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Cinema

GLOBO DE OURO – La La Land se torna o maior vencedor da HISTÓRIA

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Nesse Domingo, dia 8 de Janeiro a Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood anunciou os vencedores do GLOBO DE OURO. A premiação escolhe os melhores da TV e do Cinema e contou com a apresentação de Jimmy Fallon.

Na TV os prêmios foram mais pulverizados, mas no Cinema, La La Land – Cantando Estações levou SETE estatuetas para casa, se tornando o maior vencedor da história da premiação.

Segue abaixo todos os vencedores da noite.

CINEMA

Melhor filme de Drama
– Até o último homem
– Lion
– Manchester à beira-mar
– Moonlight
– A qualquer custo

Melhor atriz em Filme Dramático
– Isabelle Huppert (Elle)
– Amy Adams (A Chegada)
– Natalie Portman (Jackie)
– Ruth Negga (Loving)
– Jessica Chastain (Miss Sloane)

Melhor ator em Filme Dramático
– Joel Edgerton (Loving)
– Casey Affleck (Manchester à beira-mar)
– Andrew Garfield (Até o último homem)
– Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)
– Denzel Washington (Fences)

Melhor Filme de comédia ou musical
– 20th Century Women
– Deadpool
– Florence, Quem é essa mulher?
– Sing Street
– La La Land – Cantando Estações

Melhor Ator em comédia ou musical
– Colin Farrell (A Lagosta)
– Ryan Gosling (La La Land – Cantando Estações)
– Hugh Grant (Florence, Quem é essa mulher?)
– Ryan Reynolds (Deadpool)
– Jonah Hill (Cães de Guerra)

Melhor Atriz em comédia ou musical
– Annette Bening (20th Century Women)
– Lily Collins (Rules Don’t Apply)
– Meryl Streep (Florence, Quem é essa mulher?)
– Emma Stone (La La Land – Cantando Estações)
– Hailee Stenfeld (Quase 18)

Melhor Diretor
– Tom Ford (Animais Noturnos)
– Damien Chazelle (La La Land – Cantando Estações)
– Mel Gibson ( Até o último homem)
– Barry Jenkins (Moonlight)
– Kenneth Lonergan (Manchester à beira-mar)

Melhor Filme de Língua Estrangeira (não inglesa)
Divines (França)
– Elle (França)
– Neruda (Chile)
– Tony Erdmann (Alemanha)
– O Apartamento (Irã)

Melhor Animação
– Sing: Quem canta seus males espanta
– Moana: Um Mar de Aventuras
– Zootopia: Essa cidade é o bicho
My life as a Zucchini
– Kubo e as cordas mágicas

Melhor Roteiro
– Damien Chazelle (La La Land – Cantando Estações)
– Tom Ford (Animais Noturnos)
– Taylor Sheridan (A qualquer custo)
– Barry Jenkins (Moonlight)
– Kenneth Lonergan (Manchester à beira-mar)

Melhor Atriz Coadjuvante
– Nicole Kidman (Lion)
– Octavia Spencer (Estrelas além do tempo)
– Viola Davis (Fences)
– Michelle Williams (Manchester à beira-mar)
– Naomie Harris (Moonlight)

Melhor Ator Coadjuvante
– Mahershala Ali (Moonlight)
– Aaron Taylor-Johnson (Animais Noturnos)
– Dev Patel (Lion)
– Simon Helberg (Florence, Quem é essa mulher?)
– Jeff Bridges (A qualquer custo)

Melhor Canção Original
Can’t Stop yhe Feeling (Trolls)
Faith (Sing: Quem canta seus males espanta)
How Far I’ll Go (Moana: Um mar de aventuras)
Gold (Ouro e Cobiça)
City of Stars (La La Land – Cantando Estações)

Melhor Trilha Sonora Original
– A Chegada
– Moonlight
– Lion
– La La Land – Cantando Estações
– Estrelas Além do Tempo

TV

Melhor Série Dramática
– The Crown
– Game of Thrones
– Stranger Things
This Is Us
– Westworld

Melhor Atriz em Série Dramática
– Catriona Balfe (Outlander)
– Keri Russell (The Americans)
– Claire Foy (The Crown)
– Winona Rider (Stranger Things)
– Evan Rachel Wood (Westworld)

Melhor Ator em Série Dramática
– Billy Bob Thornton (Goliath)
– Rami Malek (Mr. Robot)
– Bob Odenkirk (Better Call Saul)
– Matthew Rhys (The Americans)
– Liev Schreiber (Ray Donovan)

Melhor Série de Comédia ou Musical
Black-ish
– Atlanta
Mozart in the Jungle
Transparent
– Veep

Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical
– Donald Glover (Atlanta)

– Anthony Anderson (Black-ish)
– Gael Garcia Bernal (Mozart in the Jungle)
– Nick Nolte (Graves)
– Jeffrey Tambor (Transparent)

Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical
– Rachel Bloom (Crazy Ex-Girlfriend)
– Julia Louis Dreyfuss (Veep)
– Tracee Ellis Ross (Black-ish)
– Sarah Jessica Parker (Divorce)
– Issa Era (Insecure)
– Gina Rodriguez (Jane The Virgin)

Melhor Minissérie ou Filme para TV
– The People vs O.J. Simpson: American Crime Story

– American Crime
– The Dresser
– The Night Manager
– The Night Of

Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV
– Tom Hiddleston (The Night Manager)

– Courtney B. Vance (The People vs O.J. Simpson: American Crime Story)
– Riz Ahmed (The Night Of)
– Bryan Cranston (All The Way)
– John Turturro (The Night Of)

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
– Sarah Paulson (The People vs O.J. Simpson: American Crime Story)

– Felicity Huffman (American Crime)
– Riley Keough (The Girlfriend Experience)
– Charlotte Rampling (London Spy)
– Kerry Washington (Confirmation)

Melhor Atriz Coadjuvante na TV
– Olivia Colman (The Night Manager)

– Lena Headey (Game of Thrones)
– Chrissy Metz (This Is Us)
– Mandy Moore (This Is Us)
– Thandie Newton (Westworld)

Melhor Ator Coadjuvante na TV
– Hugh Laurie (The Night Manager)

– Sterling K. Brown (The People vs O.J. Simpson: American Crime Story)
– John Lithgow (The Crown)
– Christian Slater (Mr. Robot)
– John Travolta (The People vs O.J. Simpson: American Crime Story)

Quadrinhos

Edimagic e Supertoons lançam bonecos da série “O Diário de Mika”

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Edimagic que já está há mais de 8 anos no mercado de brinquedos colecionáveis acaba de lançar a coleção de bonecos da série infantil que é o maior sucesso no momento “O Diário de Mika”.

A coleção é completa e composta por todos os personagens da série como Mika, Lilá, Puquê, Javô, Abelhuda, Blá blá e Bru. As crianças vão amar fazer a coleção.

“O Diário de Mika” é uma série de animação brasileira, produzida pela Supertoons, que conta a história de Mika, uma menina de 4 anos muito curiosa, que está aprendendo a lidar com todas as novidades que o mundo tem para oferecer. A cada acontecimento que surge em sua vida, Mika corre até seu quarto e, por meio de desenhos feitos em seu tablet, conta o que está lhe acontecendo para seus amigos brinquedos, que ganham vida em sua presença, assumindo traços de sua personalidade.

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Coleção O Diário de Mika lançado pela Edimagic

O canal da série no YouTube reúne episódios da primeira temporada, além de clipes e karaokês das músicas dos episódios, somando mais de 85 milhões de visualizações e cerca de 250 mil inscritos.

Atualmente a série é exibida em toda a América Latina pela Disney Junior e recentemente estreou na programação da Rede Brasil de Televisão.

Saiba mais sobre o catálogo e lançamento de produtos da empresa acessando o site www.edimagic.com.br.

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Cinema

Liga da Justiça – A nova aposta da DC

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Depois do sucesso de Mulher Maravilha, a DC continua sua tentativa de consolidar seu universo cinematográfico, dessa vez com Liga da Justiça. O filme, que reúne os heróis da DC, pode até ter demorado um pouco demais para acontecer, mas já vinha sendo aguardado por muitos fãs da editora de quadrinhos norte-americana. E apesar da desconfiança que sempre ronda esse universo da DC, Liga da Justiça consegue entregar um filme mais leve e honesto em seu propósito.

O filme é uma continuação quase direta de Batman Vs. Superman. Logo de início se estabelece o quanto a perda do Superman (Henry Cavill) afetou a sociedade. E a partir do surgimento do que parece ser uma nova ameaça, Batman (Ben Affleck) passa a recrutar pessoas com habilidades especiais para se juntar a ele numa possível batalha. Além da Mulher Maravilha (Gal Gadot), introduzida em Batman Vs. Superman e que recentemente ganhou seu filme solo, o grupo reúne também os personagens Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Cyborg (Ray Fisher).

Liga da Justiça

Como essa busca de Bruce pelos outros personagens já havia sido estabelecida no filme anterior (BvS), o filme não perde muito tempo introduzindo esse propósito. Porém acaba perdendo tempo apresentando um pouco esses novos personagens. Não que isso seja ruim, mas como a duração do filme teve que ser reduzida em no máximo 2 horas a pedido da Warner, acabou faltando tempo para realmente desenvolver a ameaça principal. O Lobo da Estepe acaba soando tão caricato e fraco, que não tem como realmente acreditar na tal ameaça que ele representa. Além disso, os efeitos de CGI também não contribuem.

Quanto à introdução dos novos heróis e formação da Liga da Justiça, pode-se dizer que todos conseguem gerar bastante empatia no público, mesmo sem ter muito apresentado de sua história. O grupo todo funciona muito bem junto. A única ressalva, seria em relação à forma como o humor é construído em torno do Flash, que A MEU VER, acaba passando um pouquinho do ponto. O personagem tem momentos muito bons no filme, mas a insistência em determinada piada acaba ficando bem chata e prejudica o personagem.

Fora essa questão, Liga da Justiça é um bom filme para a introdução do grupo. Não tem lá a melhor estrutura, plots muito audaciosos ou grandiosos e nem efeitos muito bons. É um filme simples e como já dito, honesto em seu propósito. Consegue proporcionar bons momentos para o público, e não tenta ser maior do que é. Isso mostra que a DC/Warner aprendeu com seus erros.

Em relação às cenas pós crédito, spoilers já estão aí circulando pela internet. São duas cenas, uma logo depois que o filme acaba e outra realmente no fim dos créditos. Essa última, vale esperar, porque faz valer todas as imperfeições do filme. E a outra, pra quem acompanha as séries da DC/CW como eu, acaba sendo um pouco sem graça, por que é bem parecida com uma cena que já rolou por lá.

Título Original: Justice League
Lançamento: 15 de novembro de 2017
Direção: Zack Snyder
Roteiro: Chris Terrio, Joss Whedon
Gênero: Ação, Ficção Científica, Fantasia
Distribuição: Warner Bros.

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Cinema

Gabriel e a montanha – crítica

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O filme “Gabriel e a montanha” conta a história de um jovem, estudante de economia, que decide deixar o conforto de sua terra natal e parte para uma viagem, de um caráter um tanto quanto singular, ao continente africano, antes de ingressar em uma nova jornada acadêmica nos Estados Unidos.

A premissa da produção nos faz pensar que aqui nos depararemos com uma história voltada para o engrandecimento e formação de uma figura de herói em torno da personagem. Entretanto, Gabriel é mostrado como não apenas um aventureiro, mas como um homem simples e simpático, também como uma pessoa com defeitos, equívocos e decisões que podem ser – literalmente – fatais.

O longa é dividido em capítulos, que correspondem aos países que ele visitou durante essa jornada (são selecionados 4 dos 7 países que Gabriel originalmente foi). No princípio, somos apresentados às virtudes do rapaz: um sentimento de humanidade, que o faz querer uma viagem não convencional (voltada para uma experiência que tenta retratar a vida de um local e não de um turista) e uma grande capacidade de comunição.

Após a chegada de sua namorada, e aí começamos a conhece-lo um pouco mais densamente. As discussões entre os dois revelam o quão teimoso e caprichoso (palavras do diretor) ele pode ser. Assim, o ponto mais forte do filme, ao ver, é justamente esse: a profundidade da construção desse personagem que, inicialmente parece ser o homem ideal, mas depois é humanizado através de suas falhas.

Além do foco principal no protagonista, a produção nos permite experimentar um pouco do que seria o cotidiano de povos africanos, coisa que raramente vemos em tela. Por ser uma co-produção francesa, é possível notar como a equipe arrecadou meios suficientes para embarcar conosco, o público, numa curiosa exploração terrestre que nos permite conhecer dos costumes mais banais à descrição de rituais sagrados das tribos locais.

Em meio a esse cenário de riquíssima cultura e contemplação desse modo de vida tão diferente do nosso, “Gabriel e a montanha” nos permite abstrair sobre o nosso modo de vida de uma forma geral: como os africanos retratados vivem com tanta alegria, cantando canções e louvando a vida, com tão pouco.

Tecnicamente, o filme possuí uma parte visual muito bonita (o que não poderia deixar de ser, por conta das paisagens belíssimas presentes nas locações). A fotografia é interessante, principalmente em alguns planos abertos: a maioria em ambientes praianos, onde a composição de cores frias, combinando o céu e o mar, transmitem essa sensação de paz e tranquilidade que foram, provavelmente, um dos objetivos de Gabriel ao embarcar nessa viagem.

O roteiro é consistente. Talvez o filme tenha ficado um pouco arrastado em alguns momentos, quando quis retratar de perto a viagem do protagonista, e diversas cenas se equivalem em sentido; o que não é necessariamente um pouco negativo, apenas foge do padrão narrativo ao qual estamos acostumados. A trilha sonora ajuda nos momentos certos, e cria atmosferas propícias para as cenas retratas. O longa vale muito a pena.

Direção: Fellipe Gamarano Barbosa

Nacionalidade: Brasileiro/Fracês

Roteiro: Fellipe Gamaro Barbosa, Kirill Mikhanosky, Lucas Paraizo

Gênero: Drama

Idioma: Língua portuguesa

 

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