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One Day At A Time (2ª Temporada) – “Dale, Papito, Dale!”

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One Day At A Time foi uma das grandes surpresas de 2017. A série, estrelada por Justina Machado, se destacou por abordar de forma leve e engraçada, temas como empoderamento feminino, sexualidade, diversidade cultural, imigração, etc. Agora, em sua segunda temporada, a série voltou um pouco mais madura, ainda seguindo sua característica principal de tocar em assuntos relevantes de forma leve, mas, dessa vez, sem medo de proporcionar momentos mais dramáticos e sérios.

A nova temporada abordou temas como identidade de gênero, xenofobia, depressão, armamento, poder de voto, nacionalidade, entre outros.  Isso tudo de forma natural, sem deixar de lado o humor característico da série.

one day at a time - segunda temporada

O desenvolvimento dos personagens também foi muito bem trabalhado, não deixando nenhuma ponta solta entre as duas temporadas. Além disso, essa temporada conseguiu dar mais espaço para personagens que antes acabavam ficando como secundários à conturbada relação entre mãe, filha e avó desenvolvida na primeira temporada.

Alex (Marcel Ruiz), por exemplo, ganhou um episódio focado no personagem. E Schneider (Todd Grinnell), o vizinho sem noção, protagonizou grandes momentos ao longo da temporada. Seu discurso para Lydia (Rita Moreno) no episódio final foi de tirar lágrimas do espectador.

A série também buscou construir novas dinâmicas. Um dos destaques sendo a amizade entre Penelope (Justina Machado) e Schneider. Foi bem interessante ver como ele a relação entre os dois cresceu e ele acabou se tornando um amigo e confidente para a personagem principal.  Apoiando-a no momento em que ela mais precisava.  O elenco pareceu estar ainda mais entrosado do que na temporada anterior. A dupla formada por Elena (Isabella Gomez) e Schneider, também conseguiu render bastante, além de aproximar os dois personagens.

one day at a time - segunda temporada

Essa temporada, ainda, introduziu dois novos personagens Max (Ed Quinn), paramédico, veterano do exército, interesse amoroso de Penelope. E Syd (Sheridan Pierce), personagem não-binário, interesse amoroso de Elena. Os dois personagens se encaixaram muito bem na série, contribuindo para o desenvolvimento da história e dos personagens principais. Além disso, a série contou com a participação especial de Ivonne Coll, a Alba da série Jane The Virgin.

De modo geral, a segunda temporada de One Day At A Time, deu a série maior profundidade e dimensão, não só em relação ao conteúdo. É preciso dizer, também, que a série cresceu em sua construção espacial. Adicionando mais cenários, como o hospital, o colégio das crianças, a casa de Max, entre outros.

Dessa forma, One Day At A Time continua se mostrando uma série inteligente, atual e relevante. Sendo, provavelmente, uma das melhores comédias da Netflix.

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Por que “Crisis on Earth-X” é o melhor crossover do Arrowverse?

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Crisis on Earth-X

Não é de hoje a emissora americana The CW se propõe a juntar suas séries de herói em um grande evento de crossover. Aliás, essa não é uma questão específica da emissora e sim do universo de heróis criado por Greg Berlanti, já que foi produzido um crossover entre The Flash e Supergirl, enquanto esta última ainda era exibida pela CBS.

Esse ano o evento foi intitulado Crisis on Earth-X e os heróis de Arrow, The Flash, Supergirl e DC’s Legends of Tomorrow, tiveram que enfrentar a ameaça de nazistas da Terra-X atacando a Terra-1.  Essa premissa já de cara é interessante, pelo fato de que, abordar o multiverso, permite a introdução de outras versões de personagens que já conhecemos. Desse modo, apesar de alguns personagens não estarem precisamente no crossover, os atores ainda puderam fazer suas aparições. Além disso, também abre a possibilidade de relembrar personagens que já partiram e ainda de conhecer personagens novos.

Crisis on Earth-X

Outro acerto desse crossover foi o fato de ser dividido em duas noites ao invés de três como no ano passado. Isso, somado ao fato da história ter uma continuidade, foi fundamental para manter o ritmo e a fluidez do evento, que contou com mais cenas de luta do que temos visto em todas essas séries atualmente.

Apesar de ter pelo menos uma cena do tipo por episódio, Crisis on Earth-X também consegue abordar e dar continuidade a temas recorrentes das séries de origem. Não se tornando um evento avulso e totalmente dispensável para quem não acompanha todas as séries. Na verdade é bem o oposto, tem tanto desenvolvimento de personagem que vale a pena ser assistido. E quem não acompanha todas as séries, pode ficar tranquilo, porque fica tudo bem compreensível através dos diálogos. Óbvio que, neste caso, algumas coisas vão ter menos importância, mas pelo menos o espectador não ficará perdido como no episódio de Arrow do crossover no ano passado.

Isso permite que o espectador aproveite melhor o enredo, que é cheio de momentos divertidos, tensos, surpreendentes e, até mesmo, emotivos. O roteiro constrói isso muito bem, principalmente no primeiro e no segundo episódios. Não que seja um roteiro perfeito. Ele tem seus furos e momentos  que são muito convenientes. Porém, não é algo que fuja ao que já se vê nessas séries.

É por isso que Crisis on Earth-X é o melhor crossover do Arrowverse. Porque consegue manter a essência das quatro séries e de seus personagens. Permite que eles interajam com total potencial, criando uma dinâmica muito boa entre o grupo. Certamente vai ser difícil superar o que foi feito aqui no próximo ano.

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Morena Larissa Manoela fotografa para sua coleção de bolsas em Paris

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A convite da grife Birô e da plataforma digital Post2B, a estrela teen Larissa Manoela embarcou para Paris a capital da França.A musa foi fazer fotos para a nova campanha da sua linha de bolsas e acessórios para a grife Birô.

Larissa Manoela que agora está morena por conta de sua personagem para a próxima novela do SBT, “As Aventuras de Poliana”, foi clicada em vários pontos da cidade como a Torre Eiffel pelo renomado fotógrafo Leandro Dias. Já o cabelo e a make ficaram por conta do talentoso Ramon Amorim.

A coleção “Larissa Manoela by Birô” é composta de cintos, bolsas, mochilas, almofadas, bottons, copos e podem ser encontradas nas melhores lojas ou no site www.larissamanoelaloja.com.br.

Confira alguns cliques da nova coleção:

 

 

 

 

 

 


Fonte: Thiaggo Camilo – Assessoria, Marketing & Eventos

 

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Big Mouth – Resenha crítica

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A recente série animada da Netflix, big mouth, trata do cotidiano de quatro amigos: Nick, Jessi, Andrew e Missy, que tem suas vidas totalmente afetadas pelo advento da puberdade e todo o – digamos – estresse que ela traz.

Recheada de referências, irônias e uma diversidade incrível, a animação cativa do início ao fim. A representatividade aqui não deixa a desejar: vários assuntos que geralmente não são tratados, como a dúvida quanto à sexualidade (geralmente aborda-se o tema de uma maneira esteriotipada: onde héteros e homossexuais são retratados como figuras seguras e nunca vacilantes de suas orientações), a variedade religiosa (aqui há um episódio inteiro voltado para um ritual judeu), entre outros assuntos.

Além de tais diferenciais, a série quebra com padrões quando coloca uma de suas personagens principais uma menina negra. Como já é sabido, porém sempre indispensável de reforçar, o negro sofre com a falta de espaço nas telas,  e quando aparece é,  majoritariamente, de maneira estereotipada e isolada na trama. Aqui, Missy, uma das protagonistas, é uma garota fora do padrão Hollywoodiano. Porém,  que é tratada com a importância dramática merecida,  e não como personagens negras costumam a ser representadas, ou seja: superficial e marginalmente. A garota não possui os cabelos lisos, não é super magra, usa aparelho dentário e tem inseguranças como qualquer pessoa normal teria: muitos pontos para big mouth.

O feminismo também aparece em alguns momentos. Talvez não tanto com a representação do movimento em si, mas como um combate ao machismo, especialmente em episódios como “todo mundo sangra” e “empurrar a cabeça”.

Além de todos esses aspectos já citados, a animação é divertida, leve e engraçada, com personagens heterogêneos e que vivem alturas diferentes da puberdade, assim, experimentando diversos níveis da complicada e cômica fase que é o começo da adolescência.

O conteúdo é explícito, fala-se muito de sexo, de masturbação e de apetite sexual. Mas nada de maneira muito extravagante ou que fuja muito da realidade, afinal, a série retrata justamente a descoberta de um universo, formado pelas suas múltiplas facetas. 

 

Ficha técnica

Título Original:    Big Mouth (Season 1)
Ano produção: 2017
Dirigido: Bryan Francis, Joel Moser Mark, Levine, Mike L. Mayfield
Estreia: 29 de Setembro de 2017 (Brasil)
Duração: 262 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Animação/Comédia
País de Origem: Estados Unidos da América

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