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Priscilla Pugliese celebra revelação de Dark Paradise, próximo projeto da Ponto Ação Produções

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Depois dos grandes sucessos “A Melhor Amiga da Noiva” e “The Stripper”, Priscilla Pugliese comemora junto aos sócios da Ponto Ação Produções e os fãs, a revelação do próximo projeto da produtora, intitulado “Dark Paradise”. O anuncio foi feito ontem (29), em uma live no canal e a atriz não esconde a felicidade com a futura produção.

“Eu estava doida para poder compartilhar e gritar que faremos Dark Paradise. Estava me sentindo sufocada por ter que guardar esse segredo. Sou uma pessoa que acabo deixando escapar alguma coisa e estava com muito medo de soltar alguma informação e não termos mais esse momento de surpresa. Mas graças a Deus deu tudo certo e agora podemos falar tranquilamente sobre o projeto. Eu queria muito dividir com a galera essa minha alegria e toda a minha vontade de fazer Dark”, conta Priscilla.

Conhecida por transformar fanfics em webséries, “Dark Paradise” é a 5ª produção da Ponto Ação inspirada em uma história escrita por fãs. Tendo iniciado em 2015 com a adaptação da fanfic “Between Two Lines”, que resultou na triologia “Entre Duas Linhas”, a produtora conquistou espaço e o próprio público que acompanha todos os projetos realizados. Produções como “A Melhor Amiga da Noiva” e “The Stripper” somam juntas mais de 47 milhões de visualizações.

A fanfic Dark Paradise foi desenvolvida pelas autoras Gabriela Moura e Gabriela Rodrigues em 2015 e tem como base o suposto relacionamento entre as cantoras Camila Cabello e Lauren Jauregui, que integravam o grupo Fifth Harmony na época. A história conta com personagens que também representam Ally Brooke, Normani  Kordei e Dinah Jane, que também pertenciam à banda. Completamente fictícia, a história um suspense e aborda sobre uma serial killer que age na cidade do Rio de Janeiro e a delegada que investiga o caso.

Disponível nas plataformas Spirit Fanfics e Wattpad, a história já acumula mais de 3,8 milhões de leituras e é uma das fanfics mais queridas pelos fãs de Fifth Harmony, assim como The Stripper, que também era baseado na banda.

Fotografia: Lukkas Marques

A adaptação para o audiovisual foi realizada pela atriz Priscilla Pugliese. Com o consentimento das autoras, os personagens ganharam novos nomes para diferenciar das produções anteriores. Apesar de precisar realizar algumas mudanças para que a trama possa ser transformada em uma websérie dentro das possibilidades de produção da produtora, a essência da história permanece intacta.

Produzir Dark Paradise já era um desejo antigo da atriz. “O desejo não veio de agora e sim de há muito tempo atrás. Porém não estávamos preparados para fazer uma série desse nível. É uma série que exige muita produção. Agora já estamos preparados. Estamos mais confiantes e temos mais contatos com pessoas que trabalham com essa parte de produção e que confiamos para convidar para a equipe. Já era uma vontade antiga, e que agora, que estamos vendo que existe a possibilidade de fazer, estamos nos arriscando e nos jogando. Estou muito feliz” afirma Priscilla.

E a felicidade não está sendo só da parte dos sócios da produtora e equipe. Os fãs foram a loucura com a revelação deste novo projeto e colocaram “DARK PARADISE NA PONTO AÇÃO” nos trending topics do twitter em minutos. “O retorno está sendo surreal. Realmente não esperava. As pessoas procuraram a gente querendo ajudar. Está sendo uma aceitação muito grande. Algo inesperado. Conseguimos entrar nos trending topics muito rápido e dessa fez, não só com o nome da fanfic, mas com o nome da Ponto Ação também. Está sendo inacreditável”, completa Priscilla.

Na produção audiovisual, Dark Paradise conta a história do relacionamento da jovem Delegada Gabriela, que será interpretada pela atriz Natalie Smith, com Michelle, uma mulher encantadora, interpretada pela Priscilla. O que Gabriela não sabe é que, na verdade, Michelle é a própria serial killer que ela procura há meses.

“Uma mulher movida a ódio, que busca na dor alheia, a sua própria paz” – essa frase define a personagem da atriz Priscilla Pugliese. Com todas as atitudes doentias, Michelle acreditava que fazia o errado pelos motivos certos. Acreditava que as atrocidades que fazia aos homens de caráter duvidoso – únicas vítimas da serial killer – era o certo a se fazer. E mesmo com todas suas falhas, Michelle, que tinha um passado familiar traumático, vai de encontro à um sentimento que nunca havia experimentado antes, o amor.

No momento a série se encontra em processo de pré-produção, levantamento de verbas e patrocínios. Como produtora independente, a Ponto Ação lançou um financiamento coletivo para ajudar a viabilização da produção da série. Para fazer a sua contribuição e ajudar na realização do projeto, clique AQUI!

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Cinema e TV

Saiu a lista dos indicados ao Oscar 2022!

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A Academia divulgou nesta manhã (08/02) a lista dos indicados ao Oscar 2022, maior premiação do cinema.

O drama de faroeste “Ataque dos Cães”, da netflix, lidera a lista com 12 indicações, seguido da ficção científica “Duna“, disponível na HBOMax, que foi indicada em 10 categorias. Entre as categorias principais, a surpresa foi a indicação da atriz Kristen Stewart por “Spencer”, que apesar de aguardada anteriormente, havia ficado de fora dos indicados ao SAG Awards e ao BAFTA.

Veja a lista completa de indicados por categoria:

Melhor filme
Belfast
Não Olhe Para Cima
Coda
Duna
Licorice Pizza
Drive my Car
King Richard: Criando Campeãs
O Beco do Pesadelo
Ataque dos Cães
Amor, Sublime Amor

Melhor direção
Kenneth Branagh, por Belfast
Ryûsuke Hamaguchi, por Drive My Car
Paul Thomas Anderson, por Licorice Pizza
Jane Campion, por Ataque dos Cães
Steven Spielberg, por Amor, Sublime Amor

Melhor atriz
Jessica Chastain, por The Eyes of Tammy Faye
Olivia Colman, por A Filha Perdida
Penélope Cruz, por Mães Paralelas
Nicole Kidman, por Apresentando os Ricardos
Kristen Stewart, por Spencer

Melhor Ator
Javier Bardem, por Apresentando os Ricardos
Benedict Cumberbatch, por Ataque dos Cães
Andrew Garfield, por Tick, Tick… Boom!
Will Smith, por King Richard: Criando Campeãs
Denzel Washington, por A Tragédia de Macbeth

Melhor atriz coadjuvante
Jessie Buckley, em A Filha Perdida
Ariana DeBose, em Amor, Sublime Amor
Judi Dench, em Belfast
Kirsten Dunst, em Ataque dos Cães
Aunjanue Ellis, por King Richard: Criando Campeãs

Melhor ator coadjuvante
Ciarán Hinds, por Belfast
Troy Kotsur, por No Ritmo do Coração
Jesse Plemons, por Ataque dos Cães
J.K. Simmons, por Apresentando os Ricardos
Kodi Smit-McPhee, por Ataque dos Cães

Melhor roteiro original
Kenneth Branagh, por Belfast
Adam McKay, por Não Olhe Para Cima
Zach Baylin, por King Richard: Criando Campeãs
Paul Thomas Anderson, por Licorice Pizza
Eskil Vogt & Joachim Trier, por The Worst Person in the World

Melhor roteiro adaptado
Siân Heder, por No Ritmo do Coração
Ryûsuke Hamaguchi & Takamasa Oe, por Drive My Car
Jon Spaiths, Denis Villeneuve & Eric Roth, por Duna
Maggie Gyllenhaal, por A Filha Perdida
Jane Campion, por Ataque dos Cães

Melhor trilha sonora
Nicholas Britell, por Não Olhe Para Cima
Hans Zimmer, por Duna
Germaine Franco, por Encanto
Alberto Iglesias, por Mães Paralelas
Jonny Greenwood, por Ataque dos Cães

Melhor animação em longa metragem
Encanto
Flee
Luca
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas
Raya e o Último Dragão

Melhor animação em curta metragem
Affairs of the Art
Bestia
Boxballet
Robin Robin
The Windshield Wiper

Melhor animação em live-action
Ala Kachuu – Take and Run
The Dress
The Long Goodbye
On My Mind
Please Hold

Melhor Figurino
Jenny Beavan, por Cruella
Massimo Cantini Parrini & Jacqueline Durran, por Cyrano
Jacqueline West & Robert Morgan, por Duna
Luis Sequeira, por O Beco do Pesadelo
Paul Tazewell, por Amor, Sublime Amor

Melhor Som
Belfast
Duna
007 – Sem Tempo Para Morrer
Ataque dos Cães
Amor, Sublime Amor

Melhor canção original
“Be Alive” (King Richard: Criando Campeãs)
“Dos Oruguitas” (Encanto)
“Down to Joy” (Belfast)
“No Time to Die” (007 – Sem Tempo Para Morrer)
“Somehow You Do” (Four Good Days)

Melhor documentário em curta metragem
Audible
Lead Me Home
The Queen of Basketball
Three Songs for Ben Azir
When We Were Bullies

Melhor documentário em longa metragem
Ascension
Attica
Flee
Summer of Soul (… ou Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada)
Writing with Fire

Melhor filme internacional
Drive My Car (Japão)
Flee (Dinamarca)
A Mão de Deus (Itália)
Lunana: A Yak in the Classroom (Butão)
The Worst Person in the World (Noruega)

Melhor Edição
Hank Corwin, por Não Olhe Para Cima
Joe Walker, por Duna
Pamela Martin, por King Richard: Criando Campeãs
Peter Sciberras, por Ataque dos Cães
Myron Kerstein & Andrew Weisblum, por Tick, Tick… Boom!

Melhor cabelo e maquiagem
Um Príncipe em Nova York 2
Cruella
Duna
The Eyes of Tammy Faye
Casa Gucci

Melhores efeitos visuais
Duna
Free Guy: Assumindo o Controle
007 – Sem Tempo Para Morrer
Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis
Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

A cerimônia da 94ª edição do Oscar acontecerá no dia 27 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles. No Brasil a transmissão é exclusiva da TNT e tem apresentação dos meus queridos Michel Arouca e Aline Diniz.

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As 12 melhores séries de 2021

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Listas, listas, listas. Todo fim de ano é tradição as listas de “Melhor alguma coisa” do ano em questão. E como não sou bobo nem nada, também elaborei a minha. Hora de relembrar o que de melhor consumi no ano através de listas. Em 2021 assisti a um total de 392 séries, fossem elas realities, dramas, comédias, animações, musicais ou minisseries.

Nada mais justo começar nossa maratona de rankings pessoais pelas MELHORES SERIES DE 2021. Antes de tudo, vale destacar os critérios que determinam as séries elegíveis:

1- Minisseries, animações e realities não entram neste ranking (claro que elas terão sua lista própria, em breve);
2- Foco nas temporadas de séries lançadas em 2021 (não julgo a série como um todo, muito menos somente um episódio);
3- Só temporadas de séries lançadas oficialmente no Brasil por streaming (séries de canal da TV paga ou aberta foram inelegíveis);
4- Só temporadas de séries que começaram em 2021 e acabaram em 2021 (séries que começaram em 2020 ou que só acabarão sua temporada em 2021 não foram elegíveis)
5- Series canceladas não entram no ranking (não faei você perder empo de conferir uma história sem fim, né?

Dito isso, vamos nessa! As 12 melhores series de 2021 estão logo abaixo:

12º lugar: ACAPULCO – 1ª Temporada – Apple TV+

Acapulco é uma descompromissada, mas gostosa, divertida e inteligente série cômica bilíngue – em inglês e espanhol – que aborda dois momentos temporais distintos: o presente, com o multimilionário Maximo Gallardo Ramos (Eugenio Derbez), em sua mansão costeira na Califórnia, contando ao seu sobrinho Hugo (Raphael Alejandro) sua história pessoal e o passado, a partir de 1984, quando ele, vivido por Enrique Arrizon, começou a trabalhar no admirado e cobiçado resort Las Colinas, na famosa cidade mexicana que dá título à série.

Sim, Acapulco é uma história que começa pelo seu “fim”, mas que sabe muito bem “esconder” seus mistérios para justificar seu desenvolvimento na base de contos – sempre em continuidade – a partir da visão exclusiva do Maximo mais velho que funciona como um narrador não completamente confiável. Eu me divertia a cada episódio lançado pela Apple TV+, semanalmente.

11º lugar: SWAGGER – 1ª Temporada – Apple TV+

Inspirado nas vivências da estrela do NBA Kevin Durant, “Swagger” explora o basquete na juventude, os jogadores, as famílias e os treinadores que buscam o equilíbrio entre sonhos, ambição, oportunismo e corrupção. Longe das quadras, a série mostra como é crescer nos Estados Unidos.

Confesso que, apesar dos clichês de toda série teen, Swagger me fisgou de uma forma profunda, muito por conta das temáticas sociais que a envolve. Em Swagger, o drama está tatuado na essência. A luta pelo lugar no estrelato travada por um adolescente craque da bola laranja é rodeada de problemas, como a ausência do pai.

A tensão racial é tratada sensivelmente, exemplificada na mãe que teme o pior ao ouvir a sirene de um carro da polícia enquanto o filho sai de casa para se desfazer de um saco de lixo. Uma tarefa corriqueira pode resultar em um trauma. Swagger é visceral, expõe realidades cortantes. Não há fofice, purpurina nem pausa para o humor.

10º lugar: ONLY MURDERS IN THE BUILDING – 1ª Temporada – Star+

Espirituosa, cativante e levemente melancólica, Only Murders In The Building, a nova dramédia do Hulu e exibida pelo Star+ no Brasil, surpreende enquanto flutua por gêneros diferentes com um trio protagonista cheio de química.

Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) são vizinhos de apartamento, moradores do The Arconia e, embora não se conheçam, dividem algumas características: são solitários, com poucos amigos e fortemente obcecados por podcasts de true crime. Quando o alarme de incêndio do prédio dispara e um vizinho chamado Tim Kono (Julian Cihi) é encontrado morto após supostamente atirar em si mesmo, o trio passa a desconfiar que ele na verdade foi assassinado.

O mistério que permeia a temporada é desenvolvido de forma divertida e engaja o espectador com facilidade. As peças para desvendar o que aconteceu são dispostas de forma sempre inteligente em episódios e setpieces criativos e diferentes uns dos outros. Há uma variedade enorme dentro da temporada; tem episódio sem falas (por conta de um coadjuvante mudo), episódios narrados por vizinhos, flashbacks que ressignificam situações apresentadas previamente e até um episódio narrado pelo vizinho morto que deu origem ao mistério.

9º Lugar: SWEET TOOTH – 1ª Temporada – Netflix

Aqueles que leram os quadrinhos originais homônimos escritos por Jeff Lemire e publicados entre 2009 e 2013 pelo extinto selo Vertigo, da DC Comics, podem estranhar (e torcer o nariz para) a escolha narrativa da série. Afinal, ela afasta tanto quanto possível a pegada violenta e sombria do autor das HQs, privilegiando uma abordagem esperançosa e positiva, algo que já começa quando o protagonista, o garoto híbrido de humano com cervo Gus, tem aparência preponderantemente humana e, como se isso não bastasse, fofíssima graças ao trabalho entusiasmado do encantador jovem Christian Convery.

Em outras palavras, essa versão de Sweet Tooth é sim, propositalmente, a versão light da obra original, mas sem deixar de capturar a essência do material fonte, construindo um caminho próprio seja ampliando as linhas narrativas das HQs, seja criando outras completamente inéditas e fazendo o que toda adaptação audiovisual de uma obra literária ou de quadrinhos deveria fazer: oferecer algo realmente diferente, que acrescente valor à toda a mitologia já estabelecida, respeitando as exigências de cada mídia de forma que o espectador possa ter duas obras diferentes, mas com as mesmas raízes.

8º Lugar: DOM – 1ª Temporada – PrimeVideo

Meu primeiro pensamento quando comecei a ver DOM foi: isso daria uma novela incrível! Me arrependi logo deste pensamento. E já te conto porque. Antes, é preciso exaltar a capacidade que a série nacional tem de mostrar a que veio, com menos de cinco minutos do primeiro de oito episódios. Depois do play, eu mergulhei na vida de um dos criminosos mais lendários do Rio de Janeiro, no início dos anos 2000.

Ter a possibilidade de assistir a cenas fortes, pesadas e realistas é um dos benefícios das tramas criadas para plataformas de streaming, longe da censura das emissoras abertas. Certamente DOM seria sucesso de audiência na TV, mas o telespectador perderia grande parte de sua essência. Um paradoxo.

Para quem gosta de um puro suco de Brasil, não nega uma nostalgia e valoriza boas reflexões (incluindo sobre o papel do racismo estrutural em toda a trajetória), DOM é uma história bem contada e necessária – palavra de quem viu tudo em um fim de semana.


7º Lugar: HACKS – 1ª Temporada – HBOMax

Hacks é aquele raro exemplo de comédia que não somente acerta em cheio nas piadas, mas também consegue construir os momentos doloridos da “vida real”. É capaz de ir até além para fazer uma piada funcionar, sem medo de saber quem irá ofender (acredite, em inúmeros momentos os roteiristas da produção não tiveram medo do cancelamento).

Outra coisa que Hacks faz muito bem é mostrar que Jean Smart deveria há anos ser a rainha do mundo. Deborah consegue ser levemente sociopata, irônica, vilanesca, manipuladora, complicada e nada caricata. Isso porque Smart encontra nuances e sutilezas que impedem que a personagem vire uma imitação barata da Meryl Streep em O Diabo Veste Prada.

6º Lugar: ROUND 6 – 1ª Temporada – Netflix

Muito ja foi dito sobre Round 6. O que posso acrescentar sobre a série fenômeno? Acredito que a esta altura do campeonato você a tenha assistido, caso não tenha, faça. E após assisti-la mergulhe em outras obras audiovisuais coreanas. Já aviso, é um caminho sem volta.

5º Lugar: THE GREAT- 2ª Temporada – Starzplay

As extremidades do absurdo, com uma pitada de fatos históricos tornam The Great essa inusitada combinação entre a acidez de um humor sem papas, com uma versão caricata do pitoresco submundo das realezas imperiais. E na sua segunda temporada, Tony McNamara retorna com uma trama ainda mais provocativa, distorcendo e retorcendo a história do império russo em meio à anedotas grotescas, cômicas e bastante ousadas.

Vez outra desnecessária, mas ainda sim divertida, a série de McNamara – o mesmo responsável pela comédia de época A Favorita – embora não funcione todas as vezes, é um fôlego de originalidade em meio a tantos revivals, remakes e reboots televisivos que não param de surgir.

4º Lugar: CHUCKY- 1ª Temporada – Star+

Eis a grande surpresa desta lista. Ao estrear fiquei meio receoso em revisitar as peripécias do brinquedo assassino mais famoso do mundo (vale mencionar que havia acabado de iniciar a série “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, UMA BOSTA!) mas dei o play após algumas recomendações relevantes. E QUE GRATA SURPRESA!

A ideia de fazer a franquia Chucky ficar mais jovem e moderna se passando no mundo adolescente foi um acerto enorme por parte do criador Don Mancini, por conversar muito mais com um público que está avido por conteúdos desse subgênero e por representatividade. Pode ser um público que talvez não esteja familiarizado com a franquia, mas a série faz um bom trabalho em situar o espectador quando se faz necessário um conhecimento a mais, como a história de como Chucky possuiu o boneco.

O retorno dos atores consagrados pela franquia e a perspectiva de uma história que fosse tocar em assuntos importante ao mesmo tempo em que entregaria toda a diversão que se espera de um slasher e de um filme do Boneco Assassino. Eu não fui desapontado.

3º Lugar: SEX EDUCATION – 3ª Temporada – Netflix

Vez ou outra, a plataforma de streaming Netflix consegue algo que merece ser categorizado como um feito. Sex Education, dramédia adolescente que conquistou o coração de uma legião de fãs, é um desses grandes feitos produzidos pela plataforma vermelhinha mais amada do mundo.

Existe uma variedade de produções voltadas para um público jovem produzidas pela Netflix, especialmente nos últimos anos. Todavia, não é sempre que podemos carimbar algumas destas obras, por diferentes razões. Sex Education revela grandes habilidades no diálogo com a geração Z, enquanto educa o assinante da plataforma.

Felizmente, ela consegue ir além, em vista que não nos restringimos ao que acontece apenas com os alunos, assim, vemos adultos (sejam pais ou professores) também buscando algum equilíbrio no meio de tanta confusão emocional. Uma série que deveria estar em cada sala de video escolar.

Medalha de bronze!

2º Lugar: TED LASSO – 2ª Temporada – Apple TV+

Depois de assistir à segunda temporada de Ted Lasso, é difícil encarar a morte do mascote do AFC Richmond nos minutos iniciais como apenas um infeliz acontecimento. Para além do humor diante do choque, o adeus do velho galgo inglês era um aviso.

Sim, a temporada causaria mais lágrimas dessa vez, e abalaria as convicções até dos mais otimistas dos personagens – futebol não é só vida, afinal de contas. Mas, mais do que isso, os 12 episódios marcariam a despedida daquele que por tanto tempo foi visto como o membro mais dócil e fiel da equipe técnica: Nate, the Great (Nick Mohammed).

Sem sombra de dúvidas, Ted Lasso segue sendo a melhor comédia da atualidade, portanto, medalha de prata para ela!

1º Lugar: SUCCESSION 3ª Temporada – HBOMax

Zero surpresas no alto do pódio! Que os Roy, os bilionários ao centro de Succession, não eram exemplo de uma família saudável e bem-ajustada, já estava claro desde a primeira temporada da série criada por Jesse Armstrong para a HBO. Mas o terceiro ano da produção resolveu mergulhar de vez nas feridas deixadas pelo magnata Logan (Brian Cox) em seus filhos, escancarando uma tragédia familiar marcada por traições e desprezo.

Muito se deve, claro, ao texto brilhante da série, que soube conduzir a trama com paciência e deixar pequenas pistas sobre o que viria adiante. A menção de Tom ao imperador romano Nero é o exemplo mais emblemático disso. Mas não há como não ressaltar o trabalho, igualmente brilhante, do elenco: da ferocidade de Brian Cox à atuação contida e levemente debochada de Sarah Snook, passando pelas idiossincrasias que Jeremy Strong e Kieran Culkin trouxeram a seus personagens e pela mistura de humor e tristeza que McFayden deu a seu Tom, os atores da série entregaram algumas das melhores performances do ano.

Sem sombra de dúvidas, a terceira temporada de Succession levará todos os prêmios para qual for indicada na categoria drama, é dela também a nossa medalha de ouro e título de melhor série de 2021!

E as suas séries favoritas de 2021, quais foram? Me conte aí nos comentários!

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STAR+: “INSÂNIA”, SÉRIE DE SUSPENSE BRASILEIRA ESTRELADA POR CAROL CASTRO, ESTREIA EM 03 DE DEZEMBRO

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Star+ anuncia a estreia exclusiva da sua nova produção de suspense psicológico, “Insânia”, protagonizada por Carol Castro (Mulheres Apaixonadas; Carcereiros), Rafaela Mandelli (O Negócio), Bella Camero (Malhação), Eucir de Souza (Rua Augusta), Rafael Losso (Rotas do Ódio e Rio Heroes) e Samuel de Assis (#MeChamadeBruna).

Ravel Cabral, Thomas Aquino, Lourinelson Vladimir, Fabio Marcoff, Leonardo Goulart, Rosana Stavis, Luthero Almeida e Pedro Inoue completam o elenco da série.

A série produzida pela Star Original Productions é composta por oito episódios e estreará no Star+ em 03 de dezembro, no Brasil. Em breve para os demais países da América Latina.

Com ideia original de Lucas Vivo e roteiro de Marcelo Slavich, Walter Slavich, Flor Canosa, García Lagos e Lucas Vivo, a série é dirigida por Gustavo Bonafé (Irmandade e O Doutrinador). Saindo do eixo Rio-São Paulo, a série buscou locações incríveis no Paraná, perto de Curitiba e Lapa. Parte da série foi também gravada no Uruguai. A produção foi realizada localmente pela Intro Pictures.

Mas do que se trata a série?

“Insânia” acompanha a história de Paula, uma policial científica que é internada em uma misteriosa clínica psiquiátrica após uma tragédia familiar. Lá, sua mente vagueia por caminhos sombrios e duvidosos, chegando à beira da insanidade, enquanto investiga o verdadeiro motivo de sua hospitalização desvendando uma conspiração aterrorizante.

A temporada completa de “Insânia” chega ao Star+ como parte de sua robusta oferta de conteúdo original de alta qualidade criado para a América Latina, incluindo histórias localmente relevantes em uma grande variedade de gêneros para o público adulto.


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