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7 jogos bons, mas sem continuação

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Quem nunca jogou ou assistiu um desenho ao qual ficou aguardando uma continuação que até hoje não veio, me recordo de um desenho chamado Megas XLR produzido pela Cartoon Network, teve 2 temporadas muito boas e sem explicação acabou, inclusive o desenho deixou de ser exibido pela Cartoon Network parecendo que ele nunca foi produzido, esse é apenas um exemplo sobre o assunto desta matéria, que serão alguns jogos bons que tiveram no máximo 1 sequência, mas que após anos não se viu mais nenhum jogo da franquia.

Black

Média de 8,3 no IMDB

Clássico jogo produzido Criterion Games e distribuído pela Eletronic Arts, lançado em 2005 para PlayStation 2 e Xbox. Quem não se recorda de ter jogado Black? Jogo que é elogiado por muitos jogadores até o dia de hoje, por suas mecânicas, história, dificuldade, Black é sem dúvidas um dos melhores jogos da 6ª geração. O jogo inclusive competiu para melhor jogo do ano em 2006 na BAFTA Video Game Award, mas infelizmente até hoje não ouvimos nada sobre uma continuação, a não ser um suposto Black 2 que foi cancelado, entretanto aparentemente não seguiria o mesmo estilo do primeiro título.

Uma dica para quem tem Xbox One e deseja matar saudades é que o título está disponível através da retrocompatibilidade com o primeiro Xbox, inclusive com umas melhorias, mas não só isso, nesse mês de janeiro a EA adicionou o título ao seu serviço de assinatura, o EA Access, então é só baixa-lo, entretanto os títulos do primeiro Xbox não estão disponíveis na Live BR, mas basta trocar a região do console para EUA, baixar e depois voltar para BR e jogar.

Bully

Média de 8,6 no IMDB

Mais um clássico da 6ª geração de consoles, outro jogo amado por seus jogadores, produzido e distribuído pela Rockstar Games em 2006, lançado para Xbox, Xbox 360, PlayStation (2, 3 e 4) e PC, o jogo representa um ambiente escolar, e de fato pode ser um dos motivos por encantar os jogadores, por ser diferente do que vemos tradicionalmente nos jogos. Existem rumores sobre uma sequência, mas nada concreto, então não custa sonhar com uma continuação.

Split/Second

Média de 7,9 no IMDB

Jogo produzido pela Black Rock Studio e Sumo Digital, distribuído pela Disney em 2010, lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC, no qual o jogador se encontra dentro de um reality show, com carros e muita, mas muita destruição, o objetivo é ganhar as corridas, podendo com isso literalmente destruir seu oponente, seja através de interações com o cenário ou fazendo-o perder o controle, é um jogo parecido com Bornout, onde se você não jogou, fica minha indicação para jogar.

Urban Chaos: Riot Response

Média de 8,5 no IMDB

Antes da Rocksteady produzir a série Arkham de Batman, ela já havia produzido um excelente jogo chamado Urban Chaos: Riot Response (continuação de Urban Chaos, lançado para PlayStation 1), o jogo foi distribuído pela Eidos em 2006, lançado para PlayStation 2 e Xbox. No jogo você é o policial Nick Mason, onde você tem a dura missão de manter a paz na cidade, acabando assim com um caos urbano, o jogo possui gráficos excelentes e uma jogabilidade muito boa.

Alan Wake

Média de 8,7 no IMDB

Aqui temos um dos melhores exclusivos do Xbox, produzido pela Remedy Entertainment e distribuído pela Microsoft em 2010 para Xbox 360 e PC, resumidamente nesse jogo de suspense você é Alan Wake que está passando férias em uma cidade pequena do EUA, onde ele tem que encarar a escuridão, então entre as armas que você usa no jogo, a lanterna é a mais importante, pois com elas você conseguirá atingir seus inimigos após ilumina-los tornando-os alvos para suas armas. Esse é um pequeno resumo, sem detalhes da história, mas é um dos títulos do Xbox que você que possui o console deve jogar, não é atoa que todos os anos ao se aproximar da E3 o público espera por um anúncio da Microsoft por uma sequência de Alan Wake, então faltando cerca de 6 meses para E3 2018 não custa sonhar com um sequência para esse jogo.

Shadow of the Colossus

Média de 9,5 no IMDB

Jogo desenvolvido pelo Team Ico e distribuído pela Sony inicialmente em 2005 para PlayStation 2, inicialmente, pois o jogo possui um remaster lançado em 2011 para PlayStation 3 e ganhará um “remake” com lançamento para algum momento de 2018 para PlayStation 4, não irá se tratar de um jogo novo, e sim o mesmo jogo, só que com os detalhes e gráficos para a atual geração de consoles. O jogo é lembrando por quase todos aqueles que tiveram PlayStation 2, sem dúvidas um dos melhores títulos do console, aqui você é Wonder e tem como objetivos derrotar 16 colossos utilizando sua espada e seu cavalo Agro que o ajudará a deslocar-se até o local da luta, ele enfrenta esses colossos para restaurar a vida de sua amada.

Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories

Média de 6,6 no IMDB

Jogo produzido e distribuído pela Konami em 1999 para PlayStation 1. Aqui temos um jogo que podia não está na lista, pois Yu-Gi-Oh! possui diversas sequências, inclusive Duel Links lançado inicialmente iOS e Android, chegando recentemente ao PC também, mas especificamente esse jogo está na lista, pois nenhuma sequência de Yu-Gi-Oh! seguiu as mecânicas desse jogo, todas as sequências são diferentes deste jogo, Forbidden Memories segue a história dos mangás, e que você encontrará personagens que certamente você irá lembrar do anime, mas qual a diferença desse jogo em relação aos outros, já se imaginou ter 3 Dragões Brancos de Olhos Azuis, mas não conseguir fazer a fusão por falta de uma carta de polimerização? Então aqui você precisa apenas levantar as cartas e jogá-las para realizar a fusão, você pode inclusive arriscar levantar várias cartas para quem sabe assim conseguir uma fusão que irá salvar seu duelo, essa é uma mecânica que gostaria que fosse repetida em algum jogo, quem sabe em um Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories.

Essa é minha lista de alguns bons jogos que mereciam uma continuação, concorda com a lista? Tem algum jogo que você acha que merecia destaque?

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Game Chaves Kart é lançado no Brasil para smartphones

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Em uma nova e divertida aventura, o piloto favorito da vizinhança está pronto para competir no game mobile Chaves Kart.

Basta selecionar seus personagens favoritos da série televisiva e competir nas incríveis pistas de corrida.

Ao entrar no carrinho de churros e começar a colecionar os cartões do Chaves, é possível desbloquear novos personagens, karts e pneus. Quanto mais corridas forem concluídas, aumentam as habilidades para se tornar mais rápido.

O game também permite personalizar seu avatar, com diferentes cortes e cores de cabelo, trocas de roupas e teste de acessórios para criar o piloto dos sonhos.

O jogo está disponível para Android e iOS gratuitamente.

https://www.youtube.com/watch?v=sS-EXj3sEG0&feature=emb_title 

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Pesquisa mostra que PlayStation 4 é o console mais popular do Brasil

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Os brasileiros têm consumido cada vez mais jogos eletrônicos: 73,4% da população já o faz, o que indica um crescimento de 7,1% em relação a 2019. É o que indica a Pesquisa Game Brasil 2020, que traçou o perfil do gamer brasileiro, e entrevistou 5.830 pessoas de todas as regiões do país entre 1 e 16 de fevereiro.

Crédito: Reprodução/ Pesquisa Game Brasil 2020

Jogar por meio de consoles ainda é um território dominado pelo público masculino (63,2%), mesmo que as mulheres tenham uma significativa presença na plataforma (33,7%). Elas ainda preferem jogar pelo celular (69,9%).

O público dos consoles tende a ser de adultos de 25 a 34 anos (37,5%), seguido de idades entre 35 e 54 (32,9%). Mas os jovens, de 16 a 24 anos, também são relevantes (29,6%), o que mostra que a plataforma é bem versátil.

Em relação a marca, Playstation é a mais popular. Dos entrevistados, 38,4% responderam que tem o PlayStation 4 em casa, seguido de Xbox (29,4%), Playstation 2 e 3 (23,6% e 22,6%, respectivamente), Xbox One (22,5%) e Playstation 4 Pro (11%). Para 39,7%, o Playstation 4 é o preferido, seguido do Playstation 4 Pro (22,5%).

As cinco categorias mais jogadas são ação (89,9%), aventura (88%), estratégia (86,1%), corrida (86%) e atirador (85%). E as cinco menos são tabuleiro, cartas, quebra-cabeça, música e cross-platform.

Mais da metade já costuma jogar on-line com outros jogadores, correspondendo a 58,2% dos entrevistados, ante a 41,8% que não joga dessa forma. Comparada às outras categorias, a imersão do jogo on-line nos consoles é maior. As sessões duram de uma a três horas (49,2%) e a rede mais usada é a Playstation Network (53,7%).

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Level Up 007 fala sobre carreira e dá dicas para subir cap

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Samuel “Level Up 007” Lima é uma das personalidades de Free Fire Battlegrounds mais influentes do Brasil. O jogador, que coleciona milhões de seguidores no Instagram e YouTube, acaba de ser contratado como pro player do Corinthians. O Timão anunciou sua equipe para competir pelo jogo da Garena nesta terça-feira (8). Além de vestir a camisa do clube paulista, Level Up fez parte da Seleção Brasileira que venceu o Streamers Showdown, primeiro torneio internacional do modo Contra Squad.

A disputa aconteceu no fim de setembro em Bangkok, na Tailândia, e o TechTudo foi até o país acompanhar o campeonato. Em entrevista, Level Up contou um pouco sobre a sua trajetória e deu dicas para quem quer ir bem na ranqueada e subir capa no Free Fire.

Dicas para jogar, ir bem na ranqueada e subir capa
Level Up deu algumas dicas certeiras para quem quer melhorar no Free Fire. O primeiro aspecto apontado pelo jogador foi sobre celulares. Free Fire é um game mobile disponível para download grátis no Android e iPhone (iOS) e um dos seus maiores diferenciais é a promessa de rodar até nos aparelhos de entrada. “Dá pra treinar sim em um celular mais básico”, destaca o jogador.

“Claro que o desempenho do jogo no celular mais básico não vai ser o mesmo do celular top de linha, mas é possível sim”. Segundo o Level Up, alguns truques podem ajudar quem tem um smartphone mais básico. “Passe um antivírus, exclua algumas fotos, deixe o celular com menos aplicativos instalados. Isso vai fazer ele travar menos. Outra dica é aumentar a DPI do celular, que é algo que o Android costuma fazer”, aconselha.

Já para atuar nas ranqueadas e pegar o sonhado mestre, o jogador defende que é importante que o player encontre o seu estilo de jogo. “Por exemplo, o meu estilo de jogo é o rushadão. Eu saio matando todo mundo para ganhar o BOOYAH, fazendo uma pontuação de qualidade. Mas quando você está começando é melhor ir com mais calma, porque ao jogar dessa forma mais agressiva você se expõe muito e pode acabar encontrando um oponente mais experiente”, explica.

Para finalizar, o jogador deu conselhos para quem quer subir capa. “O primeiro passo é deixar a sensibilidade no 100. Depois, o jogador deve mirar no meio do personagem oponente, para poder arrastar a mira para cima e conseguir dar o tiro na cabeça. Depois disso é só amassar os adversários”, conclui Level Up.

Perfil e carreira
Level Up é um baiano natural de Salvador. Com sotaque manso, o jogador é super vaidoso: sempre abre a câmera frontal do celular para conferir se o visual está “ok”. Samuel tem 18 anos e foi o atleta mais novo da Seleção Brasileira no Streamer Showdown. Mas apesar da pouca idade, o jogador é focado, principalmente quando o assunto é trabalho. “Parem de rir, gente. Vamos fazer essas fotos logo”, disse em tom sério aos companheiros de equipe nos bastidores do torneio.

A trajetória de Level Up no Free Fire é recente, ele começou a jogar o game mobile há um ano e cinco meses. Já os treinos para entrar no competitivo foram iniciados um ano e dois meses atrás. “Eu treinava muitas horas, às vezes 14 horas por dia. Eu jogava 1×4 sempre, na ranqueada mesmo. Ganhava ponto, perdia ponto, até alcançar uma melhoria. Eu pensava que isso poderia me dar um futuro”.

E deu. O baiano já é campeão mundial, veste a camisa do Corinthians e tem uma legião de fãs que adoram fazer o “L”, de “Level Up Lindão”, como ele diz. Mas o jogador destaca que nada disso foi fácil. “Eu comecei a streamar depois que peguei 400 mil inscritos no YouTube. A estreia é um pouco complicada, você não tem uma audiência muito alta no início. Também teve uma época que muita gente me hateava. Em alguns momentos eu fiquei muito triste por isso, mas passou. Eu dei a volta por cima, fui melhorando e logo as pessoas que me criticavam começaram a me elogiar também”, conta.

O maior desafio para chegar até aqui, no entanto, foi a sua família. “Eles não me apoiavam. Eu escutava deles que eu não servia para nada, que era um inútil, que o jogo não ia me dar futuro nenhum”, desabafa. Para driblar os problemas, Level Up decidiu sair de casa. “Eu tive que amadurecer rapidamente, aprender a me cuidar, viver sozinho, trabalhar e focar no meu sonho”. Hoje Level Up vive de jogar Free Fire e dá conselhos para quem sonha em seguir essa carreira. “Se você quer ser alguma no competitivo, precisa treinar. Você não pode pensar que o cara tem dinheiro pode comprar qualquer coisa. Porque a sua dedicação e habilidade, isso ninguém compra”, destaca.

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