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Conhecendo Paladins a nova aposta de jogo competitivo da HiRez

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Você pode não ser um especialista em jogos, muito menos estar de olho no crescimento dos chamados Esportes Eletrônicos (E-Sports), mas se você usa a internet, muito provavelmente já ouviu falar de jogos como DOTA, League of Legends, Counter-Strike:GO. Esses são só alguns exemplos de jogos competitivos do momento, nesse cenário a HiRez Studios veio disposta a adicionar mais uma opção nessa lista que cresce a cada ano: Paladins: Champions of The Realm.

O jogo que foi lançado em beta fechado no dia 17 de novembro de 2015 e entrou oficialmente em Beta Aberto Gratuito em setembro de 2016 já conta com mais de 5 milhões de usuários ativos e com uma popularidade invejável dentre os jogos disponíveis na Steam, a maior distribuidora digital de jogos do mundo, listando entre os 15 jogos mais jogados na plataforma.

Como um jogo de ação e tiro em primeira pessoa (FPS) com características dos tradicionais jogos de arenas de batalha (MOBA), o jogo Paladins é categorizado como um HeroShooter, ou em bom português, jogo de tiro com heróis. É inevitável evitar comparar o jogo com outro enorme sucesso do ano passado, que foi Overwatch, inclusive, vencedor do game do ano de 2016, mas embora a comparação seja fácil, a verdade é que a história não é bem assim:

Em resposta as comparações, o CEO da HiRez Todd Haris prontificou-se em responder que na verdade, Overwatch não foi uma das inspirações para Paladins e creditou a maior inspiração a outro clássico do gênero: Team Fortress 2.

É notável que quando jogos muito semelhantes são lançados dentro de um curto período de tempo, comparações do tipo são inevitáveis. Mas levando em consideração os fatores adicionais de ambos os lados da História, os dois jogos tiveram sua produção muito antecipadamente ao anúncio público de qualquer um dos dois jogos. Paladins começou a ser trabalhado anos antes mesclando temas de jogos anteriores da HiRez Studios como Global Agenda e Tribes Ascends, assim como Overwatch veio de um outro MMORPG cancelado da Blizzard Entertainment chamado Titan.

Tendo isso em mente, podemos descartar as opções e avaliar Paladins como um jogo único, próprio e com características que merecem respeito. Dentre as características marcantes desse jogo, que o difere da maioria dos jogos de tiro com heróis, é a questão da loja de itens – similar a jogos como League Of Legends e Smite (também da HiRez Studios) – que adicionam uma pitada fundamental de estratégia e controle de recursos durante as frenéticas e rápidas partidas dos diferentes modos de jogo (que incluem modos de carregamento, arena, sobrevivência e desafios arcades contra personagens controlados pela máquina).

Resultado de imagem para Brazil Paladins LeagueOutro ponto que faz de Paladins uma boa opção para quem está se aventurando no cenário de esportes eletrônicos agora, é que mesmo sendo um jogo tão novo, ele já conta com grandes torneios nacionais e internacionais. Com elevado investimento da empresa criadora em torneios, são ao todo, mais de três opções competitivas importantes para equipes Brasileiras, como as qualificatórias amadoras da Agência x5 e a Liga Brasileira de Paladins (Brazil Paladins League da Max 5) que valem vaga para o mundial de atlanta que ocorre todo ano na Exposição da HiRez (HRX Expo).

Ficou interessado? Não precisa passar vontade, o jogo Paladins: Champions of The Realm está em beta aberto e é totalmente gratuito para novos jogadores. Você pode até se perguntar: E quando sair do beta, se tornará pago? – NÃO. A HiRez Studios já deixou claro que o jogo será 100% de graça mesmo depois do fim das fases de testes, as únicas opções pagas serão cosméticos ou aceleradores de experiência (que não interferem diretamente na jogabilidade).

Baixe agora mesmo pela Steam ou pelo site oficial do jogo

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2 Comments

2 Comments

  1. MayogaX

    22 de Abril de 2017 at 16:36

    Muita informação e muito esclarecedor. Ótimo artigo 😀

    • Daniel Freitas

      22 de Abril de 2017 at 22:05

      Obrigado pela vista ao site. Volte sempre e compartilhe.

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Geek & Game Rio Festival 2018 terá campeonato feminino de Rainbow Six Siege

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Uma novidade para cenário competitivo estará presente no Geek & Game Rio Festival 2018, um campeonato feminino de Rainbow Six Siege:

“De olho no crescimento exponencial do cenário feminino de Rainbow Six Siege no Brasil, a Ubisoft anuncia, nesta quinta-feira (14), a abertura de inscrições para a fase classificatória da primeira etapa do Circuito Feminino da modalidade. Quatro times se classificarão para a fase final, que será disputada de forma presencial, entre os dias 20 e 22 de julho, no Geek & Game Rio Festival, no Rio de Janeiro, um dos maiores eventos do segmento.

[…]

A primeira etapa da competição vai acontecer de forma virtual e em formato MD1, com Swiss Round, modo que permitirá que todas as equipes joguem contra todas. Os duelos desta fase estão marcados para os dias 25 e 26 de junho, das 19h às 23h, e contarão com o novo sistema de banimentos de operadores, que foi divulgado pela primeira vez no Six Invitational e possibilita uma maior variedade de estratégias no cenário competitivo da modalidade. Durante a fase classificatória, as partidas contarão com dez rounds, sem direito a overtime. Já nos playoffs, as partidas acontecerão em formato MD3, com eliminação simples e overtime.

A fase final da primeira etapa do Circuito Feminino de Rainbow Six Siege terá transmissão nos dias 20, 21 e 22 de junho, a partir das 17h, pelo site IGN Brasil.

O torneio é o pontapé inicial de um projeto que visa incluir ainda mais as mulheres no cenário competitivo de Rainbow Six Siege. O Circuito Feminino de R6 deve se estender a outros grandes eventos que ocorrerão ainda este ano e devem ser anunciados nos próximos meses. A ideia é criar cada vez mais torneios e oportunidades para que as jogadoras da modalidade possam jogar de forma presencial para um grande público.”

Uma ótima novidade para cenário gamer competitivo !!!

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Criador do Atari retorna para a edição 2018 da BGS

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“Nolan Bushnell, um dos mais conhecidos nomes da indústria de games e
entretenimento, voltará à maior feira de games da América Latina para
palestrar no BGS Talks, atender os fãs em sessões de Meet & Greet e
ser jurado em concursos de cosplay

Considerado pela revista Newsweek um dos “50 Homens que Mudaram a América”, Nolan Bushnell entrou
para a história da indústria dos videogames quando criou o Atari, em 1977. Quarenta anos depois do lançamento do console que popularizou os games em todo o mundo, Bushnell foi uma das grandes atrações da Brasil
Game Show do ano passado e retorna para a 11ª edição da maior feira de jogos eletrônicos da América Latina, que acontece de 10 a 14 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, para participar de diversas atividades com os visitantes. Bushnell irá palestrar no BGS Talks sobre sua carreira, atender os fãs com fotos e autógrafos em sessões de Meet & Greet e ainda será jurado de concursos de cosplay.

“Na Brasil Game Show de 2017 pude perceber o quanto os brasileiros
são apaixonados pelos videogames e fiquei muito feliz com a calorosa
recepção. Tive a oportunidade de encontrar muitos fãs, tirar fotos e
dar autógrafos. Foi um evento incrível e estou muito feliz por
retornar”, disse Bushnell, que também gravou uma mensagem para o
público da BGS: https://bit.ly/2Lk1oJZ

“O Nolan é uma lenda viva dos videogames. Ele deu o pontapé inicial
para a popularização dos jogos eletrônicos e o sucesso dessa
indústria teve muita influência do trabalho dele”, disse Marcelo
Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show. “É um prazer recebê-lo
novamente no evento e temos certeza que, assim como no ano passado, ele
irá acrescentar muito com suas histórias, experiências e
conhecimento”.”

Nota da BGS

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State of Decay 2 – Análise

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State of Decay supera seu antecessor, mas continua cometendo os mesmos erros do passado.

State of Decay foi lançado em 2013 para Xbox 360 como Arcade, ou seja, um jogo curto e por um preço baixo, e sua sequência foi lançada no dia 22 de maio de 2018.

Para começar esta análise vamos comentar um pouco do primeiro jogo para que assim possamos entender a “história” do jogo. Em State of Decay você é literalmente jogado no meio de um apocalipse zumbi e nem o “protagonista”, sob o nome de Marcus, sabe o que está acontecendo, e nisso ele encontra Ed, que é outra pessoa que não faz ideia do que está acontecendo e após uns instantes, vocês fogem e encontram um abrigo com alguns humanos que pedem para vocês irem em busca de recursos e nisso vocês encontram outro sobrevivente e voltam até a cabana, mas adivinhem só! Quem ali estava viraram zumbis, e vocês os matam e vão em busca de refúgio, inclusive para ajudar o seu mais recente amigo, o Ed. Com isso você conhece Lily Ritter, único personagem não jogável no primeiro jogo e é nesse ponto que queria chegar para começar a análise do segundo jogo.

Em State of Decay 2, da mesma forma que no 1, você é jogado no meio de um apocalipse zumbi, mas dessa vez você sabe o que está acontecendo e vai em busca de abrigo, onde conhecem um militar e uma médica que lhes ajudam e juntos vocês iram formar sua comunidade, com a liberdade de escolher um dos 3 mapas disponíveis.

No jogo o grande foco está no gerenciamento da sua comunidade, e nisso sem dúvidas State of Decay se coloca como um dos melhores jogos de sobrevivência da atualidade, inclusive se destaca dos jogos de zumbis que já saturam o mercado. Aqui você tem seus sobreviventes iniciais que possuem habilidades especificas ou não, vamos explicar isso, cada personagem possui 4 características básicas e uma que ele pode ter ou não ter, se ele não tiver, isso pode ser aprendido através de livros de habilidades, todas as 5 podem ser upadas para um segundo nível que você escolherá entre 2 especializações, a não ser que a personagem possua algum problema que a impeça a evolução de alguma habilidade, por exemplo, ela ou ele pode ter catarata o que prejudica a sua visão, logo não será possível upar a habilidades de tiro. Na sua comunidade além dos sobreviventes você tem que gerenciar seus recursos, o que faz com que você tenha que sair pelo mapa em busca recursos a todo momento, e tudo isso afeta a moral da comunidade, por falar nela, administre bem isso, pois afetará o andamento da sua base, os sobreviventes da sua base também podem afetar positivamente ou negativamente a moral da sua base de acordo com seus atributos, e se a moral da base estiver baixa, sobreviventes podem brigar ou ameaçar deixar a sua comunidade.

Ao lodo direito é possível ver as habilidades

Quanto a história do jogo, é de certa forma inexistente, ela se encontra mais conforme você vai escutando a rádio, o que são diálogos de 2 grupos, a Rede e Garra Vermelha, que obviamente tem opiniões diferentes e seus sobreviventes volta e meia concordam ou discordam com eles, é até interessante de ouvir, e nesse ponto que volto a Lily Ritter, onde se você fizer uma pequena ligação com a história do primeiro jogo, você chega uma triste conclusão que do seu grupo sobrou apenas a Lily como sobrevivente, pois era a única não jogável no primeiro jogo, ou seja, não haveria como você morrer com ela no primeiro jogo. O seu objetivo principal é deixar o legado da sua comunidade que ocorre após a destruição dos núcleos pestilentos, mas o porquê esses núcleos existem? Tem um protagonista no jogo? São perguntas que certamente você fará. Desde do primeiro jogo você não possui um protagonista, pois constantemente você tem que trocar de personagem, pois eles sentem fome, ficam com sono, ou estão muito feridos para continuar, e isso faz com que você não crie um laço com eles, eu particularmente na minha jogatina, gostei de 2 sobreviventes, mas não porquê eu me liguei a história deles, mas sim porque eles possuem atributos e características boas para minha comunidade. Uma coisa que não posso deixar de falar é que alguns personagens possuem uma história própria o que irá gerar em missões sobre essa história, pena que na minha jogatina, um bug impediu a conclusão dessa história.

O multiplayer do jogo é um ponto forte do jogo, um acréscimo muito interessante para o jogo, onde você com até +3 amigos podem sobreviver em meio a esse apocalipse, o que torna as coisas muitos mais divertidas e inclusive dá itens para o seu jogo.

Por fim, o maior ponto negativo do jogo são os bugs e é nesse ponto que o jogo não melhorou, pois no primeiro jogo existiam inúmeros bugs, mas que não chegavam a atrapalhar o progresso do jogo, onde nessa continuação passou a afetar, como por exemplo a missão secundária de um personagem, onde o item que eu precisava se encontrava dentro da escada (só descobri, pois, um sobrevivente possui a habilidade de ver onde estão os itens dentro de um ambiente fechado). Fora esse bug existem bugs de personagens entrando no chão, ficando presos em locais que obviamente ele conseguiria sair, existem bugs de zumbis que saem numa velocidade surreal, zumbis invisíveis que te atacam, sobreviventes que você precisa falar que ficam presas no teto, zumbis que você precisa matar que não aparecem ou estão presos no teto. Existem problemas de performance onde a faixa de quadros por segundo oscilam muito, cenário que não carrega no momento certo, você frequentemente verá zumbis aparecendo na sua frente do nada (pior quando é o inchado, que você acaba tendo que abandonar o carro e ter diversos zumbis no lado de fora te aguardando), texturas que não carregam, ou demoram a carregar. Por sinal os bugs ficam ainda mais evidentes no multiplayer.

Não foi possível sair de dentro de um caixa, o personagem apesar de pular barreiras, foi incapaz disso ‘-‘

A textura no chão não carregou completamente.

Conclusão

State of Decay 2 é um jogo muito bom e divertido, mas atenção não é jogo para todos os públicos, pois ele tem um foco imenso no gerenciamento da base, se você não gosta disso, você irá achar o jogo repetitivo e chato. Ele é claramente uma evolução significativa do primeiro, onde tiraram alguns recursos existente no primeiro jogo que poderiam permanecer neste jogo, como por exemplo, os seus sobreviventes saem pelo mapa, mas eles nunca ficam em apuros, ao contrário que no 1 que você de vez em quando tinha que resgatá-los, um outro recurso interessante era de poder mandar sobreviventes irem buscar os recursos que você não conseguisse carregar, mas ao mesmo tempo melhoraram os sistemas do primeiro jogo e deram características para cada sobrevivente que influenciam diretamente na sua base. Entretanto, os gráficos do jogo foram melhorados, a movimentação no geral, está bem melhor de jogar este State of Decay.

Enfim, recomendo este jogo, mas a partir da assinatura do Xbox Game Pass, e caso você realmente goste do jogo, aí sim compre.

Pontos Positivos

  • Gerenciamento da Base
  • Multiplayer

Pontos Negativos

  • Bugs em excesso
  • Falta de Dublagem/Erros de português em algumas legendas
  • História fraca
  • Otimização e performance ruins

State of Decay 2 está disponível para Xbox One e PC.

Análise feita a partir do Xbox One (Primeira Versão).

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