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Cinema

Guardiões da Galáxia – ENTENDA quem são os novos personagens do Universo MARVEL.

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O novo filme dos Guardiões da Galáxia chega aos cinemas no próximo dia 27 de abril. Muitos novos personagens são introduzidos ou fazem participações especiais no longa de James Gunn. A galera aqui da redação resolveu criar um guia. Então você que adora o Universo cinematográfico da Marvel, mas não leu muitas HQ’s pela vida, pode saber tudo dos novos personagens. Confira abaixo personagens que aparecem pela primeira vez no UCM (Universo Cinematográfico da Marvel), com exceção do Howard, o pato, que aparece em umas das cenas pós-créditos de Guardiões da Galáxia 1.

 

EGO, O PLANETA VIVO 

Ego, o Planeta Vivo, criado por Stan Lee e Jack Kirby, teve sua primeira aparição na revista Thor #132, e como seu nome sugere, ele é um planeta consciente. Ele possui uma inteligência sobre-humana, capacidade de se transportar pelo hiperespaço e controle total sobre sua “biosfera” permitindo que ele crie anticorpos com formas humanoides para se defender de possíveis invasores, assim como um corpo humano cria seus próprios anticorpos para se defender de doenças. Nesse quesito, o Ego tem uma estrutura semelhante ao de um organismo completamente biológico, tendo túneis internos que se assemelham as veias do corpo humano e podendo até digerir seus inimigos sugando-os pela superfície e digerindo-os em ácidos que lembram ácidos estomacais. Ele tem também capacidade de se regenerar e mudar sua superfície de forma.

Mesmo não tendo sido muito utilizado no universo dos quadrinhos nos últimos anos, o Ego já enfrentou Bill Raio Beta, o Nova Richard Rider e até mesmo o Titã Louco, Thanos. Sua última aparição conhecida nos quadrinhos foi em Rocket Raccoon vol2 #6 onde o Roedor é contratado por um dos anticorpos do Ego para fazer a limpa em um bando de piolhos espaciais que haviam infestado o Ego.

 

MARTINEX

Super-herói das HQs de “Os Guardiões da Galáxia”, cujas aventuras se passam na Terra-691 (um planeta em outra dimensão, parecido com a Terra). Martinex, o homem de cristal, é um dos quatro únicos sobreviventes dos mundos perdidos, no futuro. No caso dele, é o último sobrevivente da colônia da Terra em Plutão. Martinex se uniu a três outros sobreviventes de seus respectivos planetas, formando assim os Guardiões da Galáxia.

Martinex

Tanto Martinex quanto os Guardiões apareceram pela primeira vez no número 18 da revista “Marvel Super-Heroes”, com data de janeiro de 1969. Foi criado por Arnold Dake e Gene Colan. 

 

CHARLIE – 27 

Charlie é um dos quatro únicos sobreviventes dos mundos perdidos, no ano de 3007, mesmo grupo de Martinex. No seu caso, era o último sobrevivente da colônia da Terra em Júpiter, nascido para viver em um planeta com a massa 11 vezes maior e uma gravidade três vezes à do nosso mundo, o que lhe confere uma força sobre-humana.

Charlie – 27

Charlie, também criado por Arnold Dake e Gene Colan, aparece pela primeira vez no número 18 da revista “Marvel Super-Heroes”, com data de janeiro de 1969. No Brasil, Charlie estreou em 1978, no álbum de figurinhas “Super-Heróis”, da editora Dimensão, onde era chamado genericamente de “Guardião da Galáxia”. No ano seguinte, foi a vez dos leitores de quadrinhos o conhecerem, na revista “Super-Heróis Marvel” n° 5.

 

MAINFRAME

Em Guardiões da Galáxia Vol.2, é dublado pela astro Pop, Miley Cyrus. Mainframe apareceu pela primeira vez em A-Next # 1, criado por Tom DeFalco e Rob Frenz. Era parte da impressão MC2 que se baseava em What If? # 105

Mainframe

Em uma realidade alternativa da Terra ; Depois de ver vários de seus amigos Vingadores morrerem em sua última missão, Tony Stark decidiu que não poderia mais continuar como Homem de Ferro e escolheu se aposentar. Mas Stark também percebeu que os Vingadores eram muito importantes, e para garantir que sempre haveria um Homem de Ferro para ficar do lado dos Vingadores, planejou uma proteção especial contra falhas. Ele criou um programa de computador especial baseado em seus encefalogramas, que ele chamou de Mainframe.

 

STAKAR OGORD (ÁGUIA ESTELAR) 

Interpretador por Sylvester Stallone, Stakar Ogord é uma versão do Águia Estelar (Starhawk, no original). Apareceu pela primeira vez no n° 27 da revista americana dos “Defensores”, com data de setembro de 1975. No Brasil, chegou a ser chamado de “Pássaro da Galáxia” (nas figurinhas publicadas pela editora Dimensão em 1978 e nas que a Ping-Pong lançou em 1979), nome mudado para “Águia Estelar” quando passou a ser publicado pela Editora Abril.

 

 

HOWARD, O PATO

Apesar de suas aparições no Universo Cinematográfico da Marvel terem sido bem curtas, Howard, o pato, tem uma história bem longa nos quadrinhos. Criado por Steve Gerber para a editora Marvel Comics, Howard teve sua primeira aparição em Adventure into Fear #19, em dezembro de 1973, aparecendo como um coadjuvante nas histórias do Homem-Coisa.

Vindo para a Terra depois de cair num abismo dimensional da sua terra natal, o Duckworld, Howard conseguiu um emprego na polícia, onde daí começam suas aventuras. Apesar de sua aparência e fisiologia serem um misto de humano e pato terrestre, Howard é mestre das artes marciais do Quack-Fu, o que o torna um exímio combatente a curtas distâncias. Durante um tempo de treinamento com o Mago Supremo, Stephen Strange, Howard também treinou nas artes mágicas, conseguindo convocar algumas das magias do Dr. Estranho, como visto no Official Handbook of the Marvel Universe #5. Tudo isso sem contar que Howard é considerado o mais inteligente ser de sua espécie.

 

VIGIA 

Os vigias são considerados os seres mais antigos do universo Marvel, com a missão de observar e guardar todo conhecimento do universo. Num primeiro momento, os vigias tentaram ajudar uma raça a se desenvolver, dando o poder do conhecimento a eles, mas após essa raça ter se destruído, eles chegaram no acordo de jamais interferir, somente observar (Tales of Suspense #53). Mesmo com a regra de somente observar, o Vigia da Terra, Uatu, já se revelou algumas vezes aos terráqueos para avisá-los da vinda de Galactus, do Homem-molecular e algumas outras ameaças.

Uatu, o Vigia da Terra, vive na sua base na Lua, mais especificamente, no lado azul da Lua, que é uma área da Lua com oxigênio e gravidade parecida com a da Terra.

Vigia

É também a partir de Uatu que vemos a maioria das histórias What if. que é como a maioria dessas histórias começa, com o Vigia contando o que aconteceria num universo paralelo se algum fato do universo Marvel tivesse acontecido diferente, como se o Homem-Aranha nunca tivesse se casado, ou se o Quarteto Fantástico não ganhasse os poderes dos raios cósmicos, entre outras.

 

ADAM WARLOCK

Criado por Jack Kirby e Stan Lee, teve sua primeira aparição: “Fantastic Four” n° 66, de 1967. Mas sua origem só foi detalhada mais tarde: anos atrás, cientistas do Enclave (também conhecidos por Colmeia, inimigos do Quarteto Fantástico) que almejavam a dominação do planeta através da criação de uma raça de humanos supremos, conseguiram criar um ser de incrível poder. Sem nome, ele se autodenominaria “Ele”, ao ressurgir do casulo e se confrontar com outro herói, Thor. Derrotado pelo Deus do Trovão, voltou para o casulo e partiu da Terra, sendo encontrado mais tarde pelo Alto Evolucionário.Nos anos 70, Warlock teria suas próprias histórias, desenhadas por Jim Starlin.

Adam Warlock

 

 

 

 

 

Agora você já conhece todos os novos personagens do Universo Guardiões da Galáxia. A expectativa está muito alto, dia 27 de Abril estréia em território nacional. Fiquem ligados no Portal Geração Z, quarta-feira (26) sai a crítica SEM SPOILERS de Guardiões da Galáxia Vol.2. Já divulgamos aqui, a trilha sonora do filme, confere lá.

Colaborador: João Pedro Benício

Quadrinhos

Edimagic e Supertoons lançam bonecos da série “O Diário de Mika”

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Edimagic que já está há mais de 8 anos no mercado de brinquedos colecionáveis acaba de lançar a coleção de bonecos da série infantil que é o maior sucesso no momento “O Diário de Mika”.

A coleção é completa e composta por todos os personagens da série como Mika, Lilá, Puquê, Javô, Abelhuda, Blá blá e Bru. As crianças vão amar fazer a coleção.

“O Diário de Mika” é uma série de animação brasileira, produzida pela Supertoons, que conta a história de Mika, uma menina de 4 anos muito curiosa, que está aprendendo a lidar com todas as novidades que o mundo tem para oferecer. A cada acontecimento que surge em sua vida, Mika corre até seu quarto e, por meio de desenhos feitos em seu tablet, conta o que está lhe acontecendo para seus amigos brinquedos, que ganham vida em sua presença, assumindo traços de sua personalidade.

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Coleção O Diário de Mika lançado pela Edimagic

O canal da série no YouTube reúne episódios da primeira temporada, além de clipes e karaokês das músicas dos episódios, somando mais de 85 milhões de visualizações e cerca de 250 mil inscritos.

Atualmente a série é exibida em toda a América Latina pela Disney Junior e recentemente estreou na programação da Rede Brasil de Televisão.

Saiba mais sobre o catálogo e lançamento de produtos da empresa acessando o site www.edimagic.com.br.

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Cinema

Liga da Justiça – A nova aposta da DC

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Depois do sucesso de Mulher Maravilha, a DC continua sua tentativa de consolidar seu universo cinematográfico, dessa vez com Liga da Justiça. O filme, que reúne os heróis da DC, pode até ter demorado um pouco demais para acontecer, mas já vinha sendo aguardado por muitos fãs da editora de quadrinhos norte-americana. E apesar da desconfiança que sempre ronda esse universo da DC, Liga da Justiça consegue entregar um filme mais leve e honesto em seu propósito.

O filme é uma continuação quase direta de Batman Vs. Superman. Logo de início se estabelece o quanto a perda do Superman (Henry Cavill) afetou a sociedade. E a partir do surgimento do que parece ser uma nova ameaça, Batman (Ben Affleck) passa a recrutar pessoas com habilidades especiais para se juntar a ele numa possível batalha. Além da Mulher Maravilha (Gal Gadot), introduzida em Batman Vs. Superman e que recentemente ganhou seu filme solo, o grupo reúne também os personagens Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Cyborg (Ray Fisher).

Liga da Justiça

Como essa busca de Bruce pelos outros personagens já havia sido estabelecida no filme anterior (BvS), o filme não perde muito tempo introduzindo esse propósito. Porém acaba perdendo tempo apresentando um pouco esses novos personagens. Não que isso seja ruim, mas como a duração do filme teve que ser reduzida em no máximo 2 horas a pedido da Warner, acabou faltando tempo para realmente desenvolver a ameaça principal. O Lobo da Estepe acaba soando tão caricato e fraco, que não tem como realmente acreditar na tal ameaça que ele representa. Além disso, os efeitos de CGI também não contribuem.

Quanto à introdução dos novos heróis e formação da Liga da Justiça, pode-se dizer que todos conseguem gerar bastante empatia no público, mesmo sem ter muito apresentado de sua história. O grupo todo funciona muito bem junto. A única ressalva, seria em relação à forma como o humor é construído em torno do Flash, que A MEU VER, acaba passando um pouquinho do ponto. O personagem tem momentos muito bons no filme, mas a insistência em determinada piada acaba ficando bem chata e prejudica o personagem.

Fora essa questão, Liga da Justiça é um bom filme para a introdução do grupo. Não tem lá a melhor estrutura, plots muito audaciosos ou grandiosos e nem efeitos muito bons. É um filme simples e como já dito, honesto em seu propósito. Consegue proporcionar bons momentos para o público, e não tenta ser maior do que é. Isso mostra que a DC/Warner aprendeu com seus erros.

Em relação às cenas pós crédito, spoilers já estão aí circulando pela internet. São duas cenas, uma logo depois que o filme acaba e outra realmente no fim dos créditos. Essa última, vale esperar, porque faz valer todas as imperfeições do filme. E a outra, pra quem acompanha as séries da DC/CW como eu, acaba sendo um pouco sem graça, por que é bem parecida com uma cena que já rolou por lá.

Título Original: Justice League
Lançamento: 15 de novembro de 2017
Direção: Zack Snyder
Roteiro: Chris Terrio, Joss Whedon
Gênero: Ação, Ficção Científica, Fantasia
Distribuição: Warner Bros.

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Cinema

Gabriel e a montanha – crítica

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O filme “Gabriel e a montanha” conta a história de um jovem, estudante de economia, que decide deixar o conforto de sua terra natal e parte para uma viagem, de um caráter um tanto quanto singular, ao continente africano, antes de ingressar em uma nova jornada acadêmica nos Estados Unidos.

A premissa da produção nos faz pensar que aqui nos depararemos com uma história voltada para o engrandecimento e formação de uma figura de herói em torno da personagem. Entretanto, Gabriel é mostrado como não apenas um aventureiro, mas como um homem simples e simpático, também como uma pessoa com defeitos, equívocos e decisões que podem ser – literalmente – fatais.

O longa é dividido em capítulos, que correspondem aos países que ele visitou durante essa jornada (são selecionados 4 dos 7 países que Gabriel originalmente foi). No princípio, somos apresentados às virtudes do rapaz: um sentimento de humanidade, que o faz querer uma viagem não convencional (voltada para uma experiência que tenta retratar a vida de um local e não de um turista) e uma grande capacidade de comunição.

Após a chegada de sua namorada, e aí começamos a conhece-lo um pouco mais densamente. As discussões entre os dois revelam o quão teimoso e caprichoso (palavras do diretor) ele pode ser. Assim, o ponto mais forte do filme, ao ver, é justamente esse: a profundidade da construção desse personagem que, inicialmente parece ser o homem ideal, mas depois é humanizado através de suas falhas.

Além do foco principal no protagonista, a produção nos permite experimentar um pouco do que seria o cotidiano de povos africanos, coisa que raramente vemos em tela. Por ser uma co-produção francesa, é possível notar como a equipe arrecadou meios suficientes para embarcar conosco, o público, numa curiosa exploração terrestre que nos permite conhecer dos costumes mais banais à descrição de rituais sagrados das tribos locais.

Em meio a esse cenário de riquíssima cultura e contemplação desse modo de vida tão diferente do nosso, “Gabriel e a montanha” nos permite abstrair sobre o nosso modo de vida de uma forma geral: como os africanos retratados vivem com tanta alegria, cantando canções e louvando a vida, com tão pouco.

Tecnicamente, o filme possuí uma parte visual muito bonita (o que não poderia deixar de ser, por conta das paisagens belíssimas presentes nas locações). A fotografia é interessante, principalmente em alguns planos abertos: a maioria em ambientes praianos, onde a composição de cores frias, combinando o céu e o mar, transmitem essa sensação de paz e tranquilidade que foram, provavelmente, um dos objetivos de Gabriel ao embarcar nessa viagem.

O roteiro é consistente. Talvez o filme tenha ficado um pouco arrastado em alguns momentos, quando quis retratar de perto a viagem do protagonista, e diversas cenas se equivalem em sentido; o que não é necessariamente um pouco negativo, apenas foge do padrão narrativo ao qual estamos acostumados. A trilha sonora ajuda nos momentos certos, e cria atmosferas propícias para as cenas retratas. O longa vale muito a pena.

Direção: Fellipe Gamarano Barbosa

Nacionalidade: Brasileiro/Fracês

Roteiro: Fellipe Gamaro Barbosa, Kirill Mikhanosky, Lucas Paraizo

Gênero: Drama

Idioma: Língua portuguesa

 

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