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Hidetaka Miyazaki, diretor de Sekiro: Shadows Die Twice estará na BGS 2019

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Lançado em 22 de março deste ano, Sekiro: Shadows Die Twice foi um dos games mais aguardados do início de 2019. Em apenas 10 dias, vendeu mais de 2 milhões de cópias, além de ser o mais assistido na Twitch no dia do lançamento. Para a alegria dos fãs, o diretor do jogo, Hidetaka Miyazaki, desembarca pela primeira vez no Brasil para participar da 12ª edição da BGS, que será realizada entre 9 e 13 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo.


Miyazaki estará na Brasil Game Show 2019 em 9 e 10 de outubro, participará da cerimônia de abertura e de um exclusivo meet & greet para apenas 30 fãs. O criador de Armored Core 4 (seu primeiro trabalho na From Software) e Armored Core for Answer, diretor de Demon’s Souls, Dark Souls, Bloodborne, Dark Souls III, Déraciné e do recém-lançado Sekiro: Shadows Die Twice, também deixará suas mãos gravadas no Wall of Fame e receberá o prêmio Lifetime Achievement Award, honraria já concedida pela BGS a personalidades como Hideo Kojima, diretor da série Metal Gear; Nolan Bushnell, criador do Atari; Cory Barlog, diretor criativo de God of War; Ed Boon, cocriador de Mortal Kombat; Fumito Ueda, de Shadow of the Colossus; Phil Spencer; chefe de Xbox; Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter, e Katsuhiro Harada, diretor de Tekken.

“A história de Miyazaki é inspiradora e seu legado para a indústria de games é indiscutível. Aos 29 anos, sem experiência na área, ele provou que não há idade para lutar por um sonho e, desde então, vem criando jogos sensacionais. Sua forma de contar histórias e seu foco na jogabilidade e mais na habilidade do jogador do que nos atributos dos personagens fazem com que suas criações sejam uma referência de games extremamente desafiadores”, analisa Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show, fã confesso do trabalho de Miyazaki.

Além de Miyazaki, a maior feira de games da América Latina também já confirmou a participação de John Romero, criador de DOOM; Charles Martinet, dublador de Mario, icônico personagem da Nintendo, e Shota Nakama, criador da Video Game Orchestra, que, pela primeira vez, trará sua banda para o Brasil.

Para mais informações sobre a Brasil Game Show, acesse: www.brasilgameshow.com.br

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Game Chaves Kart é lançado no Brasil para smartphones

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Em uma nova e divertida aventura, o piloto favorito da vizinhança está pronto para competir no game mobile Chaves Kart.

Basta selecionar seus personagens favoritos da série televisiva e competir nas incríveis pistas de corrida.

Ao entrar no carrinho de churros e começar a colecionar os cartões do Chaves, é possível desbloquear novos personagens, karts e pneus. Quanto mais corridas forem concluídas, aumentam as habilidades para se tornar mais rápido.

O game também permite personalizar seu avatar, com diferentes cortes e cores de cabelo, trocas de roupas e teste de acessórios para criar o piloto dos sonhos.

O jogo está disponível para Android e iOS gratuitamente.

https://www.youtube.com/watch?v=sS-EXj3sEG0&feature=emb_title 

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Pesquisa mostra que PlayStation 4 é o console mais popular do Brasil

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Os brasileiros têm consumido cada vez mais jogos eletrônicos: 73,4% da população já o faz, o que indica um crescimento de 7,1% em relação a 2019. É o que indica a Pesquisa Game Brasil 2020, que traçou o perfil do gamer brasileiro, e entrevistou 5.830 pessoas de todas as regiões do país entre 1 e 16 de fevereiro.

Crédito: Reprodução/ Pesquisa Game Brasil 2020

Jogar por meio de consoles ainda é um território dominado pelo público masculino (63,2%), mesmo que as mulheres tenham uma significativa presença na plataforma (33,7%). Elas ainda preferem jogar pelo celular (69,9%).

O público dos consoles tende a ser de adultos de 25 a 34 anos (37,5%), seguido de idades entre 35 e 54 (32,9%). Mas os jovens, de 16 a 24 anos, também são relevantes (29,6%), o que mostra que a plataforma é bem versátil.

Em relação a marca, Playstation é a mais popular. Dos entrevistados, 38,4% responderam que tem o PlayStation 4 em casa, seguido de Xbox (29,4%), Playstation 2 e 3 (23,6% e 22,6%, respectivamente), Xbox One (22,5%) e Playstation 4 Pro (11%). Para 39,7%, o Playstation 4 é o preferido, seguido do Playstation 4 Pro (22,5%).

As cinco categorias mais jogadas são ação (89,9%), aventura (88%), estratégia (86,1%), corrida (86%) e atirador (85%). E as cinco menos são tabuleiro, cartas, quebra-cabeça, música e cross-platform.

Mais da metade já costuma jogar on-line com outros jogadores, correspondendo a 58,2% dos entrevistados, ante a 41,8% que não joga dessa forma. Comparada às outras categorias, a imersão do jogo on-line nos consoles é maior. As sessões duram de uma a três horas (49,2%) e a rede mais usada é a Playstation Network (53,7%).

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Level Up 007 fala sobre carreira e dá dicas para subir cap

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Samuel “Level Up 007” Lima é uma das personalidades de Free Fire Battlegrounds mais influentes do Brasil. O jogador, que coleciona milhões de seguidores no Instagram e YouTube, acaba de ser contratado como pro player do Corinthians. O Timão anunciou sua equipe para competir pelo jogo da Garena nesta terça-feira (8). Além de vestir a camisa do clube paulista, Level Up fez parte da Seleção Brasileira que venceu o Streamers Showdown, primeiro torneio internacional do modo Contra Squad.

A disputa aconteceu no fim de setembro em Bangkok, na Tailândia, e o TechTudo foi até o país acompanhar o campeonato. Em entrevista, Level Up contou um pouco sobre a sua trajetória e deu dicas para quem quer ir bem na ranqueada e subir capa no Free Fire.

Dicas para jogar, ir bem na ranqueada e subir capa
Level Up deu algumas dicas certeiras para quem quer melhorar no Free Fire. O primeiro aspecto apontado pelo jogador foi sobre celulares. Free Fire é um game mobile disponível para download grátis no Android e iPhone (iOS) e um dos seus maiores diferenciais é a promessa de rodar até nos aparelhos de entrada. “Dá pra treinar sim em um celular mais básico”, destaca o jogador.

“Claro que o desempenho do jogo no celular mais básico não vai ser o mesmo do celular top de linha, mas é possível sim”. Segundo o Level Up, alguns truques podem ajudar quem tem um smartphone mais básico. “Passe um antivírus, exclua algumas fotos, deixe o celular com menos aplicativos instalados. Isso vai fazer ele travar menos. Outra dica é aumentar a DPI do celular, que é algo que o Android costuma fazer”, aconselha.

Já para atuar nas ranqueadas e pegar o sonhado mestre, o jogador defende que é importante que o player encontre o seu estilo de jogo. “Por exemplo, o meu estilo de jogo é o rushadão. Eu saio matando todo mundo para ganhar o BOOYAH, fazendo uma pontuação de qualidade. Mas quando você está começando é melhor ir com mais calma, porque ao jogar dessa forma mais agressiva você se expõe muito e pode acabar encontrando um oponente mais experiente”, explica.

Para finalizar, o jogador deu conselhos para quem quer subir capa. “O primeiro passo é deixar a sensibilidade no 100. Depois, o jogador deve mirar no meio do personagem oponente, para poder arrastar a mira para cima e conseguir dar o tiro na cabeça. Depois disso é só amassar os adversários”, conclui Level Up.

Perfil e carreira
Level Up é um baiano natural de Salvador. Com sotaque manso, o jogador é super vaidoso: sempre abre a câmera frontal do celular para conferir se o visual está “ok”. Samuel tem 18 anos e foi o atleta mais novo da Seleção Brasileira no Streamer Showdown. Mas apesar da pouca idade, o jogador é focado, principalmente quando o assunto é trabalho. “Parem de rir, gente. Vamos fazer essas fotos logo”, disse em tom sério aos companheiros de equipe nos bastidores do torneio.

A trajetória de Level Up no Free Fire é recente, ele começou a jogar o game mobile há um ano e cinco meses. Já os treinos para entrar no competitivo foram iniciados um ano e dois meses atrás. “Eu treinava muitas horas, às vezes 14 horas por dia. Eu jogava 1×4 sempre, na ranqueada mesmo. Ganhava ponto, perdia ponto, até alcançar uma melhoria. Eu pensava que isso poderia me dar um futuro”.

E deu. O baiano já é campeão mundial, veste a camisa do Corinthians e tem uma legião de fãs que adoram fazer o “L”, de “Level Up Lindão”, como ele diz. Mas o jogador destaca que nada disso foi fácil. “Eu comecei a streamar depois que peguei 400 mil inscritos no YouTube. A estreia é um pouco complicada, você não tem uma audiência muito alta no início. Também teve uma época que muita gente me hateava. Em alguns momentos eu fiquei muito triste por isso, mas passou. Eu dei a volta por cima, fui melhorando e logo as pessoas que me criticavam começaram a me elogiar também”, conta.

O maior desafio para chegar até aqui, no entanto, foi a sua família. “Eles não me apoiavam. Eu escutava deles que eu não servia para nada, que era um inútil, que o jogo não ia me dar futuro nenhum”, desabafa. Para driblar os problemas, Level Up decidiu sair de casa. “Eu tive que amadurecer rapidamente, aprender a me cuidar, viver sozinho, trabalhar e focar no meu sonho”. Hoje Level Up vive de jogar Free Fire e dá conselhos para quem sonha em seguir essa carreira. “Se você quer ser alguma no competitivo, precisa treinar. Você não pode pensar que o cara tem dinheiro pode comprar qualquer coisa. Porque a sua dedicação e habilidade, isso ninguém compra”, destaca.

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