cara é interessante, pelo fato de que, abordar o multiverso, permite a introdução de outras versões de personagens que já conhecemos. Desse modo, apesar de alguns personagens não estarem precisamente no crossover, os atores ainda puderam fazer suas aparições. Além disso, também abre a possibilidade de relembrar personagens que já partiram e ainda de conhecer personagens novos.

Crisis on Earth-X

Outro acerto desse crossover foi o fato de ser dividido em duas noites ao invés de três como no ano passado. Isso, somado ao fato da história ter uma continuidade, foi fundamental para manter o ritmo e a fluidez do evento, que contou com mais cenas de luta do que temos visto em todas essas séries atualmente.

Apesar de ter pelo menos uma cena do tipo por episódio, Crisis on Earth-X também consegue abordar e dar continuidade a temas recorrentes das séries de origem. Não se tornando um evento avulso e totalmente dispensável para quem não acompanha todas as séries. Na verdade é bem o oposto, tem tanto desenvolvimento de personagem que vale a pena ser assistido. E quem não acompanha todas as séries, pode ficar tranquilo, porque fica tudo bem compreensível através dos diálogos. Óbvio que, neste caso, algumas coisas vão ter menos importância, mas pelo menos o espectador não ficará perdido como no episódio de Arrow do crossover no ano passado.

Isso permite que o espectador aproveite melhor o enredo, que é cheio de momentos divertidos, tensos, surpreendentes e, até mesmo, emotivos. O roteiro constrói isso muito bem, principalmente no primeiro e no segundo episódios. Não que seja um roteiro perfeito. Ele tem seus furos e momentos  que são muito convenientes. Porém, não é algo que fuja ao que já se vê nessas séries.

É por isso que Crisis on Earth-X é o melhor crossover do Arrowverse. Porque consegue manter a essência das quatro séries e de seus personagens. Permite que eles interajam com total potencial, criando uma dinâmica muito boa entre o grupo. Certamente vai ser difícil superar o que foi feito aqui no próximo ano.

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