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Os Defensores, a série de equipe da Marvel para a Netflix já estreou

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Estreou nessa sexta-feira dia 18/08, Os Defensores ou os “Vingadores” da Marvel Netflix. Com a promessa de consolidar o universo Marvel no serviço de streaming, a minissérie buscou casar a fórmula de sucesso da primeira união dos heróis mainstream no cinema em 2012 com o estilo urbano e sombrio que caracterizou as séries do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro.

Escrita por Douglas Petrie  e Marco Ramirez e com o retorno de Charlie Cox como Matt Murdock/Demolidor, Krysten Ritter como Jessica Jones, Mike Colter o Luke Cage e Finn Jones como Danny Rand/Punho de Ferro, além de boa parte do elenco de apoio das séries anteriores com destaque a Élodie Yung como Elektra, Rosario Dawson como Claire Temple e Jessica Henwick como Colleen Wing, além da veterana musa dos aliens Sigourney Weaver como a vilã Alexandra.

Defensores 1

O ponto alto da minissérie de oito episódios é a construção do grupo. As circunstâncias que levam a equipe são convincentes e acima de tudo satisfatórias, os quatro possuem uma ótima química e há espaço pra cada um deles brilhar, visto que sem esse êxito a série descambaria a um fracasso absoluto por razões óbvias. Há momentos na metade da série de total alívio nostálgico e referencial como a excelente sequência de ação do terceiro episódio, piadas que trabalham bem as diferenças morais e temperamentais de seus personagens e a mistura bem desenvolvida com os personagens coadjuvantes das séries anteriores.

O trabalho visual é ótimo, com um bom estudo de luz e cor que interpreta bem as características e emoções de cada personagem e algumas ótimas sequências de ação (embora nesse quesito a série seja totalmente inconsistente. Falarei disso mais tarde).

As interpretações também evoluem com Charlie Cox cada vez mais conhecendo seu personagem, Krysten Ritter como um sarcasmo e cinismo que caracterizam o estilo despretensioso de sua personagem, um Mike Colter com carisma mas em certos momentos uma nova versão de “The Rock” e finalizando os heróis, Finn Jones que melhora consideravelmente sua interpretação graças a um roteiro bem melhor do que sua série individual, o que não quer dizer muita coisa. Ainda nas interpretações é importante destacar o excelente trabalho de Élodie Yung, que agrega novos elementos a sua quase Femme Fatale, assim como Rosario Dawson que serve como um excelente catalisador dramático.

Dentre todos seus atributos, Os Defensores também possui problemas e não são poucos. A começar pelo roteiro genérico que não se preocupa em inserir inúmeros clichês do gênero, transformando de fato em termos de história, numa versão “darkstreet” dos Vingadores. Outro aspecto problemático no roteiro são seus diálogos que oscilam entre aceitáveis e patéticos, além de momentos de pura exposição e personagens contando a mesma história ao público por quatro vezes no mesmo episódio. A história de toda série é divida numa ótima primeira metade, mas com uma resolução não muito satisfatória, com pontos de virada que podem decepcionar ou talvez não comprometer. O formato menor diminuiu um pouco o problema crônico das séries da Netflix em enrolar seus episódios, embora não o cessou, há momentos em que a narrativa custa a fluir, assim como flashbacks que servem meramente como um acréscimo de exposição barata.

Outro grande problema se encontra na direção. Não há harmonia nos elementos técnicos, mesmo até em um só episódio, onde há momentos de ação extremamente picotados, com uma câmera incessantemente tremida, assim como uma edição que em algumas cenas ou sequências, simplesmente não faz sentido. Em contraste, existem excelentes cenas de ação, com uma câmera mais amena e circular atrelado a um melhor trabalho de montagem.

Os Defensores é portanto uma boa e divertida adição ao catálogo Netflix, com um excelente grupo de heróis, bons momentos de ação e referência ao material fonte, entretanto a inconsistência no roteiro e direção impedem de consolidar a minissérie no patamar dos grandes projetos do Marvel Cinematic Universe e do próprio serviço de streaming.

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Por que “Crisis on Earth-X” é o melhor crossover do Arrowverse?

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Crisis on Earth-X

Não é de hoje a emissora americana The CW se propõe a juntar suas séries de herói em um grande evento de crossover. Aliás, essa não é uma questão específica da emissora e sim do universo de heróis criado por Greg Berlanti, já que foi produzido um crossover entre The Flash e Supergirl, enquanto esta última ainda era exibida pela CBS.

Esse ano o evento foi intitulado Crisis on Earth-X e os heróis de Arrow, The Flash, Supergirl e DC’s Legends of Tomorrow, tiveram que enfrentar a ameaça de nazistas da Terra-X atacando a Terra-1.  Essa premissa já de cara é interessante, pelo fato de que, abordar o multiverso, permite a introdução de outras versões de personagens que já conhecemos. Desse modo, apesar de alguns personagens não estarem precisamente no crossover, os atores ainda puderam fazer suas aparições. Além disso, também abre a possibilidade de relembrar personagens que já partiram e ainda de conhecer personagens novos.

Crisis on Earth-X

Outro acerto desse crossover foi o fato de ser dividido em duas noites ao invés de três como no ano passado. Isso, somado ao fato da história ter uma continuidade, foi fundamental para manter o ritmo e a fluidez do evento, que contou com mais cenas de luta do que temos visto em todas essas séries atualmente.

Apesar de ter pelo menos uma cena do tipo por episódio, Crisis on Earth-X também consegue abordar e dar continuidade a temas recorrentes das séries de origem. Não se tornando um evento avulso e totalmente dispensável para quem não acompanha todas as séries. Na verdade é bem o oposto, tem tanto desenvolvimento de personagem que vale a pena ser assistido. E quem não acompanha todas as séries, pode ficar tranquilo, porque fica tudo bem compreensível através dos diálogos. Óbvio que, neste caso, algumas coisas vão ter menos importância, mas pelo menos o espectador não ficará perdido como no episódio de Arrow do crossover no ano passado.

Isso permite que o espectador aproveite melhor o enredo, que é cheio de momentos divertidos, tensos, surpreendentes e, até mesmo, emotivos. O roteiro constrói isso muito bem, principalmente no primeiro e no segundo episódios. Não que seja um roteiro perfeito. Ele tem seus furos e momentos  que são muito convenientes. Porém, não é algo que fuja ao que já se vê nessas séries.

É por isso que Crisis on Earth-X é o melhor crossover do Arrowverse. Porque consegue manter a essência das quatro séries e de seus personagens. Permite que eles interajam com total potencial, criando uma dinâmica muito boa entre o grupo. Certamente vai ser difícil superar o que foi feito aqui no próximo ano.

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Morena Larissa Manoela fotografa para sua coleção de bolsas em Paris

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A convite da grife Birô e da plataforma digital Post2B, a estrela teen Larissa Manoela embarcou para Paris a capital da França.A musa foi fazer fotos para a nova campanha da sua linha de bolsas e acessórios para a grife Birô.

Larissa Manoela que agora está morena por conta de sua personagem para a próxima novela do SBT, “As Aventuras de Poliana”, foi clicada em vários pontos da cidade como a Torre Eiffel pelo renomado fotógrafo Leandro Dias. Já o cabelo e a make ficaram por conta do talentoso Ramon Amorim.

A coleção “Larissa Manoela by Birô” é composta de cintos, bolsas, mochilas, almofadas, bottons, copos e podem ser encontradas nas melhores lojas ou no site www.larissamanoelaloja.com.br.

Confira alguns cliques da nova coleção:

 

 

 

 

 

 


Fonte: Thiaggo Camilo – Assessoria, Marketing & Eventos

 

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Big Mouth – Resenha crítica

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A recente série animada da Netflix, big mouth, trata do cotidiano de quatro amigos: Nick, Jessi, Andrew e Missy, que tem suas vidas totalmente afetadas pelo advento da puberdade e todo o – digamos – estresse que ela traz.

Recheada de referências, irônias e uma diversidade incrível, a animação cativa do início ao fim. A representatividade aqui não deixa a desejar: vários assuntos que geralmente não são tratados, como a dúvida quanto à sexualidade (geralmente aborda-se o tema de uma maneira esteriotipada: onde héteros e homossexuais são retratados como figuras seguras e nunca vacilantes de suas orientações), a variedade religiosa (aqui há um episódio inteiro voltado para um ritual judeu), entre outros assuntos.

Além de tais diferenciais, a série quebra com padrões quando coloca uma de suas personagens principais uma menina negra. Como já é sabido, porém sempre indispensável de reforçar, o negro sofre com a falta de espaço nas telas,  e quando aparece é,  majoritariamente, de maneira estereotipada e isolada na trama. Aqui, Missy, uma das protagonistas, é uma garota fora do padrão Hollywoodiano. Porém,  que é tratada com a importância dramática merecida,  e não como personagens negras costumam a ser representadas, ou seja: superficial e marginalmente. A garota não possui os cabelos lisos, não é super magra, usa aparelho dentário e tem inseguranças como qualquer pessoa normal teria: muitos pontos para big mouth.

O feminismo também aparece em alguns momentos. Talvez não tanto com a representação do movimento em si, mas como um combate ao machismo, especialmente em episódios como “todo mundo sangra” e “empurrar a cabeça”.

Além de todos esses aspectos já citados, a animação é divertida, leve e engraçada, com personagens heterogêneos e que vivem alturas diferentes da puberdade, assim, experimentando diversos níveis da complicada e cômica fase que é o começo da adolescência.

O conteúdo é explícito, fala-se muito de sexo, de masturbação e de apetite sexual. Mas nada de maneira muito extravagante ou que fuja muito da realidade, afinal, a série retrata justamente a descoberta de um universo, formado pelas suas múltiplas facetas. 

 

Ficha técnica

Título Original:    Big Mouth (Season 1)
Ano produção: 2017
Dirigido: Bryan Francis, Joel Moser Mark, Levine, Mike L. Mayfield
Estreia: 29 de Setembro de 2017 (Brasil)
Duração: 262 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero: Animação/Comédia
País de Origem: Estados Unidos da América

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